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domingo, 20 de novembro de 2016

Cristo, Nosso Rei

Por Paróquia São João Batista   Postado As  03:24   Sem Comentários

Os reinos estão, hoje, muito desacreditados.No entanto, na Bíblia, o tema é muito usado, no Antigo e no Novo Testamento.

Celebrar a festa de Cristo Rei - Não é celebrar um Deus forte, dominador,  que se impõe aos homens do alto de sua onipotência e que os assusta com gestos espetaculares; é celebrar um Deus que serve, que acolhe e que reina nos corações com a força desarmada do amor.
  A Cruz é o trono de um Deus que recusa qualquer poder e  escolhe reinar no coração dos homens através do amor e do dom da vida. 
Por isso, a festa de Cristo Rei nos convida a repensar  a nossa existência e os nossos valores. 
- Diante deste "rei" despojado de tudo e pregado numa cruz, não nos parecem completamente ridículas as nossas pretensões  de honras, de glórias, de títulos, de aplausos, de reconhecimento?
 - Diante deste "rei" que dá a vida por amor,  não nos parecem completamente sem sentido as nossas manias de grandeza, as lutas para conseguirmos mais poder, as invejas mesquinhas, as rivalidades que nos magoam e separam dos irmãos?
 - Diante deste "rei" que se dá sem guardar nada para si,  não nos sentimos convidados a fazer da vida um dom? Certamente nos sentimos felizes em sermos cidadãos desse Reino.
Por isso, alegremo-nos dessa dignidade e façamos com que ele tenha um lugar sempre maior dentro de nosso coração...                                                                                           
                                        Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa (adaptação)

domingo, 6 de novembro de 2016

Quanto vale a vida em relação à eternidade?

Por Paróquia São João Batista   Postado As  09:18   Sem Comentários

Certa vez um homem que valorizava o “ser” mais que o “ter”, hospedou-se na casa de um amigo em Paris, na França. Depois do jantar, o anfitrião convidou o hóspede para visitar sua galeria de obras de arte e começou a enaltecer, de maneira soberba, os bens materiais que possuía. Disse que o homem vale pelo que possui, exibiu escrituras, joias, títulos e outros valores.

 Depois de ouvir tudo calmamente, o hóspede falou da sua convicção de que os bens da terra não nos pertencem, mais cedo ou mais tarde teremos que deixá-los. Argumentou que os verdadeiros valores são as conquistas intelectuais e morais e não as posses terrenas, pois são sempre passageiras. No entanto, o materialista falou com arrogância que ele era o verdadeiro dono de tudo aquilo que mostrava ao visitante. Diante de tanta teimosia, o hóspede propôs-lhe um acordo. “Já que é assim, voltaremos a falar sobre esse assunto daqui a 50 anos. Está bem”? O dono da casa respondeu: “ora, daqui a 50 anos, nós já estaremos mortos, pois ambos temos mais de 68 anos de idade”. O hóspede respondeu: “É por isso mesmo que poderemos discutir o assunto com mais segurança, pois só então entenderá que nada do que conseguiu nesta vida lhe pertence. Você é apenas administrador das coisas de Deus. 

Chegará um dia que terá de deixar toda posse material e partir, levando consigo somente suas verdadeiras conquistas, que são suas virtudes. Só então poderá avaliar se é verdadeiramente rico ou não. Meu irmão, minha irmã, o mundo vivencia tanta desigualdade! Muitos animais são mais bem tratados do que muitos seres humanos. Poucos têm muito e muitos vivem de migalhas, vivendo com meio salário ou, às vezes, nem isso! Tem gente morando em lugares que nem porco consegue viver. 

Novembro é um mês que nos leva a refletir sobre a finidade do ser humano. Portanto, convido-o, com toda ternura, a pensar: Que diferença fará daqui a 100 anos, se você morou numa mansão ou numa casa simples, se vestiu roupas sofisticadas, se pisou em tapetes ou chão de terra, se teve grandes reservas bancárias ou não? Absolutamente nenhuma. No entanto, o que você fizer de caridade, de bom a seus irmãos mais necessitados, fará muita diferença em sua vida, não só daqui a 100 anos, mas por toda a eternidade. Por essa razão, vale a pena pensar no que realmente tem valor, pois um dia prestaremos contas à nossa própria consciência. A humildade abre portas, a arrogância e a prepotência as travam com elos de aço. Não faça de sua vida um rascunho, pois pode não dar tempo de passá-la a limpo.
 Juca

sábado, 29 de outubro de 2016

Os olhos de Deus são diferentes dos nossos

Por Paróquia São João Batista   Postado As  14:38   Sem Comentários

Com freqüência, somos levados a olhar nas pessoas só os aspectos negativos...
Como é o olhar de Deus?
"Os olhos de Deus são diferentes dos nossos". (Sb 11,22-12,2)
Zaqueu só resolveu ser generoso após o encontro com Cristo e após ter feito a experiência do Amor e da Misericórdia de Deus.  (Lc 19,1-10)
O amor de Deus não se derramou sobre Zaqueu depois de ele ter mudado. O que provocou a conversão de Zaqueu foi o amor de Deus, quando ainda era pecador. Converteu-se, quando se sentiu amado...
Prova-se assim que o amor pode transformar o mundo e o coração dos homens.
Hoje Cristo continua batendo à porta de nossa casa. Ele deseja cear conosco para nos libertar de tudo o que nos aprisiona e impede o nosso crescimento da vida de fé e de comunidade.
Abrindo as portas de nossa casa para acolher Jesus, abrimos também os ouvidos e o coração ao anúncio da Boa nova.

É esse Deus de amor que devemos anunciar com palavras e gestos. Só o amor gera amor e só com o amor conseguiremos transformar o mundo e o coração dos homens.
Deus nos convida a amar todos os homens, inclusive os pecadores; mas nos chama a combater o pecado, que enfeia o mundo e destrói a felicidade do homem.
Qual é o nosso Olhar
para com os que se sentem excluídos e marginalizados até pelos "fiéis" de nossas Comunidade?
- Um olhar severo e feroz, como o do povo, que julga e condena?
- Ou um olhar meigo, como o de Jesus, que convida a celebrar num "Banquete", com muito amor e acolhida?
                                               Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa (adaptação) 

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Outubro, mês missionário

Por Paróquia São João Batista   Postado As  08:41   Sem Comentários


O mundo não conhece a Deus. As civilizações se desenvolvem, a tecnologia avança, o homem conquista grandes descobertas - mas o mundo ainda não conhece Deus.

Há aqueles que não o conhecem porque sempre viveram em um ambiente de crendices, superstições, idolatrias e buscas de filosofias que não são cristãs como o espiritismo que nega a ressurreição de Cristo e, por isso, incompatível com a fé cristã católica, sendo até antagônica. Estes precisam que um missionário lhes mostre, com palavras, meditações e ações, a existência de um Deus uno e trino – Pai, Filho e Espírito Santo – que nos ama e que quer ser amado por nós, principalmente através do amor aos nossos semelhantes.

Há aqueles que já foram informados sobre esse Pai amantíssimo, mas a ganância, a violência, o egoísmo não lhes deixam conhecer realmente o projeto de felicidade que Deus tem para nós. É preciso que alguém lhes abra os olhos e os faça enxergar e viver as maravilhas do céu, cujo caminho não é o mais fácil, mas, certamente, é o mais seguro.

Infelizmente, há também aqueles que conhecem a ternura e o amor de Deus, mas, por isso mesmo, se acham tão melhores do que os outros, que se assentam em sua altivez, esquecendo que a humildade, a simplicidade nos conservam mais perto do Pai e que o orgulho nos afasta d'Ele.

Para todos esses, urge que surjam missionários dispostos a mostrar ao mundo o Deus verdadeiro, que é amoroso, simples: que aplaude a humildade e o serviço espontâneo e desinteressado.

O mês de outubro é considerado no seio da Igreja Católico como o mês das missões para lembrar-nos de nos tornar missionários, levando a Palavra de Deus a todos que, de uma maneira ou de outra, não a conhecem realmente.

Padre Wagner Augusto Portugal (adaptação)

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Dois Senhores

Por Paróquia São João Batista   Postado As  14:49   Sem Comentários
Vivemos numa sociedade globalizada, em que o dinheiro parece mandar em tudo e é procurado a qualquer custo. Para muita gente, ter dinheiro significa poder e prestígio... Qual deve ser a atitude cristã diante das riquezas?     
  Em Lucas 16,1-13, Cristo convida a conseguir a verdadeira liberdade, servindo a Deus e não ao dinheiro. Ilustra com a Parábola do administrador infiel, que ao ser despedido, reduz o valor da dívida dos devedores para garantir futuros amigos.
À primeira vista, poderia dar a impressão de que Jesus elogia a desonestidade e a corrupção do administrador. Para compreender o ensinamento do Mestre, devemos nos situar no tempo.
Naquela época, os administradores deviam entregar ao empresário uma determinada quantia; o que conseguissem a mais ficava com eles. O que fez o administrador? Renunciou ao que lhe cabia nos negócios. Ele entendeu que, no futuro, mais do que dinheiro, precisava de amigos. Por isso, renunciou ao dinheiro, para conquistar amigos.
A "esperteza" do administrador revela a criatividade, que falta aos "filhos da luz". Devemos também usar essa "esperteza" para tornar sempre atual a mensagem de Cristo.

A Busca desenfreada pelo dinheiro continua...
O dinheiro é o deus de muita gente, que está disposta a tudo desde que faça crescer a conta bancária.
- Para ganhar mais dinheiro, há quem trabalha doze ou quinze horas por dia, num ritmo de escravo,
  e esquece de Deus, da família, dos amigos e até própria de saúde;  por dinheiro, há quem vende a sua dignidade, a sua consciência e renuncia a princípios em que acredita;  por dinheiro, há quem não tem escrúpulos em sacrificar a vida ou o nome dos seus irmãos; por dinheiro, há quem é injusto, explora os operários, se recusa a pagar um salário justo...  
Talvez nunca cheguemos a estes casos extremos; mas, até onde seríamos capazes de ir, por causa do dinheiro? A adoração ao "deus dinheiro" não é o caminho mais seguro para construir valores duradouros, geradores de vida e de felicidade.

Jesus não quer dizer que o dinheiro seja uma coisa desprezível e imoral, do qual devamos fugir a todo o custo.
O dinheiro é necessário para uma vida com qualidade e dignidade… Mas ele não pode se tornar uma obsessão, uma escravidão, pois não nos assegura (e muitas vezes até perturba) a conquista dos valores duradouros e da vida plena.

Jesus conclui com sentenças sobre o bom uso das riquezas:
- "Ninguém pode servir a dois senhores... a Deus e ao Dinheiro..."
  * Deus e o dinheiro representam mundos contraditórios... Os discípulos são convidados a fazer a sua escolha entre o Mundo do dinheiro (de egoísmo, interesses, exploração, injustiça)  e o Mundo do Amor (da doação, da partilha, da fraternidade).
Qual é a nossa atitude diante dos bens terrenos? Só Deus é o dono de tudo o que existe...
Nós somos apenas administradores... A qualquer momento, Cristo poderá também nos dizer:
"Presta conta da tua administração!"
Como estamos administrando? Já garantimos a nossa morada eterna?

                                    Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa (adaptação) 

domingo, 11 de setembro de 2016

Setembro, Mês da Bíblia

Por Paróquia São João Batista   Postado As  13:31   Sem Comentários

A Bíblia – Palavra de Deus – é o fruto da comunicação entre Deus que se revela e a pessoa que acolhe e responde à revelação. Por isso a Bíblia é formada por histórias de um povo, o Povo de Deus, que teve o dom de interpretar sua realidade à luz da presença de Deus e compreender que a vida é um projeto de amor que parte de Deus e volta para Ele. 

A partir do Concílio a Igreja começou a incentivar as famílias a terem a sua Bíblia em casa. Por isso, hoje já são poucas as famílias católicas que ainda não têm Bíblia. Se, por acaso alguém ainda não a possuir, pode aproveitar as promoções que as livrarias católicas fazem no mês de setembro para adquiri-la.

Ter a Bíblia em casa, não é suficiente para um cristão. É preciso também ler o que nela está escrito. E a leitura não pode ser feita da mesma forma como se lê um jornal ou um romance policial. A Bíblia deve ser lida em clima de oração e com o coração voltado para Deus, prestando atenção à mensagem que Ele nos quer passar.

Colocar em prática o que a Bíblia propõe é o grande desafio para os cristãos. Mahatma Gandhi, depois de ter lido a Bíblia se desiludiu profundamente com os cristãos que levavam uma vida em total desacordo com os ensinamentos de Jesus. Dizia ele: “Não conheço ninguém que tenha feito mais para a humanidade do que Jesus. O problema são vocês, cristãos, que não vivem o que a Bíblia ensina”.

Aproveitemos a graça do mês de setembro para criar maior familiaridade com a Palavra de Deus. Procuremos dar-lhe um lugar de destaque em nossas casas e tirar alguns minutos do dia para ler algum texto bíblico. Se tivermos oportunidade, participemos de círculos e estudos da Bíblia que várias paróquias estão nos oferecendo. Acima de tudo coloquemos em prática o que a Palavra de Deus nos propõe. A exemplo da mãe de Jesus, “que guardava tudo em seu coração”, guardemos a Palavra de Deus, meditando sobre aquilo que ela nos propõe.

O mês de setembro, para nós católicos do Brasil é o mês dedicado à Bíblia, isso desde 1971. Mas desde 1947, se comemora o Dia da Bíblia no último domingo de setembro. O mês de setembro foi escolhido como mês da Bíblia porque no dia 30 de setembro é dia de São Jerônimo (ele nasceu em 340 e faleceu em 420 dC). 

São Jerônimo foi um grande biblista e foi ele quem traduziu a Bíblia dos originais (hebraico e grego) para o latim, que naquela época era a língua falada no mundo e usada na liturgia da Igreja. Hoje a Bíblia é o único livro que está traduzido em praticamente todas as línguas do mundo e está em quase todas as casas, talvez nem fazemos idéia, mas a Bíblia é o livro mais vendido, distribuído e impresso em toda a história da humanidade.
FONTE: Website da CNBB

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Querido Padre Walter,

Por Paróquia São João Batista   Postado As  11:52   Sem Comentários

Passado o belíssimo momento de dedicação de nossa Matriz, o sentimento que toma conta do nosso coração é a gratidão. Enquanto nos preparamos para o doloroso abraço final de “até logo”, queremos expressar o quanto somos agradecidos pelo seu sim a Deus, à Igreja e aos irmãos. Já são 14 anos de ordenação sacerdotal, sendo 11 deles dedicados à mais nova paróquia de Viçosa. Hoje podemos ver que suas sementes cresceram e produziram frutos muitos doces. Obrigado por ter aceitado o desafio que começou quando Dom Luciano instalou a nova paróquia. Começava ali na Escola Padre Álvaro Corrêa Borges, que generosamente nos acolhia, uma história de entrelaçamento de muitas vidas, onde o pároco e o povo sonhavam o mesmo sonho e trabalhavam para realizá-lo.

Com o seu trabalho, o senhor mudou a geografia e a população de Viçosa. Muitas lições nos ensinou nas canções que compôs e que falavam de nós, de nossa realidade. Com o seu exemplo, aprendemos a lutar por nossos direitos, nossas pontes, nossas famílias, nossos jovens e crianças. Como foi bom participar das passeatas pelas ruas da cidade, quando nos mostrava que temos voz, forças e centenas de motivos para não esmorecer. Aprendemos que o reino de Deus se constrói com amor, mas também com lutas, já que o próprio Cristo não se calou diante das injustiças de seu tempo.

O senhor nos ensinou que não podemos desistir de anunciar e que somos discípulos e missionários do mesmo Cristo que há mais de 2.000 anos revolucionou o seu tempo e ainda hoje continua sendo tão atual. Jamais nos esqueceremos das agradáveis refeições partilhadas, dos encontros de formação e dos eventos em prol das construções. Foram momentos muito felizes, apesar de laboriosos. Como valeram a pena! Suas homilias, a cada semana, nos consolavam e, ao mesmo tempo, nos instigavam a sermos melhores.

Também não podemos esquecer-nos da amizade e do carinho dos irmãos e irmãs que trabalharam e celebraram conosco, mas agora já se encontram com Deus. Leve a certeza de que deixa rastros de Deus, que nunca serão apagados, em todas as nossas 14 comunidades. Que São João Batista abençoe o seu ministério, para que o saber adquirido nessas terras viçosas seja muito útil no cuidado das ovelhas da Cidade das Rosas.

Deus seja louvado pelo seu exemplo de pastor e por ter deixado tão belas recordações nestes tão corridos 11 anos que esteve conosco. Perdoe-nos pelas nossas limitações e falhas. Obrigado pela dedicação, trabalho e por não hesitar em gastar sua vida pelo reino de Deus.
Seja feliz e que Deus lhe pague por tudo. 
Paroquianos de São João Batista

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