Lugar de ser feliz!


Seja bem-vindo!

sábado, 3 de março de 2018

Seja bem vindo Diácono Daniel!

Por Paróquia São João Batista   Postado As  11:26   Sem Comentários
Sete homens escolhidos para o serviço do altar e da caridade foram ordenados diáconos na basílica de São José, em Barbacena, Região Pastoral Mariana Sul, dia 24 de fevereiro. A celebração foi presidida pelo arcebispo, Dom Geraldo Lyrio Rocha, e concelebrada pelo bispo de Leopoldina, Dom José Eudes, e o bispo auxiliar de Belo Horizonte, Dom Geovane Luís da Silva. O momento também contou com a participação de centena de padres, seminaristas, religiosos, familiares, amigos e muitos fiéis.

Os novos diáconos são: Daniel Fernandes Moreira (Senador Firmino), Daniel Júnior dos Santos (Barbacena), Fabiano Alves de Assis (Coimbra), Fabiano Milione Honório (Lamim), Harley Carlos de Carvalho Lima (Cristiano Otoni), Jackson de Sousa Braga (Itabirito) e Rosemar Marcos Condé (Senhora dos Remédios) são os novos diáconos da Igreja particular de Mariana. Dia 26 de fevereiro, Dom Geraldo Lyrio Rocha nomeou esses diáconos para realizar o trabalho pastoral em diferentes paróquias. Daniel Júnior dos Santos foi designado para a nossa paróquia. Segundo o site da Arquidiocese, desde criança, seu maior sonho sempre foi o de ser padre. Atuou como coroinha e participou dos encontros do SAV (Serviço de Animação Vocacional).

Em 2010, ingressou no curso Propedêutico do Seminário São José em Barbacena, depois no Seminário Maior São José em Mariana, onde cursou Filosofia (2011-2013) e Teologia (2014-2017). Realizou estágio pastoral em diversas comunidades e paróquias da Arquidiocese. Daniel, estamos muito felizes com a notícia de sua nomeação. Com o coração aquecido, aguardamos a sua chegada e oramos ao Pai para que você possa espalhar muitas sementes férteis por estas terras viçosas. Seja muito bem-vindo!

domingo, 14 de janeiro de 2018

Parceria: Questão de Sobrevivência e Salvação

Por Paróquia São João Batista   Postado As  12:36   Sem Comentários

No livro “Fábulas sobre a difícil arte de administrar”, José Roberto Machado conta-nos uma interessante história: “Era uma vez um campo de prisioneiros onde os presos eram divididos em grupos e cada grupo ocupava uma cela, onde eram acorrentados formando um círculo. No centro do círculo havia um grande caldeirão com uma suculenta sopa, único alimento que lhes era oferecido. Como os prisioneiros ficavam distantes do caldeirão, para se alimentarem usavam uma colher com um comprido cabo.
O inconveniente é que a colher alcançava a sopa, mas, por ser extremamente longa, não conseguia voltar e chegar até a boca dos prisioneiros. Desespero: eles não podiam se alimentar, apesar de a comida estar tão perto. O comandante do campo, certa vez foi fazer uma vistoria nas celas e observou que a maioria dos prisioneiros estava magra e faminta. Entretanto, em uma delas eles estavam fortes e bem alimentados.  Seria um milagre ou algum guarda estava libertando os presos na hora das refeições? Não era milagre.
Os prisioneiros dessa cela aprenderam na prática o significado da palavra parceria e passaram a alimentar quem estava a sua frente. Assim, todos enchiam a colher e todos comiam”.
O autor conclui: “Parceria é, antes de tudo, uma atitude; uma forma inteligente de oferecer para receber, com vantagens para todos. [...] Leva vantagem aquele que compreende que a melhor situação é a que beneficia a todos. Na matemática do mesquinho, quando um ganha, alguém perde. Na parceria, entretanto, todos ganham e a situação é sempre saudável e duradoura”.
Para sobreviver em sua situação extremamente difícil, os personagens dessa fábula não fizeram nada mais do que colocar em prática o Provérbio 11, 17 que diz: que “Quem faz o bem aos outros, a si mesmo o faz” ou Mateus 7, 12: “Em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam; pois esta é a Lei e os Profetas".
Essa história me lembra uma cerimônia de casamento quando o sacerdote perguntou a cada um dos noivos: “você está se casando para ser feliz?” Ao que ambos responderam “Sim, estou”, ele explicou: “Vocês devem se casar para fazer o outro feliz”. Fazendo assim, não há como o casamento dar errado. Cada um fará o melhor para agradar o outro. Mas se cada um se concentrar apenas na própria felicidade, a parceria está predestinada ao fracasso. 
Também em nossos serviços pastorais, só alcançaremos realização se trabalharmos para o bem-estar e crescimento comum. Se vamos à igreja para nos alimentar, sem nos preocuparmos se o outro também está crescendo na fé, o alimento não nos sustenta. Como diz minha mãe: “ninguém vai para o céu sozinho”, ou seja, a salvação é questão de parceria; professando a nossa fé em Jesus Cristo, vivendo a sua Palavra no amor e cuidado com o próximo teremos a recompensa divina.
Que no ano novo, possamos estabelecer parcerias efetivas que nos ajudem a viver bem e juntar tesouros no céu.  Feliz 2018!

Cida Zolnier

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

A arte da convivência

Por Paróquia São João Batista   Postado As  03:11   Sem Comentários
Mais valem dois do que um só, porque terão proveito do seu trabalho. Porque se caem, um levanta o outro; mas o que será de alguém que cai sem ter um companheiro para levantá-lo? (Eclesiastes 4,9-10)
Ninguém é uma ilha, ninguém vive só! Mas para isso precisamos aprender a ser estrategistas... e artistas!

Sabemos que a convivência é uma arte, talvez das mais difíceis. Viver com os outros não só é um desafio, mas também uma aprendizagem muito importante que nos possibilita conhecer a nós mesmos, conhecer nossas emoções, sentimentos, apegos e tudo aquilo que nos faz crescer (ou não) como pessoas que busca a maturidade diante da vida.

É na convivência com o outro que vamos aprendendo a compartilhar nossas conquistas e frustrações, bem como reconhecer a igualdade na diversidade, pois somos feitos à imagem e semelhança de Deus, mas cada um com suas peculiaridades. E para conseguir ter uma boa convivência com o outro, seja na família, no trabalho, na comunidade temos uma excelente orientação, uma estratégia de convivência ensinada pelo Nosso Mestre Jesus Cristo: “Tudo o que quereis que os outros vos façam, fazei vós a eles (Mt 7,12)


Jesus é quem deve ser sempre o nosso exemplo, é Dele que devemos sempre buscar o que é necessários para viver e conviver bem.

Nós podemos até ser muito “piedosos” rezando muito, fazendo penitências e cumprindo todos os preceitos, mas se não tivermos em nosso coração o desejo de amar ao próximo como a nós mesmos, porque esse é o mandamento, principalmente aqueles que moram com a gente na mesma casa, em nada vai adiantar o cumprimento desses preceitos.

Em nossas relações sempre haverão divergências, mas precisamos aprender a respeitar a opinião do outro, o modo de ser, mas contudo, precisamos ser coerentes em nossas atitudes e estar abertos para o bom conselho e saber o momento de mudar ou não essas atitudes diante das situações que nos apresentam.
Precisamos aprender a encontrar estratégias para conviver bem com as pessoas. Evitar discórdias. Precisamos aprender a respeitar o tempo do outro, como Jesus nos ensina, fazer para o outro o que queremos que ele nos faça.

No relacionamento com as pessoas precisamos aprender a entrar no coração delas, ouvir o que o outro tem a nos dizer sem fazer pré-julgamentos, ouvir com atenção, sem interromper o outro com palavras nem sempre acolhedoras, muitas vezes nos esquecemos que o silêncio também é importante na relação com o outro.

Que Deus nos ajude a seguir os ensinamentos de Jesus e aprender dele que ninguém é perfeito mas somos feitos à Sua imagem e semelhança e por isso, se quisermos, podemos fazer dos ambientes que frequentamos, lugares mais agradáveis, saudáveis onde a boa convivência seja uma constante e nos ajude a ser pessoas melhores. Fiquemos atentos a isso, se queremos agradar a Deus, devemos nos esforçar para tratar o outro como Jesus faria ou como você gostaria de ser tratado.

Silvana Rocha

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

A Morte sob o olhar da Esperança

Por Paróquia São João Batista   Postado As  11:42   Sem Comentários
Em geral, preferimos não pensar na morte! Apesar de sabermos que ela é um fato cotidiano, preferimos não considerá-la como companheira nossa, apenas dos outros.
Reagimos de todas as formas contra essa realidade inevitável, porque a vemos como inimiga da vida. Normalmente fazemos o possível e o impossível para viver. 
O instinto natural para a vida é tão forte que até se chega a matar, ou desejar a morte, para viver. Mesmo com toda a pretensão, a humanidade sempre se viu incapaz diante desse mistério. Ela, no entanto, é parte constituinte da vida humana.

“Diante da morte, o enigma da condição humana atinge seu ponto alto. Todas as conquistas da técnica, ainda que utilíssimas, não conseguem acalmar a angústia do homem” (Gaudium et Spes 250). Para o escritor cubano José Martí, “a morte não é verdade, quando se cumpre bem a obra da vida”. O que não podemos fazer é nos iludir que o infinito caiba no finito, que o eterno possa ser aprisionado no tempo. Somos seres finitos carregados de desejos infinitos.

Meus irmãos, a coisa mais certa da vida é, um dia vamos deixar este mundo, queiramos ou não. Pena que o ser humano ainda não se conscientizou dessa realidade. São Paulo nos ensina que a vida e a morte andam de mãos dadas. Ou seja, “cada dia morremos um pouco” (ICor 15, 31). Porém, este morrer tem que ser acompanhado de um novo viver. Embora o nosso físico vá se desfazendo, o nosso homem ou mulher interior vai se renovando a cada dia (2 Cor 4, 16). O que frustra uma vida humana e a tira do caminho da esperança é o investimento no egoísmo. Este leva a pessoa a implodir na infelicidade. Não existe pior drama para o ser humano do que guardar a vida para si. “Pois, quem guardar a vida para si, vai perdê-la, mas quem a doar por causa de Mim e do Evangelho vai salvá-la (Mc 8, 35)”.

Portanto amados leitores, creio ser importante, a partir do vértice da vida, considerar o que é a morte, observando onde e como estamos investindo nosso viver e nossos dons. O investimento que nos eterniza realmente é o amor. Segundo São João da Cruz: “seremos julgados pelo amor”. Que Deus nos ilumine e nos guarde. 
Juca

domingo, 8 de outubro de 2017

CARTA DE DEUS

Por Paróquia São João Batista   Postado As  13:39   Sem Comentários
Deus nos criou para a felicidade. Ele nos ornou com todas as possibilidades para sermos felizes, para vivermos no amor, na paz. Ele, porém, não nos força a vivermos assim. Aliás, a felicidade é uma consequência do bem; ela não se conquista com riquezas e poder, mas unicamente pela prática do bem. Deus é um Pai misericordioso e sabe o que é melhor para seus filhos. Mas ele não impõe; apenas indica e sugere, porque respeita a liberdade que Ele próprio nos concedeu.
As sugestões de felicidade dadas por Deus estão na Bíblia Sagrada, uma carta belíssima deixada pelo Pai a nós seus filhos. É preciso que nos agarremos a essa arma poderosa, lendo, meditando e procurando viver o que ela nos ensina. Como destacou Santo Agostinho: “A Bíblia é a boca de Deus”.
Neste mundo dilacerado pelas discórdias, é urgente ouvirmos a voz do Altíssimo. Ela propicia delícias inefáveis a quem a lê com fé, forma a sólida piedade, espiritualiza e santifica. Daí a necessidade de uma concentração ativa que busca com avidez o recado do Criador.
As páginas do Antigo Testamento narram como Deus conduziu e formou o seu povo. Através de lutas, admoestações e peripécias, Ele foi lentamente transformando e educando esse povo. A Bíblia relata a caminhada do homem que se afastou de Deus, mas lentamente se voltou a Ele. Nos nossos tempos, sentimos que a volta do homem para Deus parece cada dia mais distante. A felicidade para a qual Deus nos predestinou está se afogando pelo egoísmo, ganância, injustiça já que muito está sob o poder de poucos e pouco nas mãos de muitos.
Diante das tantas injustiças atuais, faz-se necessário uma leitura orante para que o Verbo Divino vá penetrando todos os meandros da nossa consciência. Assim, quem toma nas mãos a Bíblia deve estar movido do bom propósito de praticar o que nela aprende. Como diz São Paulo “não são justos diante de Deus os que ouvem a lei; mas os que a observam "(Rm 2, 13). São Tiago faz idêntica advertência: “Sede, pois praticantes da Palavra e não ouvintes somente, enganando-vos a vós mesmos” (Tg 1, 22).
Através da Escritura Sagrada, Deus vai construindo seu projeto de amor na terra, pois sua Palavra possui respostas para todos os desafios da vida. Por isso é que o Papa São João Paulo II afirmava: “A Bíblia não quer ensinar como é feito o céu, mas como se vai para o céu”.
Juca

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Celebrar a Palavra para Alimentar a Fé

Por Paróquia São João Batista   Postado As  14:23   Sem Comentários
Muitas de nossas comunidades se reúnem semanalmente para celebrar a Palavra de Deus.
Este momento celebrativo é de suma importância, pois é momento de encontro, de partilha e de refeição.
Sim, refeição! Pois nos alimentamos da Palavra e também, quando possível da Eucaristia. Temos que
descobrir o valor da Celebração da Palavra como momento ímpar para fortificar a nossa fé. 

A Celebração da Palavra é uma verdadeira ação litúrgica, que é realizada com gestos e ações simbólicas; sinais sensíveis que expressam e comunicam a graça que nos vem da Páscoa de Cristo. Pela escuta da Palavra de Deus e oração, se expressa e intensifica nossa comunhão com o Pai, por Cristo, no Espírito Santo.

A Celebração da Palavra tem valor em si mesma. Não deve ser compreendida apenas como substitutivo da missa. Ela tem densidade sacramental. A afirmação da presença de Cristo na proclamação das Escrituras dá, à liturgia da palavra, não só o peso de uma realidade simbólica, mas muito mais. Atribui a ela uma dimensão sacramental. A proclamação da Palavra na Liturgia é a
voz de Cristo que alcança os ouvintes. Saibamos valorizar a Celebração da Palavra do Senhor
como um dos lugares de encontro pessoal com Jesus e com a comunidade cristã.

Só seremos verdadeiramente discípulos se tivermos sido preenchidos pela Palavra do Senhor.
Para aprofundar ainda mais a temática, leia o caderno A Palavra de Deus na Liturgia, da coleção Celebrando o Cristo na vida do Povo II, livro formativo produzido pela imensão litúrgica da nossa Arquidiocese de Mariana.
Diácono Leandro

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

São João Maria Vianney, padroeiro dos sacerdotes

Por Paróquia São João Batista   Postado As  12:42   Sem Comentários
4 de agosto, dia do Padre
“A mais bela profissão do homem é rezar e amar
Prestai atenção, meus filhinhos: o tesouro do cristão não está na terra, mas nos céus. Por isso, o
nosso pensamento deve estar voltado para onde está o nosso tesouro.
Esta é a mais bela profissão do homem: rezar e amar. Se rezais e amais, eis aí a felicidade do homem sobre a terra.
A oração nada mais é do que a união com Deus. Quando alguém tem o coração puro e unido a
Deus, sente em si mesmo uma suavidade e doçura que inebria, e uma luz maravilhosa que o
envolve. 
Nesta íntima união, Deus e a alma são como dois pedaços de cera, fundidos num só,
de tal modo que ninguém pode mais separar. Como é bela esta união de Deus com sua
pequenina criatura! É uma felicidade impossível de se compreender.
Nós nos havíamos tornado indignos de rezar. Deus, porém, na sua bondade, permitiu-nos falar com ele. Nossa oração é o incenso que mais lhe agrada.”
Parabéns a todos os sacerdotes que fazem e fizeram de nossa paróquia um "Lugar de ser feliz"!
Pastoral da Comunicação

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