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sábado, 20 de fevereiro de 2016

No monte Tabor

Por Paróquia São João Batista   Postado As  03:26   Sem Comentários

 Estamos no 2º domingo da Quaresma.
A Liturgia nos convida a subir o Monte Tabor para fortalecer a nossa fé em nossa caminhada quaresmal.
A Quaresma é o caminho de nossa transfiguração em Cristo. O Tabor é uma parada que Jesus faz em sua caminhada para o Calvário. É o lugar onde Deus reanima seus amigos e lhes dá as forças necessárias para chegar também eles à cruz.
As leituras apresentam pistas para a nossa "TRANSFIGURAÇÃO".

A 1ª Leitura nos fala da FÉ DE ABRAÃO. (Gn 15,5-12.17-18) Abraão já está velho, sem filhos, sem a terra sonhada e sua vida parece condenada ao fracasso. Deus lhe garante a Posse de uma Terra e uma descendência numerosa...
Ele confia totalmente em Deus e se põe a serviço dos desígnios do Senhor.
* Abraão é um modelo de fé: confia totalmente em Deus, aceita os planos de Deus e se põe a serviço deles.
Na 2a leitura, PAULO mostra sua FÉ na transfiguração, apesar do que via e condenava na comunidade: "Ele transformará o nosso corpo humilhado e  o tornará semelhante ao seu corpo glorificado". (Fl 3,17-4,1)
* A nossa transfiguração e a transformação do mundo atual exigem um processo contínuo de conversão.

O Evangelho apresenta a FÉ DOS APÓSTOLOS, fortalecida na MONTANHA pela Transfiguração de Jesus. (Lc 9,28b-36) Jesus está a caminho de Jerusalém com os Apóstolos. O 1o anúncio da PAIXÃO provoca neles uma crise profunda...
Desmoronam as esperanças messiânicas, impregnadas de triunfalismo...
Os Apóstolos, decepcionados, entram numa profunda crise. Para reanimar a fé abalada deles, Jesus...
- recorre à oração, na MONTANHA, lugar sagrado por excelência, onde Deus se revela ao homem e lhe apresenta seus projetos.
- se transfigura: Todo encontro autêntico com Deus deixa marcas visíveis no rosto das pessoas, como em Moisés ao descer do Sinai;
- Uma Voz confirma: "Este é o meu filho amado, escutai-o".
  Ao descer do monte, uma nova energia inundaria a sua pessoa e o coração dos apóstolos, para continuar a marcha para Jerusalém, onde seria crucificado...

O que fazemos no DOMINGO?
SUBIMOS a Montanha... para contemplar esse Rosto... para escutar essa Voz?
e depois DESCEMOS reanimados para prosseguir a nossa caminhada?
A nossa fé na transfiguração nos deve levar a transfigurar todo o nosso ser e transformar o mundo que nos rodeia. A humanidade se transforma e renasce quando escuta a Palavra do Pai em seu Filho e a põe em prática.
                                      Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Casa comum, nossa responsabilidade

Por Paróquia São João Batista   Postado As  07:14   Sem Comentários
O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) publicou o texto-base da Campanha da Fraternidade Ecumênica  (CFE) de 2016,  que será realizada em parceria com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com o objetivo de debater com a sociedade questões do saneamento básico a fim de garantir desenvolvimento, saúde integral e qualidade de vida aos cidadãos.
O tema escolhido para a reflexão é “Casa comum, nossa responsabilidade” e o lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5.24). A proposta está em sintonia com a Encíclica do papa Francisco, “Laudato Si”.
“Nesse tema e lema, duas dimensões básicas para a subsistência da vida são abarcadas a um só tempo: o cuidado com a criação e a luta pela justiça, sobretudo dos países pobres e vulneráveis. Nessa Campanha da Fraternidade Ecumênica, queremos instaurar processos de diálogos que contribuam para a reflexão crítica dos modelos de desenvolvimento que têm orientado a política e a economia”, explica a coordenação geral, representada pelo bispo da Igreja Anglicana e presidente do Conic, dom Flávio Irala, e a secretária-geral, pastora Romi Márcia Bencke.
Ainda, na apresentação do texto-base, a organização diz que a reflexão da CEF 2016 será “a partir de um problema específico que afeta o meio ambiente e a vida de todos os seres vivos, que é a fragilidade e, em alguns lugares, a ausência dos serviços de saneamento básico em nosso país”.
O texto-base está organizado em cinco partes, a partir do método ver, julgar e agir. Ao final, são apresentados os objetivos permanentes da Campanha, os temas anteriores e os gestos concretos previstos durante a Campanha 2016.
CNBB Nacional  com informações do Conic

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Todo católico deve saber sobre a Quarta-feira de Cinzas

Por Paróquia São João Batista   Postado As  03:50   Sem Comentários

 Recordamos algumas coisas essenciais que todo católico precisa saber para poder viver intensamente este tempo.

 O que é a Quarta-feira de Cinzas?
É o primeiro dia da Quaresma, ou seja, dos 40 dias nos quais a Igreja chama os fiéis a converter-se e a preparar-se verdadeiramente para viver os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo durante a Semana Santa.
A Quarta-feira de Cinza é uma celebração que está no Missal Romano, o qual explica que no final da Missa, abençoam e impõem as cinzas obtidas da queima dos ramos usadas no Domingo de Ramos do ano anterior.

 Como nasceu a tradição de impor as cinzas?
A tradição de impor a cinza é da Igreja primitiva. Naquela época, as pessoas colocavam as cinzas na cabeça e se apresentavam ante a comunidade com um “hábito penitencial” para receber o Sacramento da Reconciliação na Quinta-feira Santa.
A Quaresma adquiriu um sentido penitencial para todos os cristãos quase 400 anos d.C. e, a partir do século XI, a Igreja de Roma impõe as cinzas no início deste tempo.

 Por que impõem as cinzas?
A cinza é um símbolo. Sua função está descrita em um importante documento da Igreja, mais precisamente no artigo 125 do Diretório sobre a piedade popular e a liturgia:
 “O começo dos quarenta dias de penitência, no Rito romano, caracteriza-se pelo austero símbolo das Cinzas, que caracteriza a Liturgia da Quarta-feira de Cinzas. Próprio dos antigos ritos nos quais os pecadores convertidos se submetiam à penitência canônica, o gesto de cobrir-se com cinza tem o sentido de reconhecer a própria fragilidade e mortalidade, que precisa ser redimida pela misericórdia de Deus. Este não era um gesto puramente exterior, a Igreja o conservou como sinal da atitude do coração penitente que cada batizado é chamado a assumir no itinerário quaresmal. Devem ajudar aos fiéis, que vão receber as Cinzas, para que aprendam o significado interior que este gesto tem, que abre a cada pessoa a conversão e ao esforço da renovação pascal”.

O que simbolizam e o que recordam as cinzas?
A palavra cinza, que provém do latim "cinis", representa o produto da combustão de algo pelo fogo. Esta adotou desde muito cedo um sentido simbólico de morte, expiração, mas também de humildade e penitência.
A cinza, como sinal de humildade, recorda ao cristão a sua origem e o seu fim: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra” (Gn 2,7); “até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás” (Gn 3,19).

 Onde podemos conseguir as cinzas?
Para a cerimônia devem ser queimados os restos dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior. Estes recebem água benta e logo são aromatizados com incenso.

 Como se impõe as cinzas?
Este ato acontece durante a Missa, depois da homilia e está permitido que os leigos ajudem o sacerdote. As cinzas são impostas na fronte, em forma de cruz, enquanto o ministro pronuncia as palavras Bíblicas: “és pó e em pó te tornarás” ou “convertam-se e cream no Evangelho”.

 Quem pode receber as cinzas?
Qualquer pessoa pode receber este sacramental, inclusive as não católicas. Como explica o Catecismo (1670 ss.) “sacramentais não conferem a graça do Espírito Santo à maneira dos sacramentos; mas, pela oração da Igreja, preparam para receber a graça e dispõem para cooperar com ela”.

 A imposição das cinzas é obrigatória?
A Quarta-feira de Cinzas não é dia de preceito e, portanto, não é obrigatória. Não obstante, nesse dia muitas pessoas costumam participar da Santa Missa, algo que sempre é recomendável.

 O jejum e a abstinência são necessários?
O jejum e abstinência são obrigatórios durante a Quarta-feira de Cinzas, como também na Sexta-feira Santa, para as pessoas maiores de 18 e menores de 60 anos. Fora desses limites, é opcional. Nesse dia, os fiéis podem ter uma refeição “principal” uma vez durante o dia.
A abstinência de comer carne é obrigatória a partir dos 14 anos. Todas as sextas-feiras da Quaresma também são de abstinência obrigatória. Outras sextas-feiras do ano também, embora segundo o país pode ser substituído por outro tipo de mortificação ou oferecimento como a oração do terço.

                                                                                              Por Diego López Marina

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

As Razões de nossa esperança (Pd 3,15)

Por Paróquia São João Batista   Postado As  10:53   Sem Comentários

As razões de nossa esperança fundamentam-se em Jesus Cristo, que por nós se entregou, morreu e ressuscitou. Cremos e esperamos nele, pois seu amor é mais forte do que a morte. No final de 1979 o Papa São João Paulo II criou em Roma uma entidade chamada de Nova Spes - Nova Esperança. Numa sociedade materializada como a nossa, trata-se de relembrar ao homem sua excelsa dignidade. 

A virtude da esperança poderá soerguer o homem em 2016 e neste início de século. Com efeito, a esperança mimoseia o homem com celeste alento: Eclesiástico diz: "sabei que ninguém esperou no Senhor e foi confundido". Jeremias afirma: "O Senhor é bom para os que nele esperam para a alma que o busca". Santo Agostinho diz que a esperança é necessária em nossa peregrinação, ela nos consola no caminho. A esperança teologal é no pensamento agostiniano um princípio de ação. Este princípio é tanto mais sólido quanto se considera que "o homem pode esperar e espera porque Deus é um bem e porque Deus o ajuda; o esperar a Deus e em Deus são dois momentos da esperança inteiramente conexos entre si".

Por isto, possuindo esta virtude, o homem marcha resoluto para seu fim último e vai construindo um mundo sempre renovado. Donde a necessidade de se combater o desespero, que é sinal de decrepitude, sintoma de infantilidade. Eis por que só o homem que vive na esperança pode construir uma nova sociedade, pois jamais repete, com os discípulos de Emaús, "nós esperávamos", mas sempre diz jubiloso com o salmista: "Em ti Senhor eu esperei, não serei confundido para sempre". Como a esperança é a 2ª virtude teologal tem seu fundamento na fé, esta dá acesso àquela. Não se espera o que não se crê possível. Santo Tomás revela que: quando esperamos conseguir um bem de alguém, nos movemos para ele como para nosso bem e começamos a amá-lo. Assim, a esperança acarreta paz, alegria, força para quem a sabe cultivar. A bíblia diz: Bem aventurado o homem que pôs a sua esperança no Senhor.

A esperança como foi mostrado é um movimento da vontade para um bem que não se possui, mas que não está fora de todo o alcance. Ela está presente no coração da fé e aliás São Paulo afirmou: A fé é a garantia do que se espera, a segurança do que não se vê. Por isso, nossa fé deveria garantir a realização das esperanças eternas. Das terrenas, nem precisa tomar conhecimento, pois é isto que os poderosos do mundo querem: que nós, os cristãos, nos ocupemos do céu e deixemos com eles a condução (arbitrária) da terra. A esperança faz o cristão viver habitualmente no céu e para o céu, mas lá onde todos estarão juntos na casa do mesmo Pai. Feliz o que tem sua existência iluminada por tais virtudes. Solícito e abençoado 2016 repleto de saúde, paz e amor! Tenha Jesus no coração e viva feliz!

Juca

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Instituto Vida - Viçosa,MG

Por Paróquia São João Batista   Postado As  10:06   Sem Comentários

Ontem, dia 25/01, o Instituto Vida de Viçosa comemorou 6 anos de sua fundação. O Instituto é uma associação civil sem fins lucrativos, que tem por objetivo a promoção da vida humana.

 Os trabalhos envolvem educação, cultura, cidadania, ética, responsabilidade social, meio ambiente e esporte. É dirigido por um grupo de profissionais voluntários e sua sede está localizada no Bairro São José (antigo Laranjal), na Rua Santos Dumont 320. Embora tenha endereço físico no Laranjal, o Instituto pertence à Paróquia de São João Batista e atende a todas as Comunidades da paróquia. No dia de seu aniversário, vários de seus associados se reuniram para preparar a assembleia de eleição da nova diretoria para o próximo biênio.

 A assembleia será na matriz de São João Batista dia 28/01, quinta-feira, às 19h30min.
 Se você é associado, não deixe de participar! Se você ainda não conhece o Instituto, venha conhecer! Você irá se apaixonar pelo trabalho desenvolvido por aqui.
Pastoral da Comunicação - PSJB

domingo, 24 de janeiro de 2016

A Bíblia é a Palavra de Deus para nós

Por Paróquia São João Batista   Postado As  13:46   Sem Comentários

Deus convoca o Povo para escutar a Palavra e renovar a Aliança do Sinai.(Ne 8,2-4.5-6.8-10)
- O Povo de Deus serviu-se da Palavra de Deus para reconstruir o país,  quando voltou enfraquecido do exílio.
- Cristo com a Palavra de Deus iniciou sua Missão e apresentou seu programa.
- O Salmo diz: "Tua Palavra, Senhor, é lâmpada para meus pés, e luz para meu caminho". (Sl 119,105)

Paulo afirma: "Toda Escritura inspirada por Deus é útil para instruir e refutar, para corrigir e formar na justiça, a fim de que o homem de Deus seja  perfeito, qualificado para toda a espécie de boas obrar". (2Tm 15,4)

Em todas as épocas da história, sobretudo em épocas de crise, os homens voltaram a alimentar-se da Bíblia, procurando nela um sentido para a sua vida e o encontraram.

A própria Igreja, no Concílio Vaticano II, redescobriu o valor da Bíblia e fez dela a fonte de inspiração para um profundo trabalho de renovação.
Além de um documento dedicado à "Palavra de Deus", propôs maior espaço para a Bíblia na Liturgia, na Catequese, nas Comunidades, nos grupos e na vida pessoal dos cristãos...

O Compêndio do Catecismo da Igreja Católica afirma:
  "A Sagrada escritura dá suporte e vigor à vida da Igreja.  É para seus filhos firmeza da fé, alimento e fonte de vida espiritual. É a alma da teologia e da pregação pastoral...
   A Igreja exorta por isso à freqüente leitura da Sagrada Escritura, porque a ignorância das escrituras é ignorância de Cristo". (CCIC 24)

- O primeiro livro, que Deus escreveu para nós, é a NATUREZA, criada pela PALAVRA de Deus; são os fatos, os acontecimentos, a história, tudo que existe e acontece na vida do povo;
  é a realidade que nos envolve; é a vida que vivemos.
- O segundo livro é a BÍBLIA.
  "Ela foi escrita para nos ajudar a decifrar o mundo, para nos devolver o olhar da fé e da contemplação, e para transformar a realidade numa grande revelação de Deus". (S. Agostinho)
                                                                                            
A Bíblia é isso para você? Ou Ela continua sendo apenas um objeto de enfeite na prateleira da sala, ou pior, permanece esquecida no fundo de uma gaveta?

- Cristo nos convoca com a sua Palavra, para que completemos a Obra iniciada por Ele...

                                                    Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 24.01,2016

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

SACRAMENTO DA CRISMA

Por Paróquia São João Batista   Postado As  15:11   Sem Comentários

A paróquia de São João Batista reafirma o que dizem as Orientações e Normas para os Sacramentos, veja parte das Orientações e Normas sobre o Sacramento da CRISMA:

“44. O sacramento da Crisma seja celebrado na própria Paróquia.
Em caso de transferência, requer-se motivo justo e autorização do Pároco.
45. Haja em cada paróquia uma equipe estável que, sob orientação do
Pároco coordene a preparação para a Crisma.
46. Na Arquidiocese de Mariana, a idade mínima para a celebração do
sacramento da Crisma é de 15 (quinze) anos completos. Contudo, mais do
que com a idade, a preocupação deve ser com a maturidade do(a)
crismando(a) na fé e com sua inserção na comunidade eclesial (cf. lei
complementar da CNBB cân. 891).
47. Em perigo de morte, todo Presbítero pode celebrar a Crisma em favor
de qualquer pessoa batizada, seja qual for sua idade.
48. Deve-se zelar para que as Crismas celebradas sejam devidamente registradas no Livro de Crismas a ser conservado no arquivo paroquial.”

Nenhuma paróquia da Arquidiocese de Mariana pode desobedecer as suas Orientações e Normas.

Visite a página e conheça mais sobre os Sacramentos:
http://www.arqmariana.com.br/wp-content/uploads/2009/03/livro_normaspastorais.pdf

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