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domingo, 29 de novembro de 2015

Advento, caminhada para o Natal do Senhor

Por Paróquia São João Batista   Postado As  08:43   Sem Comentários

Advento significa vinda, chegada! Advento é tempo de preparação para a vinda do Senhor, bem como a própria vinda na celebração, pela mudança de vida, a prática da justiça e da caridade.

Natal significa nascimento, nascimento de Jesus Cristo. É vinda de Jesus Cristo, vinda celebrada e atualizada na celebração do seu Natal. 
O nascimento de Jesus Cristo é o centro das festividades do Natal.
As celebrações do ciclo de Natal referem-se à vinda de Deus para morar entre os seres humanos. No centro de tudo está o Menino Deus envolto em faixas, e não o papai Noel com seus presentes nem a Ceia de Natal. Este seria o natal do comércio alimentado pelo consumo.

Natal é a festa da vida que nasce, a festa do maior presente que Deus concedeu à humanidade, seu Filho, Jesus Cristo. Na Vida que nasce a humanidade celebra o dom da vida de todos. A alegria pelo dom da vida se expressa bem através dos presentes e da Ceia de Natal. 
Contudo, a melhor maneira de celebrar o Natal do Senhor consiste em participar da Ceia do Senhor, a Eucaristia.
A comemoração desta vinda do Senhor vem precedida de um tempo de preparação, o tempo do Advento.

No tempo do Advento e do Natal estão presentes as três vindas do Senhor: a vinda na carne, a vinda hoje no mistério e a vinda última gloriosa. Comemorando sua vinda no passado, Ele vem agora no presente e esta vinda no presente é um passo à frente ao encontro de sua vinda na glória.
Ele veio preparar a humanidade para a chegada do Messias. No segundo domingo do Advento, entra em cena João Batista, pedindo mudança de vida, a prática da justiça e da caridade. Ele prepara o povo de Deus para acolher o Messias Salvador. No quarto domingo do Advento, Maria, a mulher grávida de Deus, nos toma pela mão para, com ela, preparar o presépio vivo dos nossos corações, onde ela deseja colocar o seu Filho que vai nascer.

Assim, no Tempo do Advento os cristãos realizam uma caminhada de preparação, na mudança de vida, na prática da justiça e da caridade, em direção ao Natal do Senhor. O Senhor veio, o Senhor virá na glória. Importa, porém que ele venha aos corações humanos cada dia e, de modo especial, na comemoração de sua vinda na história, nas festas da manifestação do Senhor. Assim será Natal!

Por: Frei Alberto Beckhäuser, OFM

domingo, 22 de novembro de 2015

Rei do Universo

Por Paróquia São João Batista   Postado As  14:25   Sem Comentários

Neste último Domingo do Ano Litúrgico, concluímos a caminhada como "discípulos"
proclamando CRISTO, REI DO UNIVERSO.  Hoje comemoramos também o Dia do Leigo,
que é chamado a colaborar com Deus na construção desse Reino.

Daniel 7,13-14 anuncia um "Filho do Homem", vindo do céu para instaurar um Reino sem fim. 

Os judeus eram oprimidos pela dominação dos  gregos. Antíoco IV queria impor a cultura e a religião grega à força…
Daniel, numa linguagem apocalíptica, anima as comunidades à resistência.
Numa visão noturna, Daniel, contempla quatro animais (reinos opressores), saindo do mar (símbolo do mal) e vê no céu um Ancião (Deus) que confia ao "Filho do homem" o poder, a glória e o REINO.

A profecia se realiza plenamente com a vinda de Jesus. Esse Reino, não obstante as perseguições, jamais terá fim. É verdade que esse reino ainda hoje não se tornou uma realidade plena; contudo, o Reino proposto por Jesus já está presente na vida do mundo, como uma semente a crescer ou como o fermento a levedar a massa. Compete a nós, discípulos de Jesus, fazer com que esse Reino seja uma realidade bem viva e atuante em nosso mundo.

Em  Apocalípse 1, 5-8 lembra que o reinado de Cristo consiste em reconduzir todas as coisas a Deus. O homem e a criação inteira serão de novo de Deus. A Ressurreição será o passo final para esse reinado.  

No Evangelho, Jesus confirma a sua Realeza. (Jo 18, 33b-37)

- Durante toda a vida pública, Jesus teve muito cuidado para não dar uma interpretação política à sua missão.
  Várias vezes querem fazê-lo rei, mas ele sempre se esquiva. 
 - Próximo da sua Paixão… sozinho, abandonado até pelos amigos, sem exército que pudesse vir a defendê-lo, no tribunal diante de Pilatos que lhe pergunta: "Tu és o Rei dos Judeus?"
  Jesus confirma a sua Realeza e define o sentido do seu Reinado:
  "Eu sou REI. Mas o meu Reino não é desse mundo...".
  "Para isso nasci e para isso vim ao mundo.
   Para dar testemunho da Verdade.
   E todo aquele que é da Verdade, ouve a minha voz..."

* A Realeza de Cristo é diferente:
Um Rei que veio para servir e salvar.
Um soberano capaz de aceitar uma coroa de espinhos.
Um Rei cujo trono foi uma cruz no alto de um monte.
Cruz que se tornou símbolo de vitória para nós.
Esse Reino cresce onde se manifesta a atitude de serviço, a doação generosa em favor dos irmãos, onde cresce o respeito pelos outros, o diálogo, o perdão, a solidariedade... a justiça... o amor...

+ Um Reino que não é desse mundo...
   mas que se importa com o mundo... solidário com as pessoas...

Hoje, como há dois mil anos, para muitos é Rei só quem tem dinheiro, poder, glória, bens materiais, coisas...

E CRISTO, ainda hoje, continua a nos repetir:
"Eu sou rei", não um rei de coisas, mas um rei de gente,  sem o poder que os homens tanto aspiram…
- sem a GLÓRIA que os homens tanto procuram…
- sem os BENS que os homens tão avidamente desejam…

+ Jesus nos convida a fazer parte desse Reino
   e a trabalhar para que esse Reino aconteça na vida de todos.

* Faz parte desse Reino, quem é da Verdade e escuta a sua Voz.
  - Procuramos na verdade escutar a sua voz, para entrar nesse Mundo novo?
  - Somos mensageiros desse Reino, na família, na rua, na sociedade, no local de trabalho?

- No Pai Nosso, Jesus nos convida a rezar:
  "Venha a nós o vosso Reino" 

Desejaria que esse Reino… viesse de fato ao nosso coração e ao coração de todos os homens: Reino de Verdade e de Vida; Reino de Santidade e de Graça; Reino de Justiça, de Amor e de Paz…
Que assim seja…

                              Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 22.11.2015

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Um Mundo que Fabrica “Bombas”

Por Paróquia São João Batista   Postado As  08:19   Sem Comentários
Todos nós sabemos do poder destruidor que uma bomba possui. Basta lembrarmos das inúmeras guerras travadas ao longo da história da humanidade. Milhares de pessoas podem morrer no lançamento de uma única bomba. Em Hiroshima e Nagasaki, durante a segunda guerra mundial, morreram mais de duzentas mil pessoas quando apenas duas bombas foram lançadas. Isso sem falar dos mortos pelas doenças oriundas da radiação que ficou depois do lançamento delas.
Nem todas as bombas são como aquelas que conhecemos, lançadas durante uma batalha militar. Há também aquelas que são produzidas silenciosamente dentro de uma sociedade e que, quando explodem, produzem vítimas sem conta. Assim, existem, por exemplo, as “bombas sociais” geradas pelas injustiças humanas, ao longo de muitos anos em um país.
No Brasil, temos começado a ver, de maneira mais marcante nos últimos anos, as explosões desse tipo de “bomba”. E acredito que seja apenas o começo, pois em nosso País, muitas “bombas sociais” têm sido “fabricadas” de modo continuado, à vista de todos, sem que tomemos uma atitude eficaz para desativá-las.
O que pensar dos arrastões no Rio de Janeiro? A mim, isso parece o começo das explosões das bombas que tornaram pobres as muitas favelas e bairros da periferia daquela cidade que tinha tudo para ser maravilhosa, mas tem se tornado cidade-terror. E como não pensar que, mais cedo ou mais tarde, tal coisa fosse acontecer? Ou será que, ingenuamente, acreditamos que milhões de pessoas pobres espremidas em vielas, casebres e morros permaneceriam passivamente vivendo sua miséria sem nenhum tipo de contestação?
Infelizmente, a contestação está vindo da pior forma possível, como se fosse a explosão de uma bomba, em forma de violência, que não respeita ninguém, que fere e que mata, que rouba para ter o que se vê na mesma TV que, ao mesmo tempo, faz propaganda estimulando o consumo, mas também faz campanha estimulando a prisão dos menores que não puderam comprar o que ela mostra e roubaram para ter.
Temos fabricado muitas bombas não distribuindo a renda, não fazendo a reforma política nem a reforma agrária; não protegendo a família e nem oferecendo acesso à educação de qualidade para todos. Ainda temos a ilusão de que podemos ficar imunes às explosões dessas bombas nos mudando para condomínios fechados, impedindo o acesso dos pobres a nós, contratando seguranças... Doce ilusão!
A humanidade, bem como toda a criação, geme com dores de parto, esperando sua libertação por meio da manifestação dos filhos de Deus (cf. Rm 8, 16-22). Até quando tardaremos em agir como filhos de Deus, em querer de fato que o que Jesus ensinou seja vivido no mundo, a começar por nós que dizemos crer nele?
Pe Walter

sábado, 7 de novembro de 2015

Dar sem medida

Por Paróquia São João Batista   Postado As  12:49   Sem Comentários

A Liturgia desse domingo nos fala do espírito com que devemos fazer as nossas OFERTAS.
São protagonistas nas leituras de hoje DUAS VIÚVAS, pessoas frágeis e carentes, segundo a sociedade antiga, mas muito generosas em doar...

 + Se Jesus viesse hoje em nossa igreja, o que ele enxergaria?

- A que grupo nós pertenceríamos?
- Quais as pessoas que mais oferecem na comunidade?
  O Padre, os ministros, os animadores das pastorais? É difícil responder...
  Mas eu tenho a certeza, que muitas pessoas humildes, silenciosas, muito ocupadas, oferecem à comunidade um serviço semelhante à oferta da viúva: oferecem com sacrifício TUDO o que podem...
  E Deus não se deixa vencer em generosidade...
- E se Jesus olhasse as nossas OFERTAS, o que teria a dizer?
São ofertas generosas, dadas com alegria, como gesto de amor e de fé, ou é um jeito para se livrar de uns trocadinhos?
Podemos dar uma esmola material, podemos partilhar nosso tempo, nossos conhecimentos ou até nossa alegria com um sorriso.

E se olhasse o nosso DÍZIMO?
É uma oferta para retribuir a Deus um pouco do muito que recebemos e assim participar na manutenção da nossa religião?
Ou apenas nos lembramos quando precisamos de um serviço da comunidade, dando a idéia que é uma taxa para comprar algum sacramento?

- Na Bíblia, encontramos com freqüência uma verdade: Deus, embora criador de todo o universo, sempre quer e exige ofertas da parte dos homens.
- Assim já nas primeiras páginas da Bíblia, encontramos os homens oferecendo em sacrifício as primícias de seus trabalhos, como homenagem de gratidão a Deus.
- Encontramos: Abel e Caim oferecendo um sacrifício a Deus. (Gn 4)
  Deus aceitou o de Abel e rejeitou o de Caim...
- No Antigo Testamento: tinham taxas fixas: o DÍZIMO...
- Primeiros cristãos: punham os bens em comum...

A Igreja retomou o Dízimo, como um dos PRECEITOS, que os nossos católicos esquecem com muita facilidade.

O costume do dízimo foi introduzido por Deus.
No Livro de Malaquias, Deus se queixa de quem o "enganava", por não pagar "integralmente"...  (Ml 3,6-10)
    à Será que ainda hoje há gente, que continua enganando?

QUANTO se deve dar?
Deus não nos dá uma taxa fixa. Deixa a critério de nossa generosidade.
Entre os Antigos, dava-se o Dízimo (10%), atualmente muitos cristãos dão o Centésimo (1%) da renda familiar, outros o correspondente a um dia de trabalho por mês...
Deve ser uma verdadeira oferta, não apenas uma esmola insignificante...

No Evangelho, vimos muitos ricos colocando grandes quantidades, e a única pessoa que impressionou a Cristo foi a pobre viúva, que não pôs muito, mas deu tudo o que tinha, e com alegria.

Dízimo não é doação apenas de dinheiro. Podemos dar também o nosso tempo, em favor da comunidade...
Tudo pode ser feito com gestos muito simples, como o da viúva...
- Como partilhamos aquilo que somos e temos?
 A Escritura nos garante: "Deus ama a quem dá com alegria". (2Cor 9,7)


                                                              Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 08.11.2015

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

A história das dez maçãs - Refletindo sobre o Dízimo!

Por Paróquia São João Batista   Postado As  07:38   2 Comentários
Era uma Vez um homem que não tinha absolutamente nada. Então Deus lhe deu dez maçãs. Três maçãs para se alimentar. Três maçãs para ele vender e comprar uma casa. Três maçãs para ele vender e comprar roupa.Deu-lhe também uma maçã, a fim de que ele tivesse alguma coisa para devolver a Deus, em sinal de gratidão pelas outras nove.
O homem comeu as três maças.Vendeu três e comprou uma casa para abrigar-se das interpéries. Vendeu três maças e comprou roupas.Então ele olhou para a décima maçã...E viu que ela parecia maior e mais deliciosa do que as outras.Ele sabia que Deus lhe tinha dado a décima maçã para que ele pudesse devolver-lha em sinal de gratidão pelas outras nove.

Mas a décima maçã parecia maior e mais gostosa do que as outras.

 Então ele pensou: Deus tem todas as maçãs do mundo...Então o homem comeu a décima maçã... E devolveu para Deus... O TALO!
Deus deu a você maçãs suficientes para suprir suas necessidades - mais uma, a qual você deveria devolver-lhe em sinal de gratidão.A escolha é sua. Você irá devolver a Deus a maçã maior e mais saborosa ou somente o TALO?
Pastoral do Dízimo

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

O dia da prova está chegando!

Por Paróquia São João Batista   Postado As  04:22   Sem Comentários
O Catecismo da igreja católica nos ensina que, “para ressuscitar com Cristo, é preciso morrer com Cristo; é preciso deixar a mansão deste corpo para ir morar junto do Senhor” (Cf. 2Cor 5,8).
O momento da partida é a morte, quando a alma é separada do corpo até o dia da ressurreição da carne, na segunda vinda de Cristo. Nossa fé nos garante que o espírito humano é imortal e permanece além da morte. Uma cena do Evangelho, no alto do Calvário, atesta essa permanência da vida, quando Jesus diz a Dimas (um dos ladrões): “ainda hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23,43).
Em si, a morte não é um bicho de sete cabeças, mas, por mais que a medicina progrida, o homem se mostra sempre impotente diante dela. Calcula-se que morrem diariamente cerca de 60 mil pessoas, o que nos prova que Deus é o Senhor da vida. Mas precisamos estar preparados para esse dia, o qual só Deus conhece.
Quando nos preparamos para um exame ou teste, estudamos com esmero toda a matéria e até aquilo que está fora do programa, porque pode “cair” na prova. Com Deus, não nos comportamos assim, mesmo sabendo que a matéria do exame consiste em um único ponto: A CARIDADE! As perguntas que Cristo nos fará, nessa prova tão decisiva, já conhecemos. Mesmo assim, nos preparamos tão pouco (Cf. Mt 25, 34-40). Normalmente pensamos assim: “A morte existe para todos, menos para mim. Todos irão morrer, eu não”.
Se pensarmos bem, a morte nada mais é do que o dia do nosso aniversário, pois nasceremos para a vida eterna ao lado de Jesus. Tudo o que precisamos fazer é amar ardentemente “porque o amor cobrirá a multidão de pecados” (1 Pedro 4, 8).
“Louvado sejais meu Senhor”, como cantava São Francisco de Assis.

Matéria da prova
√     Amar pessoas boas
√     Amar quem me faz bem
√   Amar familiares bons
CÉU: 
Amar patrão/patroa chato(a) 
Amar esposo/esposa enjoado(a)
Amar parentes e amigos irritantes
Amar adolescentes revoltados
Amar estudantes malandros
Amar jovens drogados
Amar idosos doentes
Amar os pobres
Amar vizinho barulhento
Amar agente de pastoral mandão/mandona
Juca

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Agressão nas Redes Sociais

Por Paróquia São João Batista   Postado As  07:21   Sem Comentários

“É muito preocupante o quanto as pessoas têm feito uso das redes sociais para espalhar mensagens de ódio. Muitos que não têm coragem de agredir pessoalmente, por medo de retaliação, o fazem tranquilamente pelas redes, como se não pudessem sofrer as consequências de seus atos. Infelizmente, confundem liberdade de expressão com liberdade de agressão. Sobre esse assunto, o papa Francisco tem nos alertado: ‘Não usem a liberdade de expressão para ofender’. Hoje, mais do que nunca, com a internet acessível a praticamente todos, se torna imprescindível assumirmos que ‘Tudo me é permitido, mas nem tudo convém’ (I cor 6, 12).

Precisamos usar nossas forças para construir a paz e lutar por melhores condições de vida para todos, com educação, saúde e salário dignos; mas isso não se faz atacando as pessoas pelas redes sociais, dizendo coisas que jamais teríamos coragem de dizer pessoalmente” (Cida Zolnier).
“Em um mundo como o nosso, marcado por um desejo de irresponsabilidade e liberdade sem limites, o testemunho do filho pródigo recorda-nos que o homem que entende a liberdade como sinônimo de fazer a própria vontade vive na mentira, pois essa mesma liberdade facilmente se converte em escravidão” (Site do Padre Paulo Ricardo).

“Usadas com responsabilidade, as redes são uma dádiva, uma vez que, além do conhecimento, trazem para perto os amigos distantes e nos levam a lugares jamais imaginados... O que vemos de ruim nas redes é apenas resultado de não nos sentirmos filhos de um Deus que tudo criou por amor a nós e que não se cansa de nos esperar, como o Pai Misericordioso da parábola. Ainda não entendemos que viemos d’Ele e para Ele voltaremos” (Cristiane).

“O ambiente virtual, que inicialmente se propunha a aumentar a integração entre os povos, tem sido utilizado na perpetração de crimes eletrônicos. Humilhar o semelhante na rede mundial de computadores tem sido, para muitos, motivo de divertimento. Para as vítimas, esse tormento pode culminar em suicídios ou até mesmo em chacinas. O anonimato não é uma realidade nos crimes cometidos pela internet. Inúmeros casos foram descobertos, porque existe um rastro deixado pelo acesso à rede mundial de computadores – o IP (Internet Protocol). Desta forma, os crimes cibernéticos ou eletrônicos têm recebido respostas firmes do Estado através do Poder Judiciário, uma vez que todas as condutas podem ser alcançadas pela legislação penal atual” (Aline Gabriela Pescaroli Casado - Advogada e Especialista em Ciências Penais).

“Não há necessidade de consultar um psicólogo para saber que quando você denigre o outro é porque você mesmo não consegue crescer e precisa que o outro seja rebaixado para você se sentir alguém” (Papa Francisco).

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