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sábado, 31 de dezembro de 2016

O que é viver bem?

Por Paróquia São João Batista   Postado As  12:35   Sem Comentários

“Lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes”
O que é viver bem?
Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo pra você, não pense. Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo que estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.

Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia. Também não diga pra você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais. Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada.

Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então silêncio! Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha, não. Você acha que eu sou?

Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Filha dessa abençoada terra de Goiás. Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos. Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.
Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.

O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança.
Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.

Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.
Cora Coralina (1889-1985)
Feliz ano novo com muita saúde,paz e prosperidade!

Cora Coralina

sábado, 24 de dezembro de 2016

Uma Luz nas trevas

Por Paróquia São João Batista   Postado As  10:12   Sem Comentários

Deus que ama os homens e não os deixa perdidos e abandonados a percorrer caminhos de sofrimento e de morte, mas envia um "Menino" para lhes apresentar uma proposta de vida e de liberdade.
As Leituras falam de LUZ e de TREVAS. A Luz da libertação volta a brilhar, porque um menino nos foi dado.
Isaías anuncia a chegada de "uma grande Luz", através de "um Menino", da descendência de Davi.
Ele eliminará a guerra, o ódio, o sofrimento e inaugurará uma era de alegria, de felicidade e de paz sem fim.  (Is 9,1-6)
* Jesus é esse "Menino", que dá sentido pleno a esta profecia. Essa "Luz" é símbolo da presença no mundo do "Filho de Deus", que vai iluminar o mundo, dissipando as trevas do egoísmo e do pecado.
Ele "veio de Deus" para vencer as trevas e as sombras da morte instaurar o mundo novo da justiça, da paz e da felicidade.
 * O nascimento de Jesus que celebramos esta noite significa que, de fato, este "Reino" chegou e encarnou no meio dos homens. Acolher Jesus, celebrar o seu nascimento, é aceitar esse projeto de justiça e de paz, que ele veio trazer aos homens. Deus não se serve da força e do poder para intervir na História. É através de um "menino", símbolo da fragilidade e da dependência, que Deus propõe aos homens o seu projeto de salvação.
Paulo destaca que a graça de Deus se manifestou  na Encarnação de Jesus Cristo. Mas, se quisermos que a luz se manifeste, precisa viver com equilíbrio, justiça e piedade. (Tito 2,1-14)
O Evangelho apresenta a realização da promessa do Profeta:
Essa Luz foi trazida ao mundo pelo "Menino" de Belém, e brilhou para os mais pobres... (Lc 2,1-14)
 A narrativa de Lucas deseja apresentar uma CATEQUESE sobre Jesus,  por isso, nos dá umas indicações importantes:

- BELÉM é Lugar do nascimento de Jesus (mais teológico, que geográfico).
O objetivo do autor é sugerir que este Jesus é o Messias, da descendência de David, anunciado pelos profetas (a família de David era natural de Belém). Fica claro que o nascimento de Jesus se integra no plano de salvação que os profetas anunciaram e cuja realização o Povo de Deus aguardava ansiosamente.
- O PRESÉPIO é o Quadro do nascimento.
Lucas descreve com pormenores a pobreza e a simplicidade que rodeiam a vinda ao mundo do libertador dos homens: a falta de lugar na hospedaria, a manjedoura dos animais a fazer de berço,
os panos improvisados que envolvem o bebê, a visita dos pastores…
É na pobreza, na simplicidade, na fragilidade, que Deus se manifesta aos homens e lhes oferece a salvação.
Os esquemas de Deus não se impõem pela força das armas, pelo poder do dinheiro ou pela eficácia de uma boa campanha publicitária; mas Deus escolhe vir ao encontro dos homens na simplicidade, na fraqueza, na ternura de um menino nascido no meio de animais, na absoluta pobreza.
É assim que Deus entra na nossa história…

- OS PASTORES são as Testemunhas do nascimento.
Trata-se de gente pobre, temida e discriminada. Lucas coloca esses marginais como as "testemunhas" que acolhem Jesus. Quer dizer, desta forma, que a partir de agora, os pobres, os débeis, os marginalizados, os pecadores, são convidados a integrar a comunidade dos filhos amados de Deus.
Eles vêm ao encontro dessa salvação que Deus lhes oferece, em Jesus, e são convidados a integrar a comunidade da nova aliança, a comunidade do "Reino" .
- OS TíTULOS dados a Jesus pelos anjos que anunciam o nascimento:
   Ele é "o Salvador, Cristo Senhor".
* O título "Salvador" era usado para designar o imperador ou os deuses pagãos;  Lucas, ao chamar Jesus desta forma, apresenta-O como a única alternativa possível a todos os absolutos que o homem cria…
N A T A L é  relembrar e reviver o Nascimento de Cristo, em Belém, há dois mil anos e hoje em todos nós...
Cristo nasceu... e está entre nós... Algo de NOVO, nasceu dentro de nós?
O FELIZ NATAL, que lhes desejo, é de muita alegria, muito amor, muita paz, que é possível no humilde presépio de nossas casas, que é possível na pobre manjedoura de nosso coração.

                                      Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa(adaptação)

domingo, 11 de dezembro de 2016

Vida: presente e presença de Deus

Por Paróquia São João Batista   Postado As  05:08   Sem Comentários

Fim de ano é tempo oportuno para articularmos nossos sentimentos e pensamentos de louvor e agradecimento pela vida.

A vida sempre foi e sempre será presente de Deus a todos nós e Ele continua a nos orientar para que ela seja sempre vivida com equilíbrio e grandeza de espírito. Na liberdade de escolha, no palco da vida, vamos delineando nossa existência e refletindo nossa obediência ou desobediência ao criador de todas as coisas.

Infelizmente, os fatos históricos nos mostram com muita clareza que continuamos a comer o fruto proibido gerador de tantas ilusões e sofrimentos, devorando toda a beleza e desfigurando toda a natureza; criando um anti-reino através de nossa fraqueza e desejo de autossuficiência, como diz Deuteronômio 30,15-30. Muitas vezes, entre a vida e a morte; a bênção e a maldição, não fazemos opção concreta por Deus.emos em tempos difíceis, porque a ambição desmedida tomou posse dos nossos corações! As tentações de Cristo continuam sendo as nossas tentações. Lendo Mateus 4, 1-11, vemos como temos decidido a não sacrificar o nosso desejo de possuir cada vez mais. Por isso, as mazelas do mundo vêm crescendo e os homens cada vez mais subjugados e deixando-se corromper por ideologias cruéis que dividem os nossos pensamentos e costumes, a nossa fé e família. Dividem até os nossos sonhos.

Deus tem um plano de amor para a humanidade, mas precisamos assumir a nossa posição e sermos também nós presentes e presença de Deus na vida da nossa família, nossa comunidade e sociedade. Creio na força do amor quando somamos esforços e nos empenhamos em descobrir soluções para os problemas comuns. Precisamos despertar porque Deus não está fora do mundo. Ele faz parte da história conosco, mas devemos vivenciar e trazer para a história a encarnação do verbo em nós.

Celebrar o espírito de Natal é sentir o carinho deste Deus presente e presença em nossa vida. Celebrar o espírito de Natal é dar oportunidade ao outro de encontrar a alegria de viver, para trabalharmos juntos na construção de um mundo melhor. Celebrar o espírito de Natal é perceber que o diferente não nos atrapalha, mas soma-se a nós quando vivemos o sonho de Deus.

Creiamos na força transformadora do amor-compromisso, amor-serviço, amor-compaixão; enfim, do amor misericórdia. Não basta celebrar o Natal é preciso vivê-lo todos os dias, presenteando os nossos com atitudes e gestos de amor e presença de Deus.

Desejo a todos que neste Natal renovemos intensamente o amor e creiamos que o “Emanuel” está vivo em nossos corações, fortalecendo-nos na nossa jornada existencial e criando possibilidades de dias melhores para todos.

Participemos juntos da Novena de Natal, rezando em família e nas comunidades onde refletiremos, como espelhos, o que aprendemos nas lições de amor do nosso Deus e Senhor Jesus Cristo.

Natal, tempo de graça e reflexão em prol da vida. Paz e bem a todos!

         Padre Luiz Carlos

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Comprometidos com a vida, na fé, luta e esperança

Por Paróquia São João Batista   Postado As  02:56   Sem Comentários

Refletindo o tema “casa comum, nossa missão”, o fórum foi realizado em Conselheiro Lafaiete, de 27 a 30 de outubro. Mais de 700 pessoas, entre elas representantes de pastorais e movimentos populares, participaram das discussões. Na abertura, o arcebispo, Dom Geraldo Lyrio Rocha, lembrou a inspiração de Dom Luciano na realização do fórum pela Arquidiocese de Mariana. “Não podemos deixar que esta chama se apague, pois esta iniciativa tem-nos ajudado a enxergar melhor nossa realidade social, política, econômica e cultural”.
Para a organizadora, Silene Gonçalves, todo o sacrifício vale a pena, principalmente neste cenário em que se encontra o nosso país. “Este Fórum é o momento para fortalecermos e lutarmos por nossos direitos”, afirmou.

Foram seis eixos sobre os quais os grupos discutiram: (1) Estado do bem viver: sobre o papel do Estado e a necessidade de promover sempre a vida; (2) Saúde e segurança alimentar: a participação indígena no Fórum resgatou a tradição da cultura medicinal e terapêutica; foram expostos diversos conhecimentos sobre os benefícios das plantas; (3) Justiça restaurativa: necessidade de mudanças nas estruturas governamentais e não governamentais, no que tange aos excluídos da sociedade; (4) Água, minério e energia para a soberania: lutas populares, problemas sobre meio ambiente e saúde, entre empresas e trabalhadores; (5) Dignidade humana: questões que afetam as parcelas oprimidas da sociedade como mulheres e negros; papel da Igreja no contexto moral e ético e (6) Metodologias Populares: economia solidária, cooperativismo e associativismo.

Foram quatro as diretrizes aprovadas pelo Fórum: ao estado do bem viver (indígena), acrescentamos o pertencer (negro), o conviver (cristão) e o ser (Humanidade). Queremos um Estado a serviço da vida humana, composta pela diversidade de seres. Que o Estado seja socialmente inclusivo, justo e igualitário; politicamente ético, democrático e promotor da sustentabilidade, economia popular e solidária. Saúde e segurança alimentar: resgate e valorização do saber popular e tradicional. O desenvolvimento da agroecologia e suas redes de consumo; práticas terapêuticas tradicionais de saúde; soberania e segurança alimentar.

Também participação na “campanha permanente contra agrotóxicos e pela vida”. Justiça restaurativa: Trazer para a arquidiocese a escola do perdão e reconciliação (ES.PE.RE); ampliar os trabalhos da escola de cidadania e do Fórum Intermunicipal de políticas públicas; mapear e divulgar os índices de vulnerabilidade social nos municípios da arquidiocese; promover um trabalho mais articulado entre os diversos serviços de atenção aos dependentes químicos e suas famílias; apoiar efetivamente os trabalhos das comunidades terapêuticas. Agua, minério, e energia para a soberania: A arquidiocese de Mariana necessita tornar conhecida a Laudato Si, através de meios eficazes com foco na mudança da sociedade a partir dos oprimidos, desenvolvendo ações concretas junto aos indígenas, afrodescendentes, trabalhadores e, principalmente, aos que produzem alimentos saudáveis.
 Mª do Carmo Pereira Vieira Dimensão Comunitária

domingo, 27 de novembro de 2016

As contínuas vindas do Senhor

Por Paróquia São João Batista   Postado As  07:04   Sem Comentários
O Evangelho de Mateus explica que depois da primeira visita do Senhor à humanidade, com o nascimento de Jesus na gruta de Belém; a segunda acontece no presente. Dirigindo-se aos fiéis, turistas e romanos presentes na Praça São Pedro, o Papa disse que “o Senhor nos visita continuamente, todo dia, caminha ao nosso lado, é uma presença de consolação”.

Mateus, narrando o dilúvio, ressalta o contraste entre a rotina cotidiana e a vinda repentina do Senhor. Ficai atentos e preparados! É sempre surpreendente pensar nas horas que precedem uma grande calamidade: fazemos as coisas de sempre sem perceber que nossa vida está para se transformar.
Não deixar-se dominar pelas coisas do mundo

“A partir desta perspectiva, surge também um convite à sobriedade, a não nos deixarmos dominar pelas coisas deste mundo, pelas realidades materiais, mas sim a governá-las. Quando, ao contrário, nos deixamos condicionar e dominar por elas, não conseguimos perceber que há algo muito mais importante: o nosso encontro com o Senhor que vem para nós. É um convite à vigilância, porque não sabendo quando Ele virá, é preciso estar sempre prontos para partir”.

Finalizando, Francisco recomendou:“Neste tempo de Advento, somos chamados a ampliar o horizonte de nosso coração, a deixarmo-nos surpreender pela vida que apresenta a cada dia suas novidades. Para isso, é preciso aprender a não depender de nossas seguranças, de nossos esquemas demarcados, porque o Senhor vem na hora que não imaginamos. Vem para nos conduzir a uma dimensão mais bonita e maior”.

Papa Francisco

domingo, 20 de novembro de 2016

Cristo, Nosso Rei

Por Paróquia São João Batista   Postado As  03:24   Sem Comentários

Os reinos estão, hoje, muito desacreditados.No entanto, na Bíblia, o tema é muito usado, no Antigo e no Novo Testamento.

Celebrar a festa de Cristo Rei - Não é celebrar um Deus forte, dominador,  que se impõe aos homens do alto de sua onipotência e que os assusta com gestos espetaculares; é celebrar um Deus que serve, que acolhe e que reina nos corações com a força desarmada do amor.
  A Cruz é o trono de um Deus que recusa qualquer poder e  escolhe reinar no coração dos homens através do amor e do dom da vida. 
Por isso, a festa de Cristo Rei nos convida a repensar  a nossa existência e os nossos valores. 
- Diante deste "rei" despojado de tudo e pregado numa cruz, não nos parecem completamente ridículas as nossas pretensões  de honras, de glórias, de títulos, de aplausos, de reconhecimento?
 - Diante deste "rei" que dá a vida por amor,  não nos parecem completamente sem sentido as nossas manias de grandeza, as lutas para conseguirmos mais poder, as invejas mesquinhas, as rivalidades que nos magoam e separam dos irmãos?
 - Diante deste "rei" que se dá sem guardar nada para si,  não nos sentimos convidados a fazer da vida um dom? Certamente nos sentimos felizes em sermos cidadãos desse Reino.
Por isso, alegremo-nos dessa dignidade e façamos com que ele tenha um lugar sempre maior dentro de nosso coração...                                                                                           
                                        Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa (adaptação)

domingo, 6 de novembro de 2016

Quanto vale a vida em relação à eternidade?

Por Paróquia São João Batista   Postado As  09:18   Sem Comentários

Certa vez um homem que valorizava o “ser” mais que o “ter”, hospedou-se na casa de um amigo em Paris, na França. Depois do jantar, o anfitrião convidou o hóspede para visitar sua galeria de obras de arte e começou a enaltecer, de maneira soberba, os bens materiais que possuía. Disse que o homem vale pelo que possui, exibiu escrituras, joias, títulos e outros valores.

 Depois de ouvir tudo calmamente, o hóspede falou da sua convicção de que os bens da terra não nos pertencem, mais cedo ou mais tarde teremos que deixá-los. Argumentou que os verdadeiros valores são as conquistas intelectuais e morais e não as posses terrenas, pois são sempre passageiras. No entanto, o materialista falou com arrogância que ele era o verdadeiro dono de tudo aquilo que mostrava ao visitante. Diante de tanta teimosia, o hóspede propôs-lhe um acordo. “Já que é assim, voltaremos a falar sobre esse assunto daqui a 50 anos. Está bem”? O dono da casa respondeu: “ora, daqui a 50 anos, nós já estaremos mortos, pois ambos temos mais de 68 anos de idade”. O hóspede respondeu: “É por isso mesmo que poderemos discutir o assunto com mais segurança, pois só então entenderá que nada do que conseguiu nesta vida lhe pertence. Você é apenas administrador das coisas de Deus. 

Chegará um dia que terá de deixar toda posse material e partir, levando consigo somente suas verdadeiras conquistas, que são suas virtudes. Só então poderá avaliar se é verdadeiramente rico ou não. Meu irmão, minha irmã, o mundo vivencia tanta desigualdade! Muitos animais são mais bem tratados do que muitos seres humanos. Poucos têm muito e muitos vivem de migalhas, vivendo com meio salário ou, às vezes, nem isso! Tem gente morando em lugares que nem porco consegue viver. 

Novembro é um mês que nos leva a refletir sobre a finidade do ser humano. Portanto, convido-o, com toda ternura, a pensar: Que diferença fará daqui a 100 anos, se você morou numa mansão ou numa casa simples, se vestiu roupas sofisticadas, se pisou em tapetes ou chão de terra, se teve grandes reservas bancárias ou não? Absolutamente nenhuma. No entanto, o que você fizer de caridade, de bom a seus irmãos mais necessitados, fará muita diferença em sua vida, não só daqui a 100 anos, mas por toda a eternidade. Por essa razão, vale a pena pensar no que realmente tem valor, pois um dia prestaremos contas à nossa própria consciência. A humildade abre portas, a arrogância e a prepotência as travam com elos de aço. Não faça de sua vida um rascunho, pois pode não dar tempo de passá-la a limpo.
 Juca

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