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terça-feira, 8 de março de 2016

Ser mulher é um dom e precisa ser lembrado sempre

Por Paróquia São João Batista   Postado As  08:10   Sem Comentários
A alegria de ser mulher está entremeada de desafios que nosso tempo impõe ou que nós mesmas colocamos como alterações em nossa forma de ser. Faz parte da realidade feminina, nos dias atuais, várias jornadas de trabalho: a empresa, a casa, o marido, o cuidado com os filhos, como levá-los à escola e, muitas vezes, criá-los sozinhas. Há tantas outras situações vivenciadas pela mulher! Porém, muitas delas se sentem perdidas, não encontram sentido na vida e acabam endurecidas e até mesmo entristecidas.

Mesmo assim, acredito que o grande desafio da mulher é ser mulher. Como assim? Já percebeu o quanto a mulher perdeu sua origem? Na competição por direitos iguais, nós as vemos colocando-se como rivais dos homens, como aquelas que disputam, da mesma forma, os espaços antes ocupados por eles. É claro que precisamos trabalhar e ter nossas conquistas, mas já viram quantas se queixam da solidão, da falta de um companheiro, do abandono?
O Papa João Paulo II tece, em uma de suas cartas, um belíssimo comentário sobre nós, dizendo que “rende graças por todas e cada uma das mulheres: pelas mães, pelas irmãs, pelas esposas; pelas mulheres consagradas a Deus na virgindade; pelas mulheres que se dedicam a tantos e tantos seres humanos, que esperam o amor gratuito de outra pessoa; pelas mulheres que cuidam do ser humano na família, que é o sinal fundamental da sociedade humana; pelas mulheres que trabalham profissionalmente, mulheres que, às vezes, carregam uma grande responsabilidade social; pelas mulheres perfeitas e pelas mulheres fracas“.
Com toda a beleza que foi dada especialmente a nós, vale uma grande reflexão ligada à importância da valorização da essência feminina. Ao deixar essa essência de lado, muitas vezes nos fechamos ao amor, àquilo que é natural a cada uma de nós.
Deixamos de nos valorizar e, muitas vezes, queremos ser valorizadas pelos homens. É tempo de rever nossa postura no mundo, de voltar ao essencial; não vamos voltar ao século passado, mas é importante que possamos atualizar o ser mulher em nosso tempo, não nos esquecendo da riqueza desse dom único e especial: ser mulher! É tempo de retomada, de viver valores esquecidos, dons adormecidos e sinais do feminino. É tempo de reavivar a natureza tão bela da mulher, do equilíbrio, da doçura e da força, de todo este universo de características que nos fazem mulher, mas que, muitas vezes, foram deixadas de lado.
Elaine Ribeiro dos Santos

Paróquia de São João Batista - Viçosa, MG

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Sacramento da Reconciliação: encontro com a misericórdia de Deus

Por Paróquia São João Batista   Postado As  10:57   Sem Comentários
Mutirão de Confissões de 14h às 17h e após às 19h
26/02 - Paróquia de São Silvestre
02/03 – Paróquia de Santa Rita de Cássia
03/03 – Paróquia de São João Batista
11/03 – Paróquia de Nossa Senhora de Fátima

Exame de consciência para adultos

 Acredito num Salvador que me ama, que perdoa os meus pecados e que me dá a graça de me tornar santo. Jesus Cristo, através do ministério dos Seus sacerdotes, faz ambas as coisas no Sacramento da Penitência. 
“Mesmo que os teus pecados sejam como escarlate, ficarão brancos como neve.” (Isaías 1, 18)

 “Não vim chamar os justos, mas os pecadores.” (Mateus 9,13)

 “Os homens receberam de Deus um poder que não foi dado aos anjos nem aos arcanjos. Nunca foi dito aos espíritos celestes, “O que ligardes e desligardes na Terra será ligado e desligado no Céu.” Os príncipes deste mundo só podem ligar e desligar o corpo.
 O poder do sacerdote vai mais além; alcança a alma, e exerce-se não só em batizar, mas ainda mais em perdoar os pecados. Não coremos, pois, ao confessar as nossas faltas. Quem se envergonhar de revelar os seus pecados a um homem, e não os confessar, será envergonhado no Dia do Juízo na presença de tudo o Universo.” (S. João Crisóstomo, Tratado sobre os Sacerdotes, Liv. 3)


Oração para antes da Confissão:

 Senhor, iluminai-me para me ver a mim próprio tal como Vós me vedes, e dai-me a graça de me arrepender verdadeira e efetivamente dos meus pecados. O Virgem Santíssima, ajudai-me a fazer uma boa confissão. 

Como se Confessar:

 Antes de mais, examine bem a sua consciência. Em seguida, diga ao sacerdote que pecados específicos cometeu, e, com a maior exatidão possível, quantas vezes os cometeu desde a sua última boa confissão. Só é obrigado a confessar os pecados mortais, visto que pode obter o perdão dos seus pecados veniais através de sacrifícios e atos de caridade. Se estiver em dúvida sobre se um pecado é mortal ou venial, mencione ao confessor a sua dúvida. Recorde-se, também, que a confissão dos pecados veniais ajuda muito a evitar o pecado e a avançar na direção do Céu. 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Cuide do seu casamento assim e nunca se arrependerá dele

Por Paróquia São João Batista   Postado As  08:11   Sem Comentários
Meu cônjuge é o meu caminho, minha vida, meu lar, o lugar no qual descanso e me encontro com Deus.
É importante encontrar espaços nos quais possamos crescer em nosso caminho. Cuidar da cumplicidade quando estamos juntos, sozinhos ou em público. Tratar-nos com delicadeza, sem nos ferirmos. 

Nunca deixar que o outro se sinta sozinho. Que saiba que estou aqui, ao seu lado, caminhando em sua vida, quando ele está perto ou longe. Também quando estamos com mais gente.
Não contar sobre nossa vida íntima a outras pessoas. O que vivemos é nosso e ninguém precisa conhecer. Não rir nem reclamar dele diante dos outros. Viver a castidade também é guardar sua dignidade, sua honra, sua fama, seu nome, sua imagem.

É importante cuidar da
 intimidade conjugal a todo momento. Cuidar desse espaço no qual podemos nos entregar por inteiro. Cuidar do descanso e do diálogo. Que possamos estar juntos sem interferências.
Que o celular, o trabalho, a televisão, os seriados não nos façam deixar de cuidar do amor. Precisamos cuidar do que é nosso, desses tempos sagrados nos quais compartilhamos a vida.
Que não nos dispersemos nos amigos, nas reuniões familiares, sociais. O cônjuge é sempre a prioridade.

Por ele, faço coisas que jamais faria por outra pessoa, e deixo de fazer outras que gostaria de fazer. E faço isso feliz, porque o amo.
Por ele, deixei tudo. Por ele, começo de novo. Meu cônjuge é para mim o amor único, minha
 prioridade em tudo.
Quando éramos namorados, vimos na outra pessoa algo novo, que nos completava, complementava, encantava. O que era isso?
Agora é hora de recordar isso. Esse
 amor continua vivo na minha alma? O outro é o meu caminho. Minha vida. Meu lar. O lugar no qual descanso e me encontro com Deus.
O amor só é possível a partir dessa verdade. A partir da minha verdade, entrego-me inteiramente. E acolho a verdade do outro com alegria. Por isso, é fundamental nunca mentir, não ocultar coisas importantes que o outro deveria saber.
Não mentir com pensamentos, palavras ou segredos. Que minha vida seja transparente para o outro, limpa. Que ele saiba o que faço, o que sinto, o que me preocupa.
Meu olhar é muito importante. O olhar franco e verdadeiro. Puro e autêntico.

Como olho para meu cônjuge? Sou transparente, autêntico, verdadeiro?

sábado, 20 de fevereiro de 2016

No monte Tabor

Por Paróquia São João Batista   Postado As  03:26   Sem Comentários

 Estamos no 2º domingo da Quaresma.
A Liturgia nos convida a subir o Monte Tabor para fortalecer a nossa fé em nossa caminhada quaresmal.
A Quaresma é o caminho de nossa transfiguração em Cristo. O Tabor é uma parada que Jesus faz em sua caminhada para o Calvário. É o lugar onde Deus reanima seus amigos e lhes dá as forças necessárias para chegar também eles à cruz.
As leituras apresentam pistas para a nossa "TRANSFIGURAÇÃO".

A 1ª Leitura nos fala da FÉ DE ABRAÃO. (Gn 15,5-12.17-18) Abraão já está velho, sem filhos, sem a terra sonhada e sua vida parece condenada ao fracasso. Deus lhe garante a Posse de uma Terra e uma descendência numerosa...
Ele confia totalmente em Deus e se põe a serviço dos desígnios do Senhor.
* Abraão é um modelo de fé: confia totalmente em Deus, aceita os planos de Deus e se põe a serviço deles.
Na 2a leitura, PAULO mostra sua FÉ na transfiguração, apesar do que via e condenava na comunidade: "Ele transformará o nosso corpo humilhado e  o tornará semelhante ao seu corpo glorificado". (Fl 3,17-4,1)
* A nossa transfiguração e a transformação do mundo atual exigem um processo contínuo de conversão.

O Evangelho apresenta a FÉ DOS APÓSTOLOS, fortalecida na MONTANHA pela Transfiguração de Jesus. (Lc 9,28b-36) Jesus está a caminho de Jerusalém com os Apóstolos. O 1o anúncio da PAIXÃO provoca neles uma crise profunda...
Desmoronam as esperanças messiânicas, impregnadas de triunfalismo...
Os Apóstolos, decepcionados, entram numa profunda crise. Para reanimar a fé abalada deles, Jesus...
- recorre à oração, na MONTANHA, lugar sagrado por excelência, onde Deus se revela ao homem e lhe apresenta seus projetos.
- se transfigura: Todo encontro autêntico com Deus deixa marcas visíveis no rosto das pessoas, como em Moisés ao descer do Sinai;
- Uma Voz confirma: "Este é o meu filho amado, escutai-o".
  Ao descer do monte, uma nova energia inundaria a sua pessoa e o coração dos apóstolos, para continuar a marcha para Jerusalém, onde seria crucificado...

O que fazemos no DOMINGO?
SUBIMOS a Montanha... para contemplar esse Rosto... para escutar essa Voz?
e depois DESCEMOS reanimados para prosseguir a nossa caminhada?
A nossa fé na transfiguração nos deve levar a transfigurar todo o nosso ser e transformar o mundo que nos rodeia. A humanidade se transforma e renasce quando escuta a Palavra do Pai em seu Filho e a põe em prática.
                                      Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Casa comum, nossa responsabilidade

Por Paróquia São João Batista   Postado As  07:14   Sem Comentários
O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) publicou o texto-base da Campanha da Fraternidade Ecumênica  (CFE) de 2016,  que será realizada em parceria com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com o objetivo de debater com a sociedade questões do saneamento básico a fim de garantir desenvolvimento, saúde integral e qualidade de vida aos cidadãos.
O tema escolhido para a reflexão é “Casa comum, nossa responsabilidade” e o lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5.24). A proposta está em sintonia com a Encíclica do papa Francisco, “Laudato Si”.
“Nesse tema e lema, duas dimensões básicas para a subsistência da vida são abarcadas a um só tempo: o cuidado com a criação e a luta pela justiça, sobretudo dos países pobres e vulneráveis. Nessa Campanha da Fraternidade Ecumênica, queremos instaurar processos de diálogos que contribuam para a reflexão crítica dos modelos de desenvolvimento que têm orientado a política e a economia”, explica a coordenação geral, representada pelo bispo da Igreja Anglicana e presidente do Conic, dom Flávio Irala, e a secretária-geral, pastora Romi Márcia Bencke.
Ainda, na apresentação do texto-base, a organização diz que a reflexão da CEF 2016 será “a partir de um problema específico que afeta o meio ambiente e a vida de todos os seres vivos, que é a fragilidade e, em alguns lugares, a ausência dos serviços de saneamento básico em nosso país”.
O texto-base está organizado em cinco partes, a partir do método ver, julgar e agir. Ao final, são apresentados os objetivos permanentes da Campanha, os temas anteriores e os gestos concretos previstos durante a Campanha 2016.
CNBB Nacional  com informações do Conic

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Todo católico deve saber sobre a Quarta-feira de Cinzas

Por Paróquia São João Batista   Postado As  03:50   Sem Comentários

 Recordamos algumas coisas essenciais que todo católico precisa saber para poder viver intensamente este tempo.

 O que é a Quarta-feira de Cinzas?
É o primeiro dia da Quaresma, ou seja, dos 40 dias nos quais a Igreja chama os fiéis a converter-se e a preparar-se verdadeiramente para viver os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo durante a Semana Santa.
A Quarta-feira de Cinza é uma celebração que está no Missal Romano, o qual explica que no final da Missa, abençoam e impõem as cinzas obtidas da queima dos ramos usadas no Domingo de Ramos do ano anterior.

 Como nasceu a tradição de impor as cinzas?
A tradição de impor a cinza é da Igreja primitiva. Naquela época, as pessoas colocavam as cinzas na cabeça e se apresentavam ante a comunidade com um “hábito penitencial” para receber o Sacramento da Reconciliação na Quinta-feira Santa.
A Quaresma adquiriu um sentido penitencial para todos os cristãos quase 400 anos d.C. e, a partir do século XI, a Igreja de Roma impõe as cinzas no início deste tempo.

 Por que impõem as cinzas?
A cinza é um símbolo. Sua função está descrita em um importante documento da Igreja, mais precisamente no artigo 125 do Diretório sobre a piedade popular e a liturgia:
 “O começo dos quarenta dias de penitência, no Rito romano, caracteriza-se pelo austero símbolo das Cinzas, que caracteriza a Liturgia da Quarta-feira de Cinzas. Próprio dos antigos ritos nos quais os pecadores convertidos se submetiam à penitência canônica, o gesto de cobrir-se com cinza tem o sentido de reconhecer a própria fragilidade e mortalidade, que precisa ser redimida pela misericórdia de Deus. Este não era um gesto puramente exterior, a Igreja o conservou como sinal da atitude do coração penitente que cada batizado é chamado a assumir no itinerário quaresmal. Devem ajudar aos fiéis, que vão receber as Cinzas, para que aprendam o significado interior que este gesto tem, que abre a cada pessoa a conversão e ao esforço da renovação pascal”.

O que simbolizam e o que recordam as cinzas?
A palavra cinza, que provém do latim "cinis", representa o produto da combustão de algo pelo fogo. Esta adotou desde muito cedo um sentido simbólico de morte, expiração, mas também de humildade e penitência.
A cinza, como sinal de humildade, recorda ao cristão a sua origem e o seu fim: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra” (Gn 2,7); “até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás” (Gn 3,19).

 Onde podemos conseguir as cinzas?
Para a cerimônia devem ser queimados os restos dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior. Estes recebem água benta e logo são aromatizados com incenso.

 Como se impõe as cinzas?
Este ato acontece durante a Missa, depois da homilia e está permitido que os leigos ajudem o sacerdote. As cinzas são impostas na fronte, em forma de cruz, enquanto o ministro pronuncia as palavras Bíblicas: “és pó e em pó te tornarás” ou “convertam-se e cream no Evangelho”.

 Quem pode receber as cinzas?
Qualquer pessoa pode receber este sacramental, inclusive as não católicas. Como explica o Catecismo (1670 ss.) “sacramentais não conferem a graça do Espírito Santo à maneira dos sacramentos; mas, pela oração da Igreja, preparam para receber a graça e dispõem para cooperar com ela”.

 A imposição das cinzas é obrigatória?
A Quarta-feira de Cinzas não é dia de preceito e, portanto, não é obrigatória. Não obstante, nesse dia muitas pessoas costumam participar da Santa Missa, algo que sempre é recomendável.

 O jejum e a abstinência são necessários?
O jejum e abstinência são obrigatórios durante a Quarta-feira de Cinzas, como também na Sexta-feira Santa, para as pessoas maiores de 18 e menores de 60 anos. Fora desses limites, é opcional. Nesse dia, os fiéis podem ter uma refeição “principal” uma vez durante o dia.
A abstinência de comer carne é obrigatória a partir dos 14 anos. Todas as sextas-feiras da Quaresma também são de abstinência obrigatória. Outras sextas-feiras do ano também, embora segundo o país pode ser substituído por outro tipo de mortificação ou oferecimento como a oração do terço.

                                                                                              Por Diego López Marina

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

As Razões de nossa esperança (Pd 3,15)

Por Paróquia São João Batista   Postado As  10:53   Sem Comentários

As razões de nossa esperança fundamentam-se em Jesus Cristo, que por nós se entregou, morreu e ressuscitou. Cremos e esperamos nele, pois seu amor é mais forte do que a morte. No final de 1979 o Papa São João Paulo II criou em Roma uma entidade chamada de Nova Spes - Nova Esperança. Numa sociedade materializada como a nossa, trata-se de relembrar ao homem sua excelsa dignidade. 

A virtude da esperança poderá soerguer o homem em 2016 e neste início de século. Com efeito, a esperança mimoseia o homem com celeste alento: Eclesiástico diz: "sabei que ninguém esperou no Senhor e foi confundido". Jeremias afirma: "O Senhor é bom para os que nele esperam para a alma que o busca". Santo Agostinho diz que a esperança é necessária em nossa peregrinação, ela nos consola no caminho. A esperança teologal é no pensamento agostiniano um princípio de ação. Este princípio é tanto mais sólido quanto se considera que "o homem pode esperar e espera porque Deus é um bem e porque Deus o ajuda; o esperar a Deus e em Deus são dois momentos da esperança inteiramente conexos entre si".

Por isto, possuindo esta virtude, o homem marcha resoluto para seu fim último e vai construindo um mundo sempre renovado. Donde a necessidade de se combater o desespero, que é sinal de decrepitude, sintoma de infantilidade. Eis por que só o homem que vive na esperança pode construir uma nova sociedade, pois jamais repete, com os discípulos de Emaús, "nós esperávamos", mas sempre diz jubiloso com o salmista: "Em ti Senhor eu esperei, não serei confundido para sempre". Como a esperança é a 2ª virtude teologal tem seu fundamento na fé, esta dá acesso àquela. Não se espera o que não se crê possível. Santo Tomás revela que: quando esperamos conseguir um bem de alguém, nos movemos para ele como para nosso bem e começamos a amá-lo. Assim, a esperança acarreta paz, alegria, força para quem a sabe cultivar. A bíblia diz: Bem aventurado o homem que pôs a sua esperança no Senhor.

A esperança como foi mostrado é um movimento da vontade para um bem que não se possui, mas que não está fora de todo o alcance. Ela está presente no coração da fé e aliás São Paulo afirmou: A fé é a garantia do que se espera, a segurança do que não se vê. Por isso, nossa fé deveria garantir a realização das esperanças eternas. Das terrenas, nem precisa tomar conhecimento, pois é isto que os poderosos do mundo querem: que nós, os cristãos, nos ocupemos do céu e deixemos com eles a condução (arbitrária) da terra. A esperança faz o cristão viver habitualmente no céu e para o céu, mas lá onde todos estarão juntos na casa do mesmo Pai. Feliz o que tem sua existência iluminada por tais virtudes. Solícito e abençoado 2016 repleto de saúde, paz e amor! Tenha Jesus no coração e viva feliz!

Juca

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