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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Por Paróquia São João Batista   Postado As  06:31   Sem Comentários

          Lavar os pés de um irmão ou irmã em Cristo, permitir que alguém lave os nossos pés, é um sinal de que juntos nós queremos seguir a Jesus, tomar o caminho da pequenez, para encontrar a presença de Jesus no pobre e no fraco. Isto é um sinal de que queremos viver um relacionamento de coração com os outros, encontrá-los como uma pessoa e um amigo, e viver em comunhão com eles. É um sinal de que desejamos ser homens e mulheres de perdão, desejamos ser curados e purificados para curarmos e purificarmos os outros e então vivermos em maior comunhão com Jesus.


Fonte: Jesus lava os pés de seus discípulos
www.comshalom.org/formacao

Você acredita na Eucaristia?

Por Paróquia São João Batista   Postado As  06:12   Sem Comentários

Tem gente ficando confusa. Não sabe se deve acreditar em Nossa Senhora, não sabe se acredita na Eucaristia, vai dando ouvido a certas vozes que no começo falam que “tudo é igual, que Deus está em todo lugar”. Só que depois percebe que estas vozes começam a dizer diferente, que Deus na verdade não está na Igreja Católica...
Coisa triste: a uns atraem com promessas de milagres e soluções para todos os problemas; a outros com músicas e propostas de paz sem necessidade de conversão.
Fico pensando na responsabilidade de quem afasta alguém dos sacramentos e, sobretudo da Eucaristia.
Diante das palavras de Jesus nos convidando à Ceia Eucarística (Mc 14,22-24; MT 26,26-28; Lc 22,11-20) “ Tomai todos e comei, isto é o meu corpo que será entregue por vós”, além de várias outras como as do “ Discurso sobre o Pão da Vida” em Jo 6,22, a de São Paulo em 1Cor 11,23-25, como deixar de comungar, de receber a força que vem deste Sacramento dado a todo aquele que quer seguir os ensinamentos do Filho de Deus?
Se alguém não tem fé para acreditar na Eucaristia, na presença real de Jesus neste sacramento, como terá fé para continuar afirmando outras verdades fundamentais do cristianismo? Como falará da encarnação de Jesus na história? Como crerá na ação do Espírito Santo, e em tantas outras verdades fundamentais para os cristãos?
Deixar de comungar, de confessar, de acreditar em Nossa Senhora, ficar duvidando se o Batismo recebido foi válido e negar toda a profundidade de uma fé vivida e refletida por mais de dois mil anos é uma atitude séria demais, tanto para quem deixa como para quem leva outros a fazerem o mesmo.
A maioria dos argumentos propostos contra verdades da fé católica é facilmente rebatida com base na própria Bíblia, de onde alguns retiram de modo geralmente ingênuo, devido aos poucos conhecimentos hermenêuticos e exegéticos.
É preciso que você católico tenha mais segurança na riqueza de sua fé e possa criar diálogo gerador de verdadeiro ecumenismo, não para ficar tentando fazer alguém mudar de igreja, mas para cumprir o desejo de Jesus de que todos os que nele cressem, fossem um como Ele e o Pai o são.

Pe Walter

terça-feira, 19 de julho de 2011

AGORA TEMOS NO BLOG A LITURGIA DIÁRIA

Por Paróquia São João Batista   Postado As  06:48   Sem Comentários
O nosso blog está disponibilizando a liturgia do dia com todas as leituras que serão lidas na celebração da eucaristia no dia corrente. Acesse os SITES AMIGOS na targeta ao lado e confira.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Como ovelhas que não têm pastor

Por Paróquia São João Batista   Postado As  13:26   Sem Comentários


“ Jesus teve pena porque eram como ovelhas que não têm pastor.” ( Mc 6,30-34)

            Ao imaginar ovelhas sem pastor não é difícil pensar o quão perdidas ficam, sem saber onde encontrarão água, pastagem boa; ficam a mercê de lobos, sem defesa alguma. É uma situação de dar pena, realmente.
Diante do quadro que via, Jesus nos ensina a pedir ao Pão, o Senhor da messe, que envie operários para a colheita.
Precisamos fazer o que Jesus disse e pedir, com fé, operários para a messe, pastores que cuidem do rebanho.
Um pastor que cuide verdadeiramente do rebanho haverá que ter características que o qualifiquem como verdadeiro pastor, pois do contrário, não dará conta de levar adiante o rebanho. Terá que amar o dono do rebanho, porque é em nome dele que cuidará do rebanho. Ninguém cuida com amor de algo que não é seu, se não amar, verdadeiramente, aquele para quem trabalha. Depois, terá que amar, com fundado amor, o rebanho, as ovelhas de quem deverá cuidar. Quem ama, conhece, se importa, cuida olha com ternura, se interessa pela vida daquele de quem é pastor.
Um pastor deverá ser também corajoso para enfrentar com as ovelhas os lobos que aparecerão, defendendo-as não as deixando reféns do medo.
Deverá também ser animado e otimista, pessoa de fé profunda que não deixa as ovelhas perderem a motivação.
Entre tantas qualidades esperadas, podemos ainda lembrar que o pastor precisa ser fiel à direção dada pelo dono das ovelhas, de modo a não deixar as ovelhas vagarem sem rumo. Pastor seguro nas horas das crises para que as ovelhas não fiquem vagando confusas, desnorteadas, sem saberem no que crer, no que esperar, para onde ir.
O Senhor do rebanho afirma em sua palavra que nos daria pastores segundo o seu coração. ( Cf  Jeremias 3,15 ). Então, é preciso pedir sempre que Ele nos dê muitos pastores e que sejam segundo o seu coração. Pastores que cuidem das ovelhas mais pobres, das ovelhas que se drogaram, das ovelhas que se afastaram e daquelas que estão perto, das ovelhas que também são pastores que trabalham com o rebanho.
Meu irmão, minha irmã, se você trabalha no rebanho, na messe do Senhor, procure olhar para o Pastor Supremo do rebanho, Jesus e queira se espelhar nele. Nunca se esqueça que você é pastor a partir dele e que é Ele quem o sustenta e o sustentará sempre, pra que jamais perca o brilho o seu pastoreio.

Pe. Walter Jorge

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Vivo a minha fé sozinho

Por Paróquia São João Batista   Postado As  13:27   2 Comentários

 

A subjetividade é um grande avanço de nosso tempo, pois leva a valorizar a pessoa como algo singular, ou seja, alguém único, irrepetível, com qualidades, dons e talentos exclusivos.
No entanto, é um ganho verdadeiro se não conduzir a pessoa ao individualismo. E convenhamos, o individualismo tem se tornado também uma marca dos nossos dias. Até no campo da fé é possível reconhecê-la com facilidade. Quanta gente hoje diz com naturalidade que tem fé, que quer Jesus, mas não a Igreja? Quanta gente diz que vive a sua fé de modo particular, do jeito dela?
Eis aí algo que nos deve fazer refletir, pois, se de um lado a individualidade a faz sentir de modo pessoal a fé e o amor de Deus por ela enquanto pessoa e não massa, por outro a pode conduzir a uma forma tão individual de fé que o Cristo em que crê pode ser não mais do que um cristo imaginado por ela.
O Jesus que conhecemos chegou até nós por meio da experiência que dele fizeram os membros da primeira comunidade. Não foi o fruto da imaginação ou da experiência de um indivíduo. A fé no Cristo que chegou até nós é fruto da vivência comunitária que fizeram as comunidades que resguardaram, ao longo dos séculos, as palavras e as práticas (tradições) oriundos desta fé.
Como alguém que vive sozinho a sua fé poderá dizer que o Cristo em que crê é mesmo Jesus Cristo? A comunidade Igreja é quem dá os contornos, as referências da fé.
Lembremo-nos que Jesus quis consigo não pessoas solitárias, mas formou, desde o início, um grupo de doze, além dos muitos outros discípulos que sempre estavam com ele.
Se abrirmos mão da vivência comunitária da fé, logo vamos relativizar tudo aquilo que em algum momento não achamos importante. Mas, sozinhos teremos sempre clareza do que é ou não importante, mesmo para nós? Desprezar um caminho feito ao longo de 2000 anos com seus erros e acertos, não é muita pretensão?
A Bíblia mostra que Deus sempre falou para um povo; nunca usou o método de dirigir pessoa por pessoa, ainda que valorize e ame cada pessoa de modo singular.
Assim, tomemos cuidado com a armadilha do individualismo na vivência da fé. Pode parecer muito moderno, mais é um retrocesso que pode, inclusive, levar a pessoa a não crer senão em si mesma.

Pe Walter

terça-feira, 12 de julho de 2011

Por Paróquia São João Batista   Postado As  14:03   Sem Comentários


  
  "Seja a Mudança que você quer ver no mundo!" 
(Mahatma Gandhi)

sábado, 9 de julho de 2011

Vamos sair para pescar

Por Paróquia São João Batista   Postado As  18:16   1 Comentário


Do que se alimenta um dourado, um lambari, uma traíra, tilápia, etc? Certamente um mesmo alimento não serve para todas as espécies de peixes. Assim são os peixes e assim são os homens. Para cada tipo de pessoa que vamos evangelizar é necessário descobrirmos um modo novo de anunciar Jesus, devemos encontrar a palavra certa e lançá-la na hora certa e da maneira certa.
Nós, enquanto evangelizadores, devemos ter um modo diferente que nos ajude a fazer com que as pessoas possam redescobrir Deus em suas vidas. Não podemos querer anunciar Jesus para os jovens da mesma maneira como o fazemos com os mais vividos.
Precisamos entender que a isca é a porta de acesso à pessoa a quem se pretende apresentar o Evangelho. Pode ser um assunto, uma situação criada, um fato ou qualquer matéria de interesse. Para descobrir a isca que as pessoas procuram, é preciso apenas dar atenção a elas e amá-las como Jesus amou.
Meus irmãos, o Senhor Jesus nos convida à pescaria. Para isto precisamos ir às águas para pescar... Não conseguiremos nada se ficarmos na praia ou nas margens dizendo: - “Venha peixe... venha peixe... venha peixe...”
“Avancemos para as águas mais profundas”.

Colaborou Diácono Glauber



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