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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Agressão nas Redes Sociais

Por Paróquia São João Batista   Postado As  07:21   Sem Comentários

“É muito preocupante o quanto as pessoas têm feito uso das redes sociais para espalhar mensagens de ódio. Muitos que não têm coragem de agredir pessoalmente, por medo de retaliação, o fazem tranquilamente pelas redes, como se não pudessem sofrer as consequências de seus atos. Infelizmente, confundem liberdade de expressão com liberdade de agressão. Sobre esse assunto, o papa Francisco tem nos alertado: ‘Não usem a liberdade de expressão para ofender’. Hoje, mais do que nunca, com a internet acessível a praticamente todos, se torna imprescindível assumirmos que ‘Tudo me é permitido, mas nem tudo convém’ (I cor 6, 12).

Precisamos usar nossas forças para construir a paz e lutar por melhores condições de vida para todos, com educação, saúde e salário dignos; mas isso não se faz atacando as pessoas pelas redes sociais, dizendo coisas que jamais teríamos coragem de dizer pessoalmente” (Cida Zolnier).
“Em um mundo como o nosso, marcado por um desejo de irresponsabilidade e liberdade sem limites, o testemunho do filho pródigo recorda-nos que o homem que entende a liberdade como sinônimo de fazer a própria vontade vive na mentira, pois essa mesma liberdade facilmente se converte em escravidão” (Site do Padre Paulo Ricardo).

“Usadas com responsabilidade, as redes são uma dádiva, uma vez que, além do conhecimento, trazem para perto os amigos distantes e nos levam a lugares jamais imaginados... O que vemos de ruim nas redes é apenas resultado de não nos sentirmos filhos de um Deus que tudo criou por amor a nós e que não se cansa de nos esperar, como o Pai Misericordioso da parábola. Ainda não entendemos que viemos d’Ele e para Ele voltaremos” (Cristiane).

“O ambiente virtual, que inicialmente se propunha a aumentar a integração entre os povos, tem sido utilizado na perpetração de crimes eletrônicos. Humilhar o semelhante na rede mundial de computadores tem sido, para muitos, motivo de divertimento. Para as vítimas, esse tormento pode culminar em suicídios ou até mesmo em chacinas. O anonimato não é uma realidade nos crimes cometidos pela internet. Inúmeros casos foram descobertos, porque existe um rastro deixado pelo acesso à rede mundial de computadores – o IP (Internet Protocol). Desta forma, os crimes cibernéticos ou eletrônicos têm recebido respostas firmes do Estado através do Poder Judiciário, uma vez que todas as condutas podem ser alcançadas pela legislação penal atual” (Aline Gabriela Pescaroli Casado - Advogada e Especialista em Ciências Penais).

“Não há necessidade de consultar um psicólogo para saber que quando você denigre o outro é porque você mesmo não consegue crescer e precisa que o outro seja rebaixado para você se sentir alguém” (Papa Francisco).

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Sínodo: família não é somente um desafio, mas oportunidade para ser feliz

Por Paróquia São João Batista   Postado As  13:36   Sem Comentários

Concluiu-se na manhã desta terça-feira, no Sínodo dos Bispos sobre a família, o trabalho dos Círculos menores sobre a terceira e última parte do Instrumentum laboris, dedicado ao tema "A missão da família hoje". Na parte da tarde, a apresentação, aos Padres sinodais, dos Relatórios dos 13 grupos linguísticos e, esta quarta-feira, a publicação destes.

O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, conduziu a coletiva do dia sobre os trabalhos sinodais, tendo três cardeais como convidados: o espanhol Lluís Martínez Sistach (arcebispo de Barcelona); o sul-africano Wilfrid Fox Napier (arcebispo de Durban); e o mexicano Alberto Suárez Inda (arcebispo de Morelia). A família não é somente um desafio, mas também e, sobretudo, uma oportunidade para ser felizes: disse o Card. Sistach reiterando que a preparação para o matrimônio, quer remota, quer imediata, é fundamental para evitar separações e divórcios. Em seguida, o purpurado deteve-se sobre o Motu proprio do Papa Francisco acerca da reforma dos processos de nulidade matrimonial e reiterou tratar-se de uma reforma em harmonia com a misericórdia da Igreja, mas à luz da indissolubilidade.

Desse modo, os casais que experimentaram um falimento podem refazer sua vida, de cabeça erguida, diante de Deus e da Igreja. Daí, o apelo do purpurado espanhol a fim de que seja incrementada a gratuidade de tais processos. Na eventualidade de não ser possível encontrar a verdade objetiva e imediata, observou o Cardeal, o processo breve torna-se ordinário. "Nem todos os Tribunais eclesiásticos das dioceses do mundo dispõem de pessoas adequadamente preparadas" no setor, concluiu o arcebispo de Barcelona, e, portanto, o desafio se encontra também nesse campo.

A família constitui a base da sociedade, é sua célula fundamental, reiterou, por sua vez, o Cardeal Suárez Inda, fazendo votos de que todas as instituições atuem em defesa da família. Em seguida, o purpurado mexicano deteve-se sobre o drama dos migrantes, cuja situação cria muitas dificuldades às famílias não somente por causa da distância geográfica, mas também pelo aspecto normativo que por vezes impede a reunificação familiar.

A esse propósito, o arcebispo de Morelia agradeceu aos bispos dos EUA pelo grande trabalho de acolhimento que fazem com os migrantes mexicanos. Outra chaga que atinge as famílias é a da criminalidade organizada e da globalização que muitas vezes deixa os jovens sozinhos, no processo educacional, ressaltou o purpurado. Em seguida, em relação aos processos de nulidade matrimonial, afirmou: ?Nós, bispos, temos agora uma maior responsabilidade, o Papa reconhece-nos como juízes misericordiosos a nível diocesano e, portanto, devemos ser testemunhas da Igreja, mãe de ternura?. Por fim, respondendo à pergunta de um jornalista a propósito de uma possível viagem do Papa ao México, o Cardeal Suárez afirmou: ?Sem dúvida, a visita do Papa é um motivo de imensa alegria.? 

As datas ainda não foram estabelecidas, mas certamente será uma viagem centralizada nos temas da reconciliação e da paz. Seguramente, continuou o purpurado, o Santo Padre irá ao Santuário de Guadalupe e, talvez, tenha a oportunidade de visitar alguma casa de detenção e de encontrar os jovens, para dar esperança ao país. Depois foi dado espaço à África, com a reflexão do Cardeal Napier: ?Os bispos africanos trouxeram uma lufada de otimismo ao Sínodo?, a exemplo de Deus, mas também do Papa Francisco, afirmou o purpurado, que em seguida voltou seu olhar para os leigos, sobretudo para as famílias felizes. ?São eles ? disse ? que de certo modo indicam ao Sínodo a direção a ser tomada.

É importante, portanto, concentrar-se na vocação e missão da família na Igreja de hoje e acompanhar os cônjuges, tanto antes quanto depois do matrimônio, porque se reforma a Igreja reformando a família, que constitui sua base.

Por fim, interpelado pela imprensa sobre a carta enviada por alguns cardeais ao Papa, o purpurado sul-africano reiterou: era uma missiva reservada ao Pontífice e estava muito no espírito daquilo que ele disse, ou seja, falar com sinceridade e ouvir com humildade.

Em todo caso, concluiu o arcebispo de Durban, trabalhando junto no Sínodo, nós, bispos, reencontramos o espírito de colegialidade, sempre buscando fazer o melhor da Igreja.
 Fonte: Rádio Vaticano 

domingo, 18 de outubro de 2015

Ai de mim, se eu não evangelizar!» (1 Cor 9, 16)

Por Paróquia São João Batista   Postado As  13:59   Sem Comentários

Partilhe sua fé! 
No mês de outubro, a Igreja intensifica as atividades para despertar a consciência e a vida Missionária. Hoje, promove também a coleta mundial para as Missões, para atividades de promoção humana e evangelização, sobretudo onde as necessidades materiais são mais urgentes.

As Leituras bíblicas e a Mensagem do Papa motivam essa realidade:

A 1a Leitura apresenta o "Servo de Javé". (Is 53,10-11)

Isaías apresenta o Messias como uma pessoa insignificante e desprezada pelos homens, através do qual se revela a vida e a salvação de Deus. O Messias não será um rei de grande poder, mas um humilde "servo sofredor". Cristo, o grande Missionário do Pai, "não veio para ser servido, mas PARA SERVIR".  

Na 2ª Leitura, Paulo afirma que Cristo foi para nós um grande Sacerdote, mediador entre Deus e os homens, que resgatou com sua morte na cruz e continua intercedendo por nós junto ao Pai. (He 4,14-16)

No Evangelho, Jesus educa para a Missão os seus apóstolos, ainda impregnados pelos falsos conceitos de grandeza da época. (Mc 10,35-45)

- Jesus continua sua caminhada para Jerusalém e, na sua catequese, faz o 3º Anúncio da Paixão.
- Dois discípulos íntimos de Jesus lhe fazem uma pergunta estranha: "Mestre, faça que nos sentemos um à tua direita e  outro à tua esquerda, na tua glória".
- Os demais Apóstolos reagem indignados, pois todos eles tinham as mesmas pretensões.
- A resposta de Jesus foi taxativa: "Não sabeis o que pedis…"

* A procura dos primeiros lugares pelos dois irmãos, e a indignação dos outros dez apóstolos
revelam muito bem a mentalidade dos discípulos, que alimentavam sonhos pessoais de grandeza, de ambição e de poder.  Jesus convida os discípulos a não se deixarem levar por sonhos de ambição, de grandeza, de poder e domínio, mas a fazerem de sua vida um dom de amor e de "serviço".
- E Jesus apresenta seu exemplo: "O Filho do homem não veio para ser servido, mas para SERVIR e dar a sua vida em resgate de muitos.


Mensagem do Papa: (Resumo)
Neste ano de 2015, o Dia Mundial das Missões tem como pano de fundo o Ano da Vida Consagrada, que serve de estímulo para a sua oração e reflexão. Na verdade, entre a vida consagrada e a missão subsiste uma forte ligação, porque, se todo o batizado é chamado a dar testemunho do Senhor Jesus, anunciando a fé que recebeu em dom, isto vale de modo particular para a pessoa consagrada.
  
O seguimento de Jesus, que motivou a aparição da vida consagrada na Igreja, é reposta à chamada para se tomar a cruz e segui-lo, imitar a sua dedicação ao Pai e os seus gestos de serviço e amor, perder a vida a fim de a reencontrar. A dimensão missionária, que pertence à própria natureza da Igreja, é intrínseca também a cada forma de vida consagrada, e não pode ser transcurada sem deixar um vazio que desfigura o carisma.

Quem segue Cristo não pode deixar de tornar-se missionário, e sabe que Jesus «caminha com ele, fala com ele, respira com ele, trabalha com ele. Sente Jesus vivo com ele, no meio da tarefa missionária» (EG 266). A missão é uma paixão por Jesus Cristo e, ao mesmo tempo, uma paixão pelas pessoas.
Quando nos detemos em oração diante de Jesus crucificado, reconhecemos a grandeza do seu amor, que nos dignifica e sustenta e, simultaneamente, apercebemo-nos de que aquele amor, saído do seu coração transpassado, estende-se a todo o povo de Deus e à humanidade inteira; e sentimos também que Ele quer servir-Se de nós para chegar cada vez mais perto do seu povo amado e de todos aqueles que O procuram de coração sincero.

Hoje, a missão enfrenta o desafio de respeitar a necessidade que todos os povos têm de recomeçar das próprias raízes e salvaguardar os valores das respectivas culturas.
Dentro desta dinâmica complexa, ponhamo-nos a questão: «Quem são os destinatários privilegiados do anúncio evangélico?”.» A resposta é clara; encontramo-la no próprio Evangelho:
os pobres, os humildes e os doentes, aqueles que muitas vezes são desprezados e esquecidos, aqueles que não te podem retribuir (Lc 14, 13-14).

Queridos irmãos e irmãs, a paixão do missionário é o Evangelho. São Paulo podia afirmar: «Ai de mim, se eu não evangelizar!» (1 Cor 9, 16).
O Evangelho é fonte de alegria, liberdade e salvação para cada homem. Ciente deste dom, a Igreja não se cansa de anunciar a todos «O que existia desde o princípio, O que ouvimos, O que vimos com os nossos olhos» (1 Jo 1, 1).

A missão dos servidores da Palavra, bispos, sacerdotes, religiosos e leigos, é colocar a todos, sem excluir ninguém, em relação pessoal com Cristo. No campo imenso da atividade missionária da Igreja, cada batizado é chamado a viver o melhor possível o seu compromisso, segundo a sua situação pessoal.
Uma resposta generosa a esta vocação universal pode ser oferecida pelos consagrados e consagradas através duma vida intensa de oração e união com o Senhor e com o seu sacrifício redentor.


                                              Pe, Antônio Geraldo Dalla Costa -18.10.2015

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Remédio para Decepção

Por Paróquia São João Batista   Postado As  08:46   Sem Comentários

"Dois dos discípulos de Jesus iam para um povoado chamado Emaús, distante onze quilômetros de Jerusalém. [...] Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles. Os discípulos, porém, estavam como que cegos, e não o reconheceram" (Lc 24,13-16).

A decepção cega e nos faz pessimistas. Aqueles dois eram discípulos, mas a condenação e morte de Jesus os decepcionaram de tal maneira que ficaram cegos. A decepção é inevitável, não depende de nós. O pior é que os efeitos desse sentimento aumentam dentro de nós com o passar do tempo.
Temos de renunciar às frustrações. É você quem deve dominar seus sentimentos. Nós, muitas vezes, permitimos que tristezas terríveis nos contaminem. Precisamos vencer a decepção, pois as doenças da alma são as piores.

A decepção com pessoas e instituições ligadas às religiões são ainda piores, porque alguns acabam se decepcionando com a Igreja e se afastando em relação às coisas do Senhor. Talvez as pessoas que nos magoaram continuem erradas, mas, como os discípulos de Emaús, precisamos superar esse sentimento e salvar a nossa alma.
Os discípulos, decepcionados, entraram em um pessimismo tremendo. Então, Jesus começa a fazer, novamente, toda uma catequese para eles. Quando os discípulos convidam Jesus para ficar com eles e preparam a refeição, ao partir o pão, reconhecem o Senhor, mas Ele desaparece diante de seus olhos.

Como sair da cegueira espiritual e do pessimismo?
O único remédio eficaz é se voltar para Jesus presente no Sacrário e na Santa Missa. O Senhor está sempre conosco. O remédio para a decepção é Cristo. Mas, muitas vezes, fazemos o contrário, decepcionamo-nos e nos afastamos d'Ele.
É impossível viver sem passar por decepções, porque isso não depende de nós. É impossível viver sem sofrimento. O espinho entrou? Retire-o! É isso que Jesus nos ensina a cada dia.
Monsenhor Jonas Abib

sábado, 10 de outubro de 2015

Saber Escolher

Por Paróquia São João Batista   Postado As  14:45   Sem Comentários

Durante a nossa vida, temos que fazer escolhas. Há muitas coisas que nos atraem, mas não conseguimos conquistar todas. Escolher uma significa renunciar às outras.

As leituras desde dia tratam fundamentalmente deste tema sobre a ESCOLHA.

A 1a Leitura fala da escolha feita por SALOMÃO:
Ele preferiu a Sabedoria de Deus a qualquer outro bem. (Sb 7,7-11)

- Recém coroado, o jovem Rei vai ao templo oferecer um sacrifício a Deus.
- Deus, satisfeito, lhe diz: "Pede-me o que queres... e eu te darei..."
- Salomão: "Sou um adolescente... dai-me um coração sábio, capaz de julgar o vosso povo e discernir entre o Bem e o Mal..."
- O pedido agradou a Deus:
   "Já que não pediste nem vida longa, nem riquezas, nem a morte de teus inimigos, mas sim inteligência para governar meu povo... vou te dar o que pedes... e também o que não pediste..."

* Salomão escolheu a SABEDORIA como Bem maior, preferível ao poder e às riquezas...

A 2ª Leitura convida-nos a acolher a PALAVRA DE DEUS. (Hb 4,12-13)
"Ela é viva, eficaz e mais penetrante de qualquer espada de dois gumes".
Ela ajuda a discernir o bem e o mal e a fazer a ESCOLHA certa.

No Evangelho, Jesus propõe uma escolha do JOVEM RICO:  (Mc 10,17-30)

- Jesus está a caminho, ensinando aos discípulos as exigências do Reino e as condições para integrar a comunidade messiânica. - Um jovem ajoelha-se diante de Jesus e pergunta: "Que devo fazer para conseguir a vida eterna?"

- Inicialmente, Jesus lhe propõe os Mandamentos.

 O Jovem responde que já observa tudo isso... Ele quer algo mais...  
- Então Jesus o olha com amor, porque de fato praticava... e "queria mais"...
  "Convida-o" a integrar a comunidade do Reino, apontando o caminho:
      . Desfazer-se dos bens terrenos;
      . Partilhar com os irmãos mais pobres.
      . Seguir Jesus no seu caminho de amor e entrega.

A escolha era muito comprometedora: ou segui-lo, "renunciando" a todos os bens, ou ficar com tudo, mas deixando-o.

- Era o "algo mais" que lhe faltava para passar da vivência tradicional da religião, para uma vivência mais generosa.  Mas o Jovem prefere a segurança da riqueza e recusa o "convite" de Jesus.
  Não tem coragem de dar um passo a mais... e RETIRA-SE TRISTE...

- Jesus comenta: "Como é difícil a um rico entrar no Reino de Deus!"


* A reação do Jovem rico evidencia um fato: Quanto mais riquezas alguém possui, mais forte se faz sentir a tentação de amarrar o próprio coração aos próprios tesouros,
   a ponto de se tornarem um obstáculo no caminho do Reino.
   O "caminho do Reino" deve ser um caminho a ser percorrido no amor, na solidariedade, no serviço, na partilha, na verdade, no dom da vida aos irmãos...

- E os apóstolos não perderam a oportunidade: "E nós que deixamos tudo?"
- Jesus garante: "Vocês terão recompensa em bens e...  perseguições... e a vida eterna..."

Quem é esse Jovem do Evangelho?
Posso ser eu. Pode ser você... São muitas pessoas que observam os Mandamentos e até "desejariam fazer mais"...
Mas quando Deus pede algo mais... elas se retiram tristes, porque estão apegadas a muitas coisas, que amarram o seu coração e impedem de dar esse passo a mais.
Estão satisfeitas apenas com o "mínimo" necessário...
* E nós nos satisfazemos como o mínimo... ou procuramos oferecer "algo mais"?

Cristo nos dirige ainda hoje o mesmo convite:
"Vai e vende TUDO... dá aos pobres... e depois me segue".

* Todos nós temos alguma coisa para vender...
Quais são as "riquezas", de que devemos nos desfazer para esse algo mais e que tornam o nosso coração materializado e insensível às coisas de Deus.

- Será que Cristo nos olha "com amor" porque vê a nossa generosidade? ou  nós "nos afastamos tristes" porque não damos esse algo mais?

- Quantos pobres estão à espera de nossa oferta!...
  Pobres da palavra de Deus, de conforto, de entusiasmo, de orientação,  educação... instrução religiosa...

E nesse mês de outubro, dedicado às missões, a Igreja nos lembra que todos devemos nos sentir responsáveis pelas missões. Devemos distribuir as riquezas espirituais e materiais que possuímos, também aos que ainda vivem na miséria religiosa e social.

Cristo ainda HOJE continua a convidar:
"Vai e vende tudo o que tens... e dá aos pobres... e depois vem e segue-me..."
Ele continua nos "olhando com amor"...

Ele conta com cada um de nós!...
                                         Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 11.10.2015

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Encontro regional Terço dos Homens

Por Paróquia São João Batista   Postado As  09:35   Sem Comentários
 

LOCAL: SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS - URUCÂNIA
DATA: 25 DE OUTUBRO DE 2015
HORARIOS:
8 H – CONCENTRAÇÃO E ACOLHIDA NO MIRANTE DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS
8 H 30 MIN - REZA DO TERÇO COM CAMINHADA EM DIREÇÃO AO SANTUÁRIO
10 H – CELEBRAÇÃO EUCARISTICA 

OBS.: CONFIRMAR PRESENÇA DAS CARAVANAS ATÉ O DIA 19 DE OUTUBRO
- PAROQUIA N.SRA DO BOM SUCESSO - URUCÂNIA (31) 3876 1053
SANTUARIOURUCANIA@GMAIL.COM
- ESCRITORIO REGIONAL DE PASTORAL – PONTE NOVA (31) 3817 4365
RLESTE@HOTMAIL.COM

sábado, 3 de outubro de 2015

A Família que Deus quer

Por Paróquia São João Batista   Postado As  14:28   Sem Comentários

Vivemos num tempo em que os Valores da família são por muitos ignorados ou esquecidos.

As leituras falam da dignidade do Matrimônio cristão, dentro do maravilhoso PLANO DE DEUS...

A 1a leitura apresenta Deus criando o Homem e a Mulher, para se completarem, para se ajudarem, para se amarem. (Gn 2,18-24)

O texto não é uma reportagem de fatos passados, mas uma CATEQUESE:

1) A Origem da vida e do homem está em Deus...

2) A solidão é uma experiência terrível para a pessoa humana.
- ADÃO, apesar de possuir o domínio sobre todas as criaturas, não está plenamente realizado. Sente profunda SOLIDÃO.
Falta-lhe alguém com quem compartilhar a vida e a felicidade.
- DEUS preenche sua solidão, criando então a mulher, dotada da mesma natureza e da mesma dignidade. É na partilha de suas vidas no amor, que o homem encontra a realização plena de sua existência.

3) Homem e mulher são iguais em dignidade.
Eles são "da mesma carne", partícipes do mesmo destino.
Completam-se um ao outro e juntos complementam a obra do Criador. Esta realidade exige que homem e mulher se respeitem e exclui qualquer atitude egoísta de dominação.

4) Unidade: "Se tornarão uma só carne" = uma só pessoa...
Uma fusão não apenas dos corpos, mas na sua totalidade: corpo e alma: com seus projetos, seus sentimentos, seus ideais, suas tendências, suas esperanças, suas amizades... SUA FÉ...

A 2ª Leitura lembra a "qualidade" do amor de Deus pelos homens. (Hb 2,9-11)

Deus amou tanto os homens, que enviou ao mundo o seu Filho único.
O Filho solidarizou-se com os homens, partilhou a debilidade deles e aceitou morrer na cruz para dizer aos homens que a verdadeira vida está no amor, que se dá até às últimas conseqüências.

* O casal cristão deve também testemunhar, com a sua doação sem limites e com a sua entrega total,
o amor de Deus pela humanidade.

No Evangelho, Jesus é perguntado sobre o DIVÓRCIO permitido pela lei de Moisés em certos casos,
para proteger a mulher das arbitrariedades do marido. (Mc 10,2-6)

- Cristo responde: Moisés permitiu por causa da dureza do vosso coração…
  Mas desde o começo da Criação, Deus os fez homem e mulher.

  Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe, e os dois serão uma só carne...
  Portanto, o que Deus uniu o homem não separe”. 
 
- Diante da posição do Mestre, os discípulos ficam perplexos...
- E Jesus conclui:
   "Quem despede sua mulher e se casa com outra, comete adultério"

* O Evangelho nos apresenta o projeto ideal de Deus para o homem e para a mulher que se amam:
eles são convidados a viverem em comunhão total um com o outro, dando-se um ao outro, partilhando a vida um com o outro, unidos por um amor que é mais forte do que qualquer outro vínculo.  O amor de um homem e de uma mulher que se comprometem diante de Deus e da sociedade deve ser um amor eterno e indestrutível, que é reflexo desse amor que Deus tem pelos homens.

O divórcio e a poligamia não fazem parte do projeto de Deus.
Jesus reafirma a unidade e indissolubilidade do matrimônio e condena o divórcio e a poligamia.
- Numa época, em que muitos procuram destruir ou desfigurar a família, é urgente proclamar o Plano de Deus sobre o Matrimônio e a Família.
Não é uma norma da Igreja, é Plano de Deus, reafirmado por Cristo.

+ O texto finaliza com uma referência às CRIANÇAS,
   as maiores vítimas de uma família fragmentada:

- As mães levam seus filhos até Jesus para que os abençoe.
- Os apóstolos impacientes tentam impedir…
- JESUS: "Deixai vir a mim as crianças. Não as proibais, porque o Reino de Deus é dos que são como elas… Ele abraçava as crianças e as abençoava, impondo-lhes as mãos".

* Os esposos não podem pensar só em si mesmos, esquecendo os filhos…
A Missão dos pais é repetir o gesto das mães israelitas: levar seus filhos a Jesus, para que, abençoadas por ele e crescendo na sua escola, conservem a inocência e sejam um dia recebidas no reino dos céus, preparado para elas.

+ Nossa atitude para com os divorciados:         
- Acolher, integrar, compreender e ajudar aqueles a quem  as circunstâncias da vida impediram de viver o projeto ideal de Deus.
- Sem renunciar ao "ideal", que Deus propõe e Jesus reafirma no Evangelho.

A felicidade de uma família só existe quando há COMUNHÃO:  entre os esposos  - com os filhos e  - também com Deus…

Rezemos para que nossas famílias sejam a família que Deus quer:
"Santuário da vida" e "Berço do Amor e da Fé".



                               Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 04.10.2015

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