Lugar de ser feliz!


Seja bem-vindo!

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Vem aí… SEARA 2014!

Por Paróquia São João Batista   Postado As  01:30   Sem Comentários


Participe do Seara 2014! Entre os diversos seminários que você pode participar, este ano o Serviço de Animação Vocacional (SAV) vai oferecer o “Vivendo a plenitude do chamado”. Venha viver esse momento de oração e experiência de Deus em sua vida!

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Esperança para o Mundo

Por Paróquia São João Batista   Postado As  01:00   Sem Comentários


Jesus quer cultivar o espírito missionário em nós. Que ao sermos chamados ao discipulado pelo Mestre, nos sintamos impulsionados a anunciar: “A quem eu te enviar, irás” (Jr 1,7b).
O compromisso do anúncio evangélico compete a toda a Igreja, “missionária por sua própria natureza” (Ad Gentes, 2). Precisamos, por isso, renovar o compromisso de dar às atividades pastorais um ímpeto missionário mais amplo. E, assim, tornarmo-nos promotores da novidade de vida, feita de relacionamentos autênticos, em comunidades fundadas no Evangelho.
Onde se experimenta solidão e indiferença, os cristãos devem ser sinais de esperança. Devem se tornar irmãos, cultivando grandes ideais que transformam a história e, sem falsas ilusões ou medos, decididamente, comprometer-se para fazer com que a Igreja seja a casa de todos.
A obra de evangelização encontra obstáculos exteriores e também dentro da própria comunidade eclesial. Podem ser frágeis o fervor, a alegria, a coragem e a esperança, no anúncio da Mensagem de Cristo.
A Eucaristia não é só fonte e ápice da vida da Igreja, mas também da sua missão: “Uma Igreja autenticamente eucarística é uma Igreja missionária [...]. Aquilo de que o mundo tem necessidade é do amor de Deus, de encontrar Cristo e acreditar n’Ele” (Sacramentum Caritatis, 84).
Toda comunidade é “adulta” quando professa a fé, celebra-a com alegria na liturgia, vive a caridade e anuncia sem cessar a Palavra de Deus, saindo do próprio recinto para levá-la também às “periferias”. A Igreja entenderá Deus quando entender a voz dos pequenos!
A natureza missionária da Igreja é testemunho de vida que ilumina o caminho, que leva esperança e amor, “no qual o Evangelho é fermento de liberdade e de progresso, fonte de fraternidade, humildade e paz” (AG, 8). A Igreja não é uma organização assistencial, uma empresa, uma ONG, mas é uma comunidade de pessoas, animadas pela ação do Espírito Santo, que vivem a maravilha do encontro com Jesus Cristo e desejam partilhar essa experiência de profunda alegria.
Padre Edir Moreira

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

PAZ!

Por Paróquia São João Batista   Postado As  01:00   Sem Comentários


Vivemos num mundo que se arma até os dentes e deseja paz. Mas que paz teremos se, para garanti-la, nos armamos até os dentes? A paz que repousa no coração de Deus vem da observância de sua Palavra.
Muitos já passaram por provações tão grandes em suas vidas e tiveram em Deus uma paz injustificável. Já vi pessoas carregando uma cruz pesada demais, até mesmo em enterro de filhos e com uma paz que o mundo não é capaz de explicar, que nenhuma filosofia pode compreender. Só Jesus Cristo!
O caminho da paz consiste em observar o que Jesus falou: “Não se perturbem o coração. Se vocês ficarem comigo, com as minhas palavras, eu vou mandar o advogado, o paráclito, o consolador. Ele vai estar junto de vocês todos os dias”.
O Espírito Santo possui duas missões na nossa vida de Igreja. A primeira delas é lembrar o que Jesus ensinou. Quando estamos caminhando à beira do abismo, quase a ponto de cair em pecado, a voz da consciência, a voz do Espírito de Deus, fala dentro de nós.
A segunda missão do Espírito Santo é ensinar. Por exemplo, as pessoas do tempo de Jesus não entenderiam se Ele falasse de coisas atuais como internet, engenharia genética, clonagem, inseminação artificial, guerras nucleares... Mas Jesus deixou o cerne, o núcleo de todo ensinamento que produz vida, justiça e paz para todos.
Você é portador do Espírito. Por isso, fique junto da comunidade-igreja da qual você é membro ativo pelo seu batismo. É preciso ter paciência porque, às vezes, a Igreja é prudente demais e vai lenta. Tenham coragem! O Espírito conduz a Igreja e vai nos levar até a nova Jerusalém porque a Igreja é de Deus e não foi à toa que Ele nos deu o seu Espírito para nos fazer igreja viva, gloriosa que oferece o culto, em Espírito e em verdade.
Você acredita que o Espírito nos conduz como igreja? Quer permanecer firme nessa fé? Nessa Igreja há 2000 anos conduzida e movida pelo sopro do Espírito? Queira! Eu quero.
“Enviai o vosso Espírito, Senhor, e renovareis a face da terra”.
Padre Walter

domingo, 16 de fevereiro de 2014

DA LEI AO AMOR

Por Paróquia São João Batista   Postado As  01:00   Sem Comentários

O Evangelho deste domingo apresenta um tema complicado para os primeiros cristãos que eram todos judeus. Para eles, a Lei era o mais sagrado; o melhor presente que haviam recebido de Deus.
Jesus não foi contra ela Lei, mas foi além dela. Ele buscou a Vontade de Deus a partir de uma experiência diferente: abrindo caminho entre os homens para construir com eles um mundo mais justo e fraterno. O mais importante é “buscar o reino de Deus e sua justiça”.
“Justiça” é um termo particularmente especial para Mateus, e que poderia ser traduzido como “ajustar-se a Deus” “sintonizar-se à sua vontade”. Essa justiça é infinitamente superior à Lei.
Os fariseus e escribas se preocupavam em observar rigorosamente as leis, mas descuidavam do amor e da justiça. Eles cumpriam a lei intensamente, mas só externamente. Não percebiam que, observando detalhadamente todas as leis, não estavam pensando em Deus, mas neles mesmos. De tanto se fixarem sobre as leis, tornaram-se frios, insensíveis e assumiram o papel de juiz para julgar os outros.
Nesse sentido, o Sermão da Montanha não é Lei, mas Evangelho. A Lei é imposta, mas o Evangelho converte a pessoa em filho, transforma-a por dentro. No amor não há imposição, mas acolhida.
O mero cumprimento da lei não nos enriquece nem nos faz melhores. Mas quando buscamos a Vontade do Pai, vamos sempre além do que dizem as leis.
Aquele que não mata, cumpre a Lei, mas se não arranca de seu coração a agressividade, não se parece com Deus. Nele reina a Lei, mas não Deus. Ele vive corretamente, mas não construirá um mundo mais humano.
Temos de escutar bem as palavras de Jesus: “Não vim abolir a Lei e os Profetas, mas dar plenitude” (v. 17). Nosso cristianismo será mais humano e evangélico quando aprendermos a viver as leis e tradições como Jesus os vivia: buscando que esse mundo seja mais justo e fraterno como o Pai quer.
No Evangelho de hoje há também algo que costumamos ignorar. O texto não diz: “Se tu tens alguma queixa contra teu irmão”, mas “Se teu irmão tem alguma queixa contra ti”. Trata-se de olhar a própria vida na perspectiva do outro. De fato, como é difícil examinar se nossa atitude prejudicou o irmão. Damos por suposto que quem falha é sempre o outro. A culpa é sempre dos outros.

Padre Adroaldo

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Vida que gera vida

Por Paróquia São João Batista   Postado As  01:00   Sem Comentários

Como vivemos em tempos muito estressantes, vamos aprendendo que precisamos buscar uma vida com mais qualidade, comendo alimentos mais saudáveis, usando melhor nosso tempo, valorizando o que concorre para o bem de nossa vida.
Percebemos também que as realidades à nossa volta têm se tornado bastante desumanas, com o alarmante crescimento da violência, o excesso de barulho, a poluição, etc.
Um bom caminho para conseguirmos mais qualidade de vida seria vivermos em cidades mais humanizadas. Seria maravilhoso se tivéssemos mais praças, árvores e flores; ruas largas e bem pavimentadas; área de lazer em todos os bairros...
 É preciso, então, que nos organizemos e exijamos dos poderes públicos que viabilizem aquilo que ainda é possível para nossas cidades. Estas coisas são dever do Estado e direito dos cidadãos.
No entanto, não podemos pensar somente no que é dever do poder público. Há coisas que nos dizem respeito se quisermos ter cidades melhores de se viver. Por exemplo, poderíamos nos comportar melhor no trânsito, como motoristas ou pedestres. Ninguém gosta de morar em uma cidade onde há motoqueiros alucinados, guiando sem lei suas motos; onde motoristas correm como loucos e avançam sobre as faixas de pedestres ou invadem espaços que não são seus; nem onde os pedestres não respeitam os momentos e lugares que lhes convém.
Em cidades mais humanas, os moradores, ao construírem as calçadas, pensam nos idosos e nas pessoas portadoras de necessidades especiais, e constroem calçadas retas, ao invés de adaptar as calçadas às suas garagens. São as garagens que se adaptam às calçadas, e não o contrário, não é mesmo?
Por último, se queremos ter qualidade de vida, cidades boas de se viver, teremos que harmonizar a convivência entre nós. Mas, como harmonizar a convivência com vizinhos que a qualquer momento, sem pensar no bem do outro, colocam o volume do aparelho de som na maior altura?
Bem, precisamos e queremos vida de melhor qualidade, cidades mais humanizadas. Mas, certamente, tais coisas dependerão muito de nós.
Padre Walter

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Sal da terra e luz do mundo

Por Paróquia São João Batista   Postado As  05:36   Sem Comentários


O Evangelho deste fim de semana trata-se de duas imagens muito importantes ligadas aos nossos sentidos: o sabor e a luz. Esse texto constitui uma das mais claras afirmações evangélicas da missão dos discípulos de Jesus.
Não nos é pedido para salgar ou iluminar, mas ser sal e luz. A preocupação de cada um deve ser alcançar a plenitude humana. A pessoa que é sal tempera tudo o que toca. A que é luz ilumina tudo a seu redor.
Embora o sal e a luz não tenham nada em comum, há um aspecto no qual coincidem. Nenhum dos dois é proveitoso por si mesmo, mas é imprescindível aos outros. O sal só é útil quando acompanha os alimentos. A luz não é para ser vista; mas para possibilitar uma visão clara das coisas. Ela serve para que se possa ver o que já existe.
O sal é um dos produtos mais simples, mas também mais imprescindíveis para nossa alimentação. Suas propriedades são principalmente duas: dar sabor e conservar os alimentos. Ele atua no anonimato. Se um alimento tem a quantidade de sal que precisa, ele passa despercebido, ninguém se lembra dele. Mas quando em um alimento falta sal ou há em excesso, todos reclamam. O que importa não é o sal, mas a comida temperada com sal.
O tema da luz é muito frequente na Bíblia. Não só porque ela é essencial à vida, mas porque o ser humano não pode desenvolver-se na escuridão. Por isso ela é símbolo da vida e a escuridão é símbolo da morte.
Não podemos esquecer outro aspecto importante nas duas imagens usadas por Jesus. O sal, para salgar, tem que desfazer-se, dissolver-se, deixar de ser o que era. A lamparina ou a vela produzem luz, mas o azeite ou a cera se consomem.
Padre Adroaldo

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Ordenação Diaconal

Por Paróquia São João Batista   Postado As  14:04   Sem Comentários

Em uma linda Celebração Eucarística no Santuário do Sagrado Coração de Jesus em Conselheiro Lafaiete, dia 01/02, Dom Geraldo Lyrio Rocha, arcebispo metropolitano de Mariana, ordenou oito diáconos:
Alex Martins de Freitas (Viçosa)
D’artagnan de Almeida Barcelos (Barbacena)
Geraldo Trindade (Cipotânea)
Jorge Luiz Barbosa ( Capela Nova)
José Henrique Coêlho (Entre Rios de Minas)
Luciano da Silva Roberto (Santa Bárbara)
Reginaldo Coelho da Costa (Entre Rios de Minas)
Tiago da Silva Gomes (Rio Pomba)

Oramos a Deus pelos novos Diáconos para que sejam felizes e perseverantes nessa tão importante missão onde “quem quiser ser o maior deve ser o que serve mais”.
Parabéns, Alex, D’artagnan, Geraldo, Jorge, José Henrique, Luciano, Reginaldo e Tiago! Tivemos muita alegria por compartilhar desse momento tão importante na vida de vocês.

Voltar ao topo ↑






© 2013 Paróquia São João Batista, Viçosa-MG
Produzido por E.S WebDesigner