Lugar de ser feliz!


Seja bem-vindo!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

NOVO SITE NO AR!!

Por Paróquia São João Batista   Postado As  09:50   Sem Comentários

 ATENÇÃO!!!

Clique aqui e vá para o novo site da Paróquia São João Batista

Viçosa-MG

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Roteiro e Ladainha da Novena de São João Batista

Por Paróquia São João Batista   Postado As  15:25   Sem Comentários

NOVENA DE SÃO JOÃO BATISTA

(Após a oração da comunhão, o presidente da celebração se dirige diante da imagem de São João
Batista para fazer a oração da novena)
I - Abertura
Pr.: Vinde, ó Deus, em nosso auxílio.
T.: Socorrei-nos sem demora.
Pr.: Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo
T.: Como era no princípio, agora e sempre. Amém!
Pr.: São João Batista, “Voz que clama no deserto: preparai o caminho do Senhor!” (Lc 3,4), sois
profeta da vida e da esperança. Anunciastes o arrependimento, a partilha e a justiça como
caminho de conversão e santidade (cf. Lc 3,7-14). Fazei-nos trilhar esse caminho que nos leva
ao encontro de Jesus Cristo, nos torna seus discípulos e construtores do Reino de Deus.
Ave Maria
Pr.: São João Batista, vós que dissestes: “Eu vi e dou testemunho: este é o Filho de Deus” (Jo
1,34), fazei-nos, como vós, testemunhas da luz e da verdade que é Jesus Cristo, o Cordeiro de
Deus que tira o pecado do mundo. Revesti-nos de vossa humildade e livrai-nos de toda
presunção que expulsa Cristo de nossos corações e nos impede de amar e servir os irmãos.
Ave Maria
Pr.: São João Batista, vivestes pobre no meio dos pobres (cf. Mt 3,4). Ensinai-nos o caminho
pobreza, lembrados da promessa de Jesus Cristo: “Bem-aventurados vós, os pobres, pois
vosso é o Reino dos Céus” (Lc 6,20). Olhai pelos pobres e excluídos de nossas comunidades e
do nosso país. Fazei-nos solidários às suas lutas e causas e ajudai-nos a vencer a tentação do
consumismo, da indiferença e da ganância.
Ave Maria
II - Oremos: (Oração correspondente ao dia)

1º Dia: São João Batista, voz que clama no deserto
Ó Pai, Vós nos destes São João Batista como precursor do vosso divino Filho. Em sua missão,
ele afirmou: “Eu sou a voz do que clama no deserto: endireitem o caminho do Senhor” (Jo 1,23).
Concedei-nos ouvir sua voz e ajudai-nos, por sua intercessão, a tornar retos os caminhos que
nos conduzem a Jesus Cristo por uma vida dedicada ao serviço no amor e na alegria. Por Cristo
Nosso Senhor.

2º Dia: São João Batista, profeta da esperança e da justiça
Senhor Jesus, testemunhastes a respeito de vosso precursor: “O que vocês foram ver no
deserto? Um profeta? Eu afirmo que sim, e mais do que um profeta” (Lc 7,26). Dai-nos a graça
de, a seu exemplo, vivermos nossa vocação profética, recebida no batismo. Fazei que,
anunciando a esperança e denunciando as injustiças, participemos da construção de uma
sociedade nova, justa, fraterna e solidária, prenúncio do Reino de Deus entre nós. Vós que
viveis e reinais, com o Pai, na unidade do Espírito Santo.

3º Dia: São João Batista, testemunha da Luz
Ó Deus, em Jesus nos destes a luz que não se apaga. Fazei-nos, a exemplo de São João Batista,
que “não era a luz, mas veio para dar testemunho da Luz” (Jo 1,8), proclamar a todos que

vosso Filho é a luz do mundo. Ele ilumina e vence nossas trevas com seu amor misericordioso.
Pelo mesmo Cristo, nosso Senhor.
4º Dia: São João Batista, modelo de humildade

Ó Pai, revestistes São João Batista da verdadeira humildade, confirmada em suas palavras:
“Aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu. Não sou digno nem ao menos de tirar-
lhe as sandálias” (Mt 3,11). Concedei-nos a mesma humildade a fim de cumprirmos com
fidelidade nossa missão de amar e servir nossos irmãos e irmãs, especialmente os que vivem
na invisibilidade. Por Cristo Nosso Senhor.

5º Dia: São João Batista, exemplo de pobreza
Deus de bondade e ternura, em São João Batista, que “se vestia de pelos de camelo e se
alimentava de gafanhotos e mel silvestre” (Mc 1,6), nos ensinastes a simplicidade e a pobreza
como caminho para o vosso Reino. Livrai-nos da tentação do acúmulo, da ganância e da
riqueza que nos afasta de Vós e ajudai-nos a viver a partilha, a fraternidade e a solidariedade.
Por Cristo, Nosso Senhor.

6º Dia: São João Batista, mártir da verdade
Senhor, Deus da vida, decapitado no cárcere (cf. Mt 14,10), São João Batista tornou-se mártir
da verdade. Fortalecei-nos para que, estimulados por sua coragem e determinação, rejeitemos
toda mentira e falsidade, comprometendo-nos cada vez mais com a verdade, a ética e a justiça.
Por Cristo, Nosso Senhor.

7º Dia: São João Batista, pregador da conversão
Pai de misericórdia, Vós nos destes São João Batista como mensageiro da conversão. Dele nos
vem a exortação: “Produzam frutos dignos do arrependimento” (Lc 3,8). Dai-nos seguir suas
palavras e buscar a verdadeira conversão por meio de obras que nos tornem dignos de
participar da vossa glória. Por Cristo, Nosso Senhor.

8º Dia: São João Batista, defensor dos pobres
Ó Deus, fizestes do precursor de vosso Filho destemido defensor dos pobres e excluídos.
Tornai verdadeira, na vossa Igreja, a opção preferencial pelos pobres e, na luta pela justiça em
favor dos empobrecidos, saibamos colocar em prática as palavras do profeta: “Quem tiver duas
túnicas, reparta-as com aquele que não tem, e quem tiver o que comer, faça o mesmo” (Lc 3,11).
Por Cristo, Nosso Senhor.

9º Dia: São João Batista, mensageiro do Salvador
Pai de ternura e fonte de amor, São João Batista nos apontou vosso Filho como “o Cordeiro de
Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1,29). Fazei-nos discípulos e discípulas de vosso amado
Filho e alcançai-nos a graça de levar vida e esperança às periferias existenciais e geográficas
de nossos tempos. Por Cristo, Nosso Senhor.

III - Ladainha de São João Batista
Senhor, tende piedade de nós! Senhor, tende piedade de nós!
Cristo, tende piedade de nós! Cristo, tende piedade de nós!
Senhor, tende piedade de nós! Senhor, tende piedade de nós!
São João Batista, rogai por nós!
Nosso glorioso padroeiro, rogai por nós!
Anunciado pelo Anjo Gabriel, rogai por nós!

Consagrado desde antes do nascimento, rogai por nós!
Repleto do Espírito Santo, rogai por nós!
Maior entre os nascidos de mulher, intercedei por nós!
Precursor do Salvador, rogai por nós!
Preparador dos caminhos do Senhor, rogai por nós!
Voz que clama no deserto, rogai por nós!
Indicador do Cordeiro de Deus, intercedei por nós!
Profeta do Altíssimo, rogai por nós!
Profeta das Nações, rogai por nós!
Testemunho da Luz, rogai por nós!
Testemunho da Verdade, rogai por nós!
Santo mártir da justiça e da verdade, intercedei por nós!
Sede-nos propício, ouvi- nos, Senhor!
Jesus, Filho do Deus Vivo, ouvi-nos, Senhor!
Cristo, ouvi-nos! Cristo, ouvi-nos!
Cristo, atendei-nos! Cristo, atendei-nos!

IV - Oração a São João Batista
Glorioso São João Batista, fostes santificado no seio materno e canonizado ainda em vida por
Jesus Cristo que declarou solenemente não haver entre os nascidos de mulher nenhum maior
que vós.
Alcançai-nos a graça de, ao vosso exemplo, darmos testemunho da verdade, da justiça e do
amor. Abençoai a todos os que vos invocam e alcançai-nos as graças que, confiantes, vos
pedimos (breve silêncio para que cada um apresente a graça que espera alcançar por meio de
São João Batista).
Intercedei por nossa paróquia e por todo o Brasil, que vive momentos de grandes
dificuldades. Vosso exemplo nos inspire a lutar pelo Reino de Deus, na força do mesmo
Espírito Santo que vos impulsionou, e que possamos, um dia, gozar convosco da bem-
aventurança eterna. Amém.

V - Hino de São João Batista
1. Um dia na Galiléia um homem chamado João,/ falava com ternura de amor aos seus irmãos.
(2x)/ Seu rosto resplandecia a paz que ele trazia./ Fazei penitência sempre, sempre João dizia.
(2x)
Viva João Batista, viva o precursor./ Porque João Batista anunciava o Salvador. (2x)
2. As margens do Jordão, João batizava o povo,/ dizendo que Deus viria instaurar o Reino novo.
(2x)/ Às vezes João se zangava com os duros de coração,/ dizendo que já estava muito perto a
salvação. (2x)

sábado, 6 de junho de 2020

Festa de São João Batista de 15 a 24 de junho de 2020

Por Paróquia São João Batista   Postado As  13:48   Sem Comentários

“Família, Dom de Deus, Igreja doméstica e patrimônio da humanidade”. 

“A Igreja é família de famílias, constantemente enriquecida pela vida de todas as igrejas domésticas” (AL 87). Inspirada nestas palavras do Papa Francisco, a Paróquia São João Batista, “família de famílias”, celebra com alegria e fé a festa de seu padroeiro, motivada pelo Ano da Família vivido e celebrado em nossa Arquidiocese de Mariana.

 Durante a novena, refletiremos o tema “Família: Dom de Deus, Igreja doméstica e patrimônio da humanidade”. Cumprindo as recomendações sanitárias para evitar a proliferação do novo coronavírus, estando suspensas as missas com participação do povo, nossas celebrações serão transmitidas pelo canal do youtube da paróquia. Reúna sua família em sua casa, igreja doméstica, para elevar a Deus nosso louvor, gratidão e súplica pelo constante patrocínio de nosso padroeiro, São João Batista.


PROGRAMAÇÃO

 

15 de junho – Segunda-feira

A família à luz da Palavra de Deus

12h – Repique dos sinos

19h – Missa e novena – Padre José Evangelista Gomes

Intenção especial: Pais e mães

Responsável pela Liturgia: Comunidade São Judas Tadeu

 

16 de junho – Terça-feira

A realidade e os desafios da família

19h – Missa e novena –

Intenção especial: Crianças

Responsável pela Liturgia: Comunidade São Francisco          

 

17 de junho – Quarta-feira

A vocação da família: anunciar Jesus Cristo

19h – Missa e novena - Paróquia Nossa Senhora de Fátima – Côn. Lauro Sérgio Versiani Barbosa

Intenção especial: Adolescentes e jovens

Responsável pela Liturgia: Comunidade Santa Terezinha

 

18 de junho – Quinta-feira

O amor no matrimônio

19h – Missa e novena – Paróquia São Silvestre – Padre José Afonso de Lemos

Intenção especial: Idosos

Responsável pela Liturgia: Comunidade Nossa Senhora Aparecida

 

19 de junho – Sexta-feira – Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

O amor que se torna fecundo

19h – Missa e novena

Intenção especial: Enfermos

Responsável pela Liturgia: Comunidade São Sebastião

 

20 de junho – Sábado – Memória do Imaculado Coração de Maria

Evangelizar as famílias, tarefa de todos

19h – Missa e novena – Pe. Glauder Rodrigo Lacerda

Intenção especial: Pastorais, movimentos e associações religiosas

Responsável pela Liturgia: Comunidade Santa Luzia

 

21 de junho – Domingo

A educação dos filhos, compromisso que nasce do amor

19h – Missa e novena

Intenção especial: Profissionais da educação

Responsável pela Liturgia: Comunidade São João Batista

 

22 de junho – Segunda-feira

Acompanhar, discernir e integrar a fragilidade.

19h – Missa e novena - Paróquia Santa Rita – Pe. Paulo Dionê Quintão

Intenção especial: Vítimas da Covi-19 e profissionais da saúde

Responsável pela Liturgia: Comunidade Divino Espírito Santo

 

23 de junho – Terça-feira

Espiritualidade conjugal e familiar, caminho de santidade

19h – Missa e novena – Pe. Paulo Vicente Ribeiro Nobre

Intenção especial: Comunidades da paróquia

Responsável pela Liturgia: Comunidade São Judas

 

24 de junho – Quarta-feira

Muitas famílias, uma só Igreja!

19h – Missa e novena

Intenção especial: Todas as famílias da paróquia

Responsável pela Liturgia: Comunidade São João Batista


 

As celebrações serão transmitidas ao vivo pelo Canal do youtube Paróquia São João Batista.

Agradecemos a todos/as que deram sua valiosa colaboração para a realização da festa de nosso querido padroeiro.

 

Viçosa, junho de 2020

Conselho Paroquial de Pastoral-CPP


Pe. Geraldo Martins Dias - Pároco

terça-feira, 12 de maio de 2020

Igreja nas casas

Por Paróquia São João Batista   Postado As  11:51   Sem Comentários

Por: Pe. Geraldo Martins

A pandemia do novo coronavírus provocou mudanças inimagináveis na sociedade mundial. Ninguém poderia prever que, por qualquer razão, os governos de nações do mundo inteiro determinariam o isolamento social como medida para salvar vidas diante de uma doença que já matou centenas de milhares de pessoas em todo o mundo.

O isolamento social se sobrepôs ao direito humano de ir e vir para assegurar às pessoas seu direito fundamental e irrenunciável à vida. Perita em humanidade, como afirmou São Paulo VI, e defensora da vida em todas as suas manifestações, a Igreja não poderia se opor a essa medida, dura e exigente, porém, necessária e inevitável por se tratar de defender a vida.

Por causa do afastamento social, as portas das igrejas foram fechadas e as famílias foram convocadas a voltar à origem do cristianismo e recuperar a prática da Igreja nas casas quando os cristãos se reuniam, em família, e eram “perseverantes no ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações” (At 2,42). Redescobrir que a primeira igreja onde viver e testemunha a fé é a família faz-nos compreender que quem consegue ser cristão somente a partir do templo precisa repensar seriamente sua fé.

Celebrando a “missa sem povo”, os padres lançaram-se, então, no mundo virtual para o qual transferiram sua igreja, reunindo, pelas redes sociais, seu rebanho a fim de alimentá-lo com o pão da Palavra que anima a esperança e fortalece a fé. Uma experiência nova para a grande maioria dos padres e dos católicos.

Celebrar numa capela ou igreja, grande ou pequena, totalmente vazia, olhando o tempo todo para uma câmera, exige transcender o espaço físico e migrar para outro espaço ocupado não se sabe por quem nem por quantos. A sensação de que se celebra sozinho, no entanto, é quebrada com o testemunho dos que, tocados pela celebração, relatam o bem que lhes fez aquela celebração, ainda que virtualmente.

Uma pergunta que muitos se fazem, nesse momento, é esta: “Que Igreja emergirá de tudo isso que estamos vivendo?”. A mesma pergunta se pode fazer também em relação à sociedade, às famílias, às instituições. Que lições tirar desta pandemia que nos obrigou a comportamentos tão diferentes?

Ajudam na busca de respostas as palavras do papa Francisco: “A tempestade desmascara a nossa vulnerabilidade e deixa a descoberto as falsas e supérfluas seguranças com que construímos os nossos programas, os nossos projetos, os nossos hábitos e prioridades. Mostra-nos como deixamos adormecido e abandonado aquilo que nutre, sustenta e dá força à nossa vida e à nossa comunidade”.

No nível eclesial, estou certo de que a grande lição é que não existe uma única maneira de viver a fé e que, para sua sobrevivência, é fundamental redescobrir a família como Igreja doméstica.

terça-feira, 14 de abril de 2020

Convertam-se e creiam no Evangelho” (Mc 1,15)

Por Paróquia São João Batista   Postado As  12:59   Sem Comentários


Estas palavras acompanham a imposição das cinzas sobre nossas cabeças na Quarta-feira de Cinzas, marcando o início de nossa caminhada quaresmal que deve ser de conversão que leva à fé, conforme nos exorta oprofeta Joel: “Voltem para o Senhor, seu Deus” (Jl2,13).

A Quaresma não é um fim em si mesma, mas caminho que termina na Páscoa do Senhor, que é a vitória da vida sobre o mal e a morte. Este é o caminho que devemos trilhar impulsionados pela esperança que ilumina nossa vida e anima nossa fé.
Marcada pelo recolhimento, pelo silêncio, e pela reflexão orantes, a
Quaresma não pode ser confundida como um tempo de tristeza ou de luto.
Ela é tempo da graça de Deus que escancara suas entranhas de amor e misericórdia infinitos.
É momento privilegiado do encontro com o perdão que nos reconcilia com Deus, com os irmãos e irmãs e com as criaturas.
Nossa vivência quaresmal deve, portanto, ter como primeiro distintivo a oração confiante e fervorosa que nos leva ao encontro do Deus amoroso que jamais deixa de atender às necessidades de seus filhos e filhas.

 Uma oração que se traduza mais na atitude de escutar que de falar, mais na entrega e no abandono à vontade de Deus que na exigência dos próprios desejos.
Uma oração que nos faça sair de nós mesmos para ir ao encontro do outro e, nele,  encontrar Deus. A oração nos desnuda diante de Deus e nos faz perceber nossas forças e fraquezas. Revela-nos a necessidade de autodomínio sobre nossos impulsos e desejos contrários à santidade para a qual somos vocacionados.

Coloca diante de nossos olhos a dor e o sofrimento de tantos irmãos e irmãs que, por causa da ganância e do egoísmo humanos, gritam por vida e amor. Compreendemos, assim, que devemos nos penitenciar por nossas indiferenças e omissões. Isso se dá por meio de um jejum que vai além de se abster da comida, mas que se traduz, sobretudo, na solidariedade com os pobres (cf. Is 58,6-8).

A prática do verdadeiro jejum torna-nos compassivos com nossos irmãos e irmãs, levando-nos à prática da verdadeira caridade que liberta e salva. 
Uma caridade que vai além da justiça porque nos faz olhar o outro com compaixão e nos move a servi-lo a partir de sua necessidade. Pela caridade, fazemo-nos próximos de quem está entre a vida e a morte, vítima do sistema que assalta e mata (cf. Lc 10,33).
Nesta Quaresma, deixemos ecoar em nossos corações o apelo da conversão e, decididamente, trilhemos o caminho da santidade fazendo-nos o último que serve a todos (cf. Mc 9,35).
Pe. Geraldo Martins

quinta-feira, 14 de março de 2019

Semana Santa 2019 Paróquia de São João Batista - Viçosa, MG

Por Paróquia São João Batista   Postado As  06:54   Sem Comentários

Programação

Setenário das Dores - 07 de abril a 13 de abril
Missas e reflexão sobre as Dores de Nossa Senhora 


1ª dor: ‘A Profecia de Simeão’ (Lc 2, 25-35)
2ª dor: ‘A fuga para o Egito’ (Mt 2, 13-14)
3ª dor: ‘A perda do Menino Jesus’ (Lc 2, 41-48)
4ª dor: ‘O encontro a caminho do Calvário’ (Lc 23, 26-29)
5ª dor: ‘Maria ao pé da Cruz’ (Jo 19,25-27)
6ª dor: ‘Jesus é descido da Cruz’ (Lc 23, 50-53)
7ª dor: ‘Jesus é Sepultado’ (Jo 19, 38-42)



07/04 (domingo)           19h - Matriz de São João Batista
                                       19h  Comunidade de São José (Nobres)
08/04 (segunda-feira)   19h - Comunidade de São Francisco de Assis (Vau Açu / Marques)
                                       19h - Comunidade de São Pedro  (Duas Barras)
09/04 (terça-feira)        19h - Comunidade de Nossa Senhora Aparecida (Amoras)
                                       19h - Comunidade de São Geraldo (Piúna)
10/04 (quarta-feira)     19h - Comunidade São Judas Tadeu (Barrinha)
                                       19h - Comunidade do Sagrado Coração de Jesus (Pau de Cedro)
11/04 (quinta-feira)      19h - Comunidade de São Sebastião (Inácio Martins)
                                       19h - Comunidade de Nossa Senhora das Graças (Córrego São João)
12/04 (sexta-feira)        19h - Comunidade de Santa Terezinha (Vale do Sol)
                                       19h - Comunidade de Santo Expedito (Paiol)
13/04 (sábado)              19h - Comunidades Div. Espírito Santo (São José) e Santa Luzia (Boa Vista)
                             19h - Comunidade de São Geraldo – encerramento de todas as comunidades rurais  
                                      (Piúna)

Dia 15 de abril - Segunda-feira Santa

PARÓQUIA DE SÃO JOÃO BATISTA
18h – Missa na Igreja Matriz de São João Batista, seguida de Via Sacra até a Comunidade de São Sebastião (Inácio Martins) -  Trajeto: Av. São João Batista, BR482, Rua Honorina de Jesus, Av. Jacob Lopes de Castro, Rua Maria das Neves Amaral, Rua Francisco Vieira da Silva.
Confissões: Matriz de São João Batista - 14h às 16h e após a missa

Dia 16 de abril - Terça-feira Santa
PARÓQUIA DE SÃO JOÃO BATISTA
19h - Missa na Igreja Matriz de São João Batista, seguida da Procissão do Encontro e sermão (Trajeto: Av. São João Batista, Rua Maria de Castro Silva, Rua Manoelita, Rua Cônego Modesto Paiva, Rua Juventino Alencar, Rua Anita Chequer, Rua dos Passos, Rua Dr. Brito, Rua Dona Gertrudes, Rua Dr. Milton Bandeira e Travessa Tancredo Neves)
Confissões: Matriz de São João Batista - 9h às 11h e 14h às 16h

Dia 17 de abril - Quarta-feira Santa
PARÓQUIA DE SÃO JOÃO BATISTA
19h - Celebração Penitencial Matriz de São João Batista


Confissões: Matriz de São João Batista - 9h às 11h, 14h às 16h e após a celebração
TRÍDUO PASCAL
Dia 18 de abril - Quinta-feira Santa
PARÓQUIA DE SÃO JOÃO BATISTA
18h - Momento de Espiritualidade sobre o significado do Lava-Pés – Matriz de São João Batista
19h - Missa da Ceia do Senhor na Igreja Matriz de São João Batista. Em seguida, Vigília Eucarística até às 00h.
Confissões: Matriz de São João Batista - 9h às 11h, 14h às 16h e após a missa até às 21h30
Dia 19 de abril - Sexta-feira Santa
 (Jejum: 18 a 59 anos completos - abstinência de carne: 14 anos até o fim da vida)
PARÓQUIA DE SÃO JOÃO BATISTA
6h - Caminhada penitencial, saindo da Igreja Matriz de São João Batista em direção a Comunidade Nossa Senhora Aparecida (Portugueses) (Trajeto: Av. São João Batista, BR482, Rua Honorina de Jesus, Av. Jacob Lopes de Castro, R. São João, R. Dona Amélia, Sítio Ponte do Turvo)                                              
13h - Sermão das Sete Palavras na Igreja Matriz de São João Batista
15h - Ação Litúrgica - Celebração da Paixão do Senhor na Igreja Matriz de São João Batista
19h - Descendimento do Cristo da Cruz: Igreja Matriz de Nossa Senhora de Fátima
Dia 20 de abril - Sábado Santo - Vigília Pascal


PARÓQUIA DE SÃO JOÃO BATISTA
9h - Oração do Ofício Divino na Igreja Matriz de São João Batista
20h - Vigília Pascal - Igreja Matriz de São João Batista
Dia 21 de abril - Domingo da Ressurreição
PARÓQUIA DE SÃO JOÃO BATISTA
8h – Missa de Páscoa Comunidade do Sagrado Coração de Jesus – Pau de Cedro
15h - Missa de Páscoa na Igreja Matriz de São João Batista, em seguida Procissão da Ressurreição
     (Trajeto: Av. São João Batista, Rua Maria de Castro Silva, Rua José Reinaldo de Araújo, Av. São  
     João Batista) 
19h - Missa de Páscoa na Igreja Matriz

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Saudação da CNBB ao monsenhor Walter Jorge Pinto

Por Paróquia São João Batista   Postado As  04:46   1 Comentário
Estimado irmão, monsenhor Walter Jorge Pinto,
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) congratula-se pela escolha do Santo Padre, o Papa Francisco, de nomear-te bispo da diocese de União da Vitória, no estado do Paraná. Na alegria deste pastoreio a ti confiado, oferecemos nossas orações para que o Espírito Santo continue a te guiar na missão.

Quero unir-me também à jubilosa alegria de todo o povo de Deus da Diocese de União da Vitória, que recebe novo pastor. Agradeço ao padre Mário Fernando Glaab pelo empenho em auxiliar a Igreja neste período. Dedicada ao Sagrado Coração de Jesus, a diocese de União da Vitória está entregue ao coração do Bom Pastor, como nos recorda o Papa Francisco, ao ensinar que este não é apenas o coração que tem misericórdia de nós, mas é a própria misericórdia.

Durante a solenidade do Sagrado Coração de Jesus, em 2016, o Santo Padre indicou que somos ungidos para estar perto do povo concreto que Deus, através da Igreja, nos confiou. “Ninguém fica excluído do seu coração, da sua oração e do seu sorriso. Com olhar amoroso e coração de pai acolhe, inclui e, quando tem que corrigir, é sempre para aproximar; não despreza ninguém, estando pronto a sujar as mãos por todos. […] Com paciência, escuta os problemas e acompanha os passos das pessoas, concedendo o perdão divino com generosa compaixão.
Não ralha a quem deixa ou perde a estrada, mas está sempre pronto a reintegrar e a compor as contendas. É um homem que sabe incluir”.

Que sua ação missionária, amadurecida nas férteis terras da arquidiocese de Mariana (MG), continue a enriquecer a Igreja no centro sul paranaense.
Em Cristo,
Brasília-DF, 09 de janeiro de 2019.
Dom Leonardo Ulrich Steiner Bispo Auxiliar de Brasília Secretário-geral da CNBB

sábado, 5 de maio de 2018

Discípulos da Paz

Por Paróquia São João Batista   Postado As  06:45   Sem Comentários
Apesar de ser considerado um país abençoado, pacífico, o Brasil é um país extremamente violento. Os números assustam. Possuidor de 3% da população mundial, nosso país é responsável por quase 13% dos assassinatos que ocorrem em todo planeta. Em 2014 contabilizaram-se 59.627 mortes, sendo que em 58% dos casos as vítimas são os jovens.

Essas cifras revelam que no Brasil acontecem mais homicídios do que em diversos países em guerra. De modo geral, a violência não só transparece nas interações cotidianas. Ela permeia também as instituições sociais, o mundo da cultura, da política, economia, gerando exclusão e desigualdade social e produzindo modos de vida violentos. Atualmente, o público-alvo da violência no Brasil é o mais amplo possível. 

Entre as vítimas encontram-se negros, índios, migrantes, imigrantes, jovens, crianças, adolescentes, mulheres e homens, trabalhadores rurais, povos tradicionais, policiais. As causas deste fenômeno também são as mais diversas: racismo, xenofobia (violência racial); homicídios, tráfico de drogas (violência contra os jovens); abuso sexual, ataques verbais e físicos, pobreza (violência doméstica); exploração sexual e tráfico humano; disputa pela terra, água (violência contra os trabalhadores rurais e povos tradicionais); narcotráfico; intolerância e fanatismo religioso; corrupção e violência no trânsito. 

Enfim, a violência como sistema no Brasil não é um fato pontual. Ela nos remonta ao período colonial de nossa história onde se intensificou e perdura até hoje uma sociedade altamente hierarquizada baseada em relações de mando e subordinação. Diante desse quadro, cabe a nós enquanto discípulos-missionários de Jesus Cristo numa Igreja em saída lutarmos por uma sociedade mais justa, fraterna e solidária, onde todos nós sejamos na paz e no amor, irmãos uns dos outros. 

Diácono Daniel Júnior dos Santos
Colaborador da Paróquia São João Batista - Viçosa

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Pecado: Mal que Destrói a Vida

Por Paróquia São João Batista   Postado As  14:28   Sem Comentários

O pecado é algo tão deformante que nos faz gostar de porcaria como se fosse iguaria. Assim a pessoa imersa no pecado tem sua mente tão obscurecida que passa a amar o que a prejudica; o que pode até mesmo tornar sua vida um inferno. 
Ainda que, em alguns momentos de lucidez, perceba quão danosa é a situação em que vive, por ter desenvolvido apego e gosto por aquilo, julga uma perda imensa ter que deixá-lo. Triste é a situação do pecador! Sim! O pecado é a situação mais deplorável e danosa ao ser humano. Pior do que a pobreza, a doença ou a morte, o pecado nos atinge lá onde mora o que de mais precioso temos: nossa interioridade, nosso espírito. 

O pecado lança na escuridão nosso ser, mata a força de nossa vontade, apaga o brilho de nossa vida. E o mais grave é que ele nos afasta da presença de Deus, porque é treva, enquanto Deus é luz. Quaresma é tempo de conversão, é o grito de Deus à nossa surdez. Quantos de nós somos até pessoas de bem, bons cristãos, mas compactuamos com tanta estrutura geradora de morte? Sim. Romper com o pecado exige também romper com as estruturas que o perpetuam, bem como com suas consequências como a miséria, a fome e a violência.

Como pensar em conversão se assistimos e aplaudimos programas televisivos que apregoam o aborto, o sexo sem compromisso, a exploração do corpo e tantas outras desgraças? É tempo de mudança; tempo de desmascararmos o pecado por detrás de nossas atitudes e, definitivamente, dizer basta. Deus o quer, o mundo precisa e nós necessitamos! Ouçamos, então, a voz de Deus e voltemos para Ele nossos corações, através de uma sincera reconciliação. Lembrando que, para os pecados graves, se faz necessário a absolvição sacramental por meio de um ministro ordenado. Não existe confissão diretamente com Deus.

As palavras de Jesus, após a ressurreição foram claras: “aqueles a quem perdoardes os pecados vos serão perdoados (Jo 20,23). Nunca o Sacramento da Penitência foi tão necessário como em nossos dias. Esse Sacramento é essencial para robustecer os corações vacilantes, remir as almas pecadoras e afervorar os que procuram não perder o rumo da felicidade eterna. 
Juca

sábado, 3 de março de 2018

Seja bem vindo Diácono Daniel!

Por Paróquia São João Batista   Postado As  11:26   Sem Comentários
Sete homens escolhidos para o serviço do altar e da caridade foram ordenados diáconos na basílica de São José, em Barbacena, Região Pastoral Mariana Sul, dia 24 de fevereiro. A celebração foi presidida pelo arcebispo, Dom Geraldo Lyrio Rocha, e concelebrada pelo bispo de Leopoldina, Dom José Eudes, e o bispo auxiliar de Belo Horizonte, Dom Geovane Luís da Silva. O momento também contou com a participação de centena de padres, seminaristas, religiosos, familiares, amigos e muitos fiéis.

Os novos diáconos são: Daniel Fernandes Moreira (Senador Firmino), Daniel Júnior dos Santos (Barbacena), Fabiano Alves de Assis (Coimbra), Fabiano Milione Honório (Lamim), Harley Carlos de Carvalho Lima (Cristiano Otoni), Jackson de Sousa Braga (Itabirito) e Rosemar Marcos Condé (Senhora dos Remédios) são os novos diáconos da Igreja particular de Mariana. Dia 26 de fevereiro, Dom Geraldo Lyrio Rocha nomeou esses diáconos para realizar o trabalho pastoral em diferentes paróquias. Daniel Júnior dos Santos foi designado para a nossa paróquia. Segundo o site da Arquidiocese, desde criança, seu maior sonho sempre foi o de ser padre. Atuou como coroinha e participou dos encontros do SAV (Serviço de Animação Vocacional).

Em 2010, ingressou no curso Propedêutico do Seminário São José em Barbacena, depois no Seminário Maior São José em Mariana, onde cursou Filosofia (2011-2013) e Teologia (2014-2017). Realizou estágio pastoral em diversas comunidades e paróquias da Arquidiocese. Daniel, estamos muito felizes com a notícia de sua nomeação. Com o coração aquecido, aguardamos a sua chegada e oramos ao Pai para que você possa espalhar muitas sementes férteis por estas terras viçosas. Seja muito bem-vindo!

domingo, 14 de janeiro de 2018

Parceria: Questão de Sobrevivência e Salvação

Por Paróquia São João Batista   Postado As  12:36   Sem Comentários

No livro “Fábulas sobre a difícil arte de administrar”, José Roberto Machado conta-nos uma interessante história: “Era uma vez um campo de prisioneiros onde os presos eram divididos em grupos e cada grupo ocupava uma cela, onde eram acorrentados formando um círculo. No centro do círculo havia um grande caldeirão com uma suculenta sopa, único alimento que lhes era oferecido. Como os prisioneiros ficavam distantes do caldeirão, para se alimentarem usavam uma colher com um comprido cabo.
O inconveniente é que a colher alcançava a sopa, mas, por ser extremamente longa, não conseguia voltar e chegar até a boca dos prisioneiros. Desespero: eles não podiam se alimentar, apesar de a comida estar tão perto. O comandante do campo, certa vez foi fazer uma vistoria nas celas e observou que a maioria dos prisioneiros estava magra e faminta. Entretanto, em uma delas eles estavam fortes e bem alimentados.  Seria um milagre ou algum guarda estava libertando os presos na hora das refeições? Não era milagre.
Os prisioneiros dessa cela aprenderam na prática o significado da palavra parceria e passaram a alimentar quem estava a sua frente. Assim, todos enchiam a colher e todos comiam”.
O autor conclui: “Parceria é, antes de tudo, uma atitude; uma forma inteligente de oferecer para receber, com vantagens para todos. [...] Leva vantagem aquele que compreende que a melhor situação é a que beneficia a todos. Na matemática do mesquinho, quando um ganha, alguém perde. Na parceria, entretanto, todos ganham e a situação é sempre saudável e duradoura”.
Para sobreviver em sua situação extremamente difícil, os personagens dessa fábula não fizeram nada mais do que colocar em prática o Provérbio 11, 17 que diz: que “Quem faz o bem aos outros, a si mesmo o faz” ou Mateus 7, 12: “Em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam; pois esta é a Lei e os Profetas".
Essa história me lembra uma cerimônia de casamento quando o sacerdote perguntou a cada um dos noivos: “você está se casando para ser feliz?” Ao que ambos responderam “Sim, estou”, ele explicou: “Vocês devem se casar para fazer o outro feliz”. Fazendo assim, não há como o casamento dar errado. Cada um fará o melhor para agradar o outro. Mas se cada um se concentrar apenas na própria felicidade, a parceria está predestinada ao fracasso. 
Também em nossos serviços pastorais, só alcançaremos realização se trabalharmos para o bem-estar e crescimento comum. Se vamos à igreja para nos alimentar, sem nos preocuparmos se o outro também está crescendo na fé, o alimento não nos sustenta. Como diz minha mãe: “ninguém vai para o céu sozinho”, ou seja, a salvação é questão de parceria; professando a nossa fé em Jesus Cristo, vivendo a sua Palavra no amor e cuidado com o próximo teremos a recompensa divina.
Que no ano novo, possamos estabelecer parcerias efetivas que nos ajudem a viver bem e juntar tesouros no céu.  Feliz 2018!

Cida Zolnier

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

A arte da convivência

Por Paróquia São João Batista   Postado As  03:11   Sem Comentários
Mais valem dois do que um só, porque terão proveito do seu trabalho. Porque se caem, um levanta o outro; mas o que será de alguém que cai sem ter um companheiro para levantá-lo? (Eclesiastes 4,9-10)
Ninguém é uma ilha, ninguém vive só! Mas para isso precisamos aprender a ser estrategistas... e artistas!

Sabemos que a convivência é uma arte, talvez das mais difíceis. Viver com os outros não só é um desafio, mas também uma aprendizagem muito importante que nos possibilita conhecer a nós mesmos, conhecer nossas emoções, sentimentos, apegos e tudo aquilo que nos faz crescer (ou não) como pessoas que busca a maturidade diante da vida.

É na convivência com o outro que vamos aprendendo a compartilhar nossas conquistas e frustrações, bem como reconhecer a igualdade na diversidade, pois somos feitos à imagem e semelhança de Deus, mas cada um com suas peculiaridades. E para conseguir ter uma boa convivência com o outro, seja na família, no trabalho, na comunidade temos uma excelente orientação, uma estratégia de convivência ensinada pelo Nosso Mestre Jesus Cristo: “Tudo o que quereis que os outros vos façam, fazei vós a eles (Mt 7,12)


Jesus é quem deve ser sempre o nosso exemplo, é Dele que devemos sempre buscar o que é necessários para viver e conviver bem.

Nós podemos até ser muito “piedosos” rezando muito, fazendo penitências e cumprindo todos os preceitos, mas se não tivermos em nosso coração o desejo de amar ao próximo como a nós mesmos, porque esse é o mandamento, principalmente aqueles que moram com a gente na mesma casa, em nada vai adiantar o cumprimento desses preceitos.

Em nossas relações sempre haverão divergências, mas precisamos aprender a respeitar a opinião do outro, o modo de ser, mas contudo, precisamos ser coerentes em nossas atitudes e estar abertos para o bom conselho e saber o momento de mudar ou não essas atitudes diante das situações que nos apresentam.
Precisamos aprender a encontrar estratégias para conviver bem com as pessoas. Evitar discórdias. Precisamos aprender a respeitar o tempo do outro, como Jesus nos ensina, fazer para o outro o que queremos que ele nos faça.

No relacionamento com as pessoas precisamos aprender a entrar no coração delas, ouvir o que o outro tem a nos dizer sem fazer pré-julgamentos, ouvir com atenção, sem interromper o outro com palavras nem sempre acolhedoras, muitas vezes nos esquecemos que o silêncio também é importante na relação com o outro.

Que Deus nos ajude a seguir os ensinamentos de Jesus e aprender dele que ninguém é perfeito mas somos feitos à Sua imagem e semelhança e por isso, se quisermos, podemos fazer dos ambientes que frequentamos, lugares mais agradáveis, saudáveis onde a boa convivência seja uma constante e nos ajude a ser pessoas melhores. Fiquemos atentos a isso, se queremos agradar a Deus, devemos nos esforçar para tratar o outro como Jesus faria ou como você gostaria de ser tratado.

Silvana Rocha

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

A Morte sob o olhar da Esperança

Por Paróquia São João Batista   Postado As  11:42   Sem Comentários
Em geral, preferimos não pensar na morte! Apesar de sabermos que ela é um fato cotidiano, preferimos não considerá-la como companheira nossa, apenas dos outros.
Reagimos de todas as formas contra essa realidade inevitável, porque a vemos como inimiga da vida. Normalmente fazemos o possível e o impossível para viver. 
O instinto natural para a vida é tão forte que até se chega a matar, ou desejar a morte, para viver. Mesmo com toda a pretensão, a humanidade sempre se viu incapaz diante desse mistério. Ela, no entanto, é parte constituinte da vida humana.

“Diante da morte, o enigma da condição humana atinge seu ponto alto. Todas as conquistas da técnica, ainda que utilíssimas, não conseguem acalmar a angústia do homem” (Gaudium et Spes 250). Para o escritor cubano José Martí, “a morte não é verdade, quando se cumpre bem a obra da vida”. O que não podemos fazer é nos iludir que o infinito caiba no finito, que o eterno possa ser aprisionado no tempo. Somos seres finitos carregados de desejos infinitos.

Meus irmãos, a coisa mais certa da vida é, um dia vamos deixar este mundo, queiramos ou não. Pena que o ser humano ainda não se conscientizou dessa realidade. São Paulo nos ensina que a vida e a morte andam de mãos dadas. Ou seja, “cada dia morremos um pouco” (ICor 15, 31). Porém, este morrer tem que ser acompanhado de um novo viver. Embora o nosso físico vá se desfazendo, o nosso homem ou mulher interior vai se renovando a cada dia (2 Cor 4, 16). O que frustra uma vida humana e a tira do caminho da esperança é o investimento no egoísmo. Este leva a pessoa a implodir na infelicidade. Não existe pior drama para o ser humano do que guardar a vida para si. “Pois, quem guardar a vida para si, vai perdê-la, mas quem a doar por causa de Mim e do Evangelho vai salvá-la (Mc 8, 35)”.

Portanto amados leitores, creio ser importante, a partir do vértice da vida, considerar o que é a morte, observando onde e como estamos investindo nosso viver e nossos dons. O investimento que nos eterniza realmente é o amor. Segundo São João da Cruz: “seremos julgados pelo amor”. Que Deus nos ilumine e nos guarde. 
Juca

domingo, 8 de outubro de 2017

CARTA DE DEUS

Por Paróquia São João Batista   Postado As  13:39   Sem Comentários
Deus nos criou para a felicidade. Ele nos ornou com todas as possibilidades para sermos felizes, para vivermos no amor, na paz. Ele, porém, não nos força a vivermos assim. Aliás, a felicidade é uma consequência do bem; ela não se conquista com riquezas e poder, mas unicamente pela prática do bem. Deus é um Pai misericordioso e sabe o que é melhor para seus filhos. Mas ele não impõe; apenas indica e sugere, porque respeita a liberdade que Ele próprio nos concedeu.
As sugestões de felicidade dadas por Deus estão na Bíblia Sagrada, uma carta belíssima deixada pelo Pai a nós seus filhos. É preciso que nos agarremos a essa arma poderosa, lendo, meditando e procurando viver o que ela nos ensina. Como destacou Santo Agostinho: “A Bíblia é a boca de Deus”.
Neste mundo dilacerado pelas discórdias, é urgente ouvirmos a voz do Altíssimo. Ela propicia delícias inefáveis a quem a lê com fé, forma a sólida piedade, espiritualiza e santifica. Daí a necessidade de uma concentração ativa que busca com avidez o recado do Criador.
As páginas do Antigo Testamento narram como Deus conduziu e formou o seu povo. Através de lutas, admoestações e peripécias, Ele foi lentamente transformando e educando esse povo. A Bíblia relata a caminhada do homem que se afastou de Deus, mas lentamente se voltou a Ele. Nos nossos tempos, sentimos que a volta do homem para Deus parece cada dia mais distante. A felicidade para a qual Deus nos predestinou está se afogando pelo egoísmo, ganância, injustiça já que muito está sob o poder de poucos e pouco nas mãos de muitos.
Diante das tantas injustiças atuais, faz-se necessário uma leitura orante para que o Verbo Divino vá penetrando todos os meandros da nossa consciência. Assim, quem toma nas mãos a Bíblia deve estar movido do bom propósito de praticar o que nela aprende. Como diz São Paulo “não são justos diante de Deus os que ouvem a lei; mas os que a observam "(Rm 2, 13). São Tiago faz idêntica advertência: “Sede, pois praticantes da Palavra e não ouvintes somente, enganando-vos a vós mesmos” (Tg 1, 22).
Através da Escritura Sagrada, Deus vai construindo seu projeto de amor na terra, pois sua Palavra possui respostas para todos os desafios da vida. Por isso é que o Papa São João Paulo II afirmava: “A Bíblia não quer ensinar como é feito o céu, mas como se vai para o céu”.
Juca

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Celebrar a Palavra para Alimentar a Fé

Por Paróquia São João Batista   Postado As  14:23   Sem Comentários
Muitas de nossas comunidades se reúnem semanalmente para celebrar a Palavra de Deus.
Este momento celebrativo é de suma importância, pois é momento de encontro, de partilha e de refeição.
Sim, refeição! Pois nos alimentamos da Palavra e também, quando possível da Eucaristia. Temos que
descobrir o valor da Celebração da Palavra como momento ímpar para fortificar a nossa fé. 

A Celebração da Palavra é uma verdadeira ação litúrgica, que é realizada com gestos e ações simbólicas; sinais sensíveis que expressam e comunicam a graça que nos vem da Páscoa de Cristo. Pela escuta da Palavra de Deus e oração, se expressa e intensifica nossa comunhão com o Pai, por Cristo, no Espírito Santo.

A Celebração da Palavra tem valor em si mesma. Não deve ser compreendida apenas como substitutivo da missa. Ela tem densidade sacramental. A afirmação da presença de Cristo na proclamação das Escrituras dá, à liturgia da palavra, não só o peso de uma realidade simbólica, mas muito mais. Atribui a ela uma dimensão sacramental. A proclamação da Palavra na Liturgia é a
voz de Cristo que alcança os ouvintes. Saibamos valorizar a Celebração da Palavra do Senhor
como um dos lugares de encontro pessoal com Jesus e com a comunidade cristã.

Só seremos verdadeiramente discípulos se tivermos sido preenchidos pela Palavra do Senhor.
Para aprofundar ainda mais a temática, leia o caderno A Palavra de Deus na Liturgia, da coleção Celebrando o Cristo na vida do Povo II, livro formativo produzido pela imensão litúrgica da nossa Arquidiocese de Mariana.
Diácono Leandro

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

São João Maria Vianney, padroeiro dos sacerdotes

Por Paróquia São João Batista   Postado As  12:42   Sem Comentários
4 de agosto, dia do Padre
“A mais bela profissão do homem é rezar e amar
Prestai atenção, meus filhinhos: o tesouro do cristão não está na terra, mas nos céus. Por isso, o
nosso pensamento deve estar voltado para onde está o nosso tesouro.
Esta é a mais bela profissão do homem: rezar e amar. Se rezais e amais, eis aí a felicidade do homem sobre a terra.
A oração nada mais é do que a união com Deus. Quando alguém tem o coração puro e unido a
Deus, sente em si mesmo uma suavidade e doçura que inebria, e uma luz maravilhosa que o
envolve. 
Nesta íntima união, Deus e a alma são como dois pedaços de cera, fundidos num só,
de tal modo que ninguém pode mais separar. Como é bela esta união de Deus com sua
pequenina criatura! É uma felicidade impossível de se compreender.
Nós nos havíamos tornado indignos de rezar. Deus, porém, na sua bondade, permitiu-nos falar com ele. Nossa oração é o incenso que mais lhe agrada.”
Parabéns a todos os sacerdotes que fazem e fizeram de nossa paróquia um "Lugar de ser feliz"!
Pastoral da Comunicação

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Amor que revoluciona

Por Paróquia São João Batista   Postado As  13:35   Sem Comentários

Evangelho de Jesus Cristo escrito por São Mateus capítulo 5,43-48.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: Vós ouvistes o que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo! Eu, porém, vos digo, amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem! Assim vos tomareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons e faz cair a chuva sobre justos e injustos. Porque se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? E se saudais somente os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito. Palavra da salvação.

Toda palavra de Deus é atuante e mexe com o nosso modo de proceder. Escolhi para partilhar com nossos amados leitores o versículo 44 do Evangelho acima onde Jesus nos convida a amar e rezar para os nossos inimigos. Este é um dos ensinamentos mais revolucionário do Evangelho, sobretudo pela motivação que se dá para explicar o alcance e a raiz do amor cristão. É um amor que não pode ficar reservado ao círculo dos mais próximos, ao meu grupo ou aos que me amam, mas atinge inclusive os inimigos. É um amor sem fronteiras e somente pode ser entendido como expressão do amor de Deus, que é para todos.

Os seguidores de Jesus devem amar desta maneira, porque é assim que Deus nos ama. E para sermos de Deus, não há outra forma possível além de ser como ele. O desafiante problema de todos nós é que, identificamos o pecado com o pecador, o mal com o malfeitor. Cristo no momento mais sublime de sua vida, não aprova o deicídio, mas pede perdão para os algozes. Há uns 3 ou 4 anos atrás aconteceu que uma senhora, infelizmente entre tantas, aqui de Viçosa, teve um dos filhos assassinado por um colega. Passados uns 6 meses essa senhora pediu para ir à cadeia para ver o assassino. Os guardas o trouxeram. Vendo aquele rapaz a senhora correu ao seu encontro e abraçando-lhe disse: Filho eu te perdoô, mas não faça isso nunca mais, eu te amo.

É meus irmãos é fácil? Que o diga aqueles que tiveram brutalmente seus filhos mortos, porque amar os inimigos não é apenas suportá-los, mas chegar a querer-lhes o bem. Marthin Luther King dizia: "Obrigado, Senhor, porque não nos obrigastes a gostar de nossos inimigos, mas sim, à amá-los". Amar é sobrenatural e contém todo o elemento do perdão.

Queridos irmãos, nossos sentimentos existem e não podemos negá-los, mas não é fácil, o coração dói quando somos injuriados, caluniados e que muitas vezes fica gravado lá no fundo do coração. Quando acontecer isto, olhe para a cruz: Jesus perdoou, mas continuou com as marcas dos pregos.

Juca

Voltar ao topo ↑






© 2013 Paróquia São João Batista, Viçosa-MG
Produzido por E.S WebDesigner