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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Ano Novo nos convida a uma vida nova, conheça 12 atitudes positivas para um ano feliz

Por Paróquia São João Batista   Postado As  02:47   Sem Comentários


1 –  Adicione fé e esperança aos seus sonhos. Todo sonho precisa ser alimentado, caso contrário ele será apenas uma teoria.

2 – Nas encruzilhadas da vida, peça orientação ao Espírito Santo. Não queira resolver sozinho seus problemas; deixe espaço para que Deus participe de suas decisões.

3 – O diálogo é a base para uma convivência pacífica e saudável. Coloque as cartas na mesa quando algum problema surgir. Falar com respeito é melhor do que silenciar com ódio.

4 – Contemple as estrelas quando estiver estressado. O brilho que elas emanam faz com que se lembre que, mesmo em meio às trevas, o amor de Deus nos acompanha e ilumina os nossos caminhos.

5 – Se cruzar com um gato preto na rua, não se assuste, é apenas um animal que nem sabe que você é supersticioso (a).

6 – Comece cada dia deste novo ano com o pé direito: acredite em você mesmo, lute por seus ideais e faça o bem sem esperar retorno.

7 – Para conquistar um amor de verdade, tome um banho de dignidade e autoestima. Seja verdadeiro (a) com seus valores e acredite que uma vida a dois é fruto de um caminho de conhecimento, diálogo e partilha.

8 – Use folhas de louro para fazer uma deliciosa feijoada para os amigos. E não se esqueça de me convidar!

9 – Use e abuse das cores amarelas. Garanto que não vai lhe trazer dinheiro, mas, com certeza, vai lembrá-lo que dinheiro não cai do céu e Deus ajuda quem cedo madruga!

10 – Nozes, avelãs, tâmaras e castanhas são ótimas para a saúde. Contudo, elas não trazem fartura, a não ser para o seu peso se forem consumidas em excesso.

11 – Para nunca faltar dinheiro, trabalhe com seriedade, não gaste com supérfluos e não faça contas maiores que o seu salário.

12 – Para ter paz não precisa usar a cor branca, basta apenas ter consciência de que a paz começa com seus gestos, palavras e atitudes.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Residência Santa Terezinha acolhe jovens estudantes

Por Paróquia São João Batista   Postado As  11:20   Sem Comentários

A Comunidade e Residência Santa Terezinha situada, no antigo Noviciado das Irmãs Carmelitas, no bairro Betânia, Viçosa, hoje é formada por quatro (4) Irmãs Carmelitas: Ir. Solange, Ir. Imaculada, Ir.Vâner, Ir. Ilva, e pela senhora Leda, irmã da Ir. Solange.   

A finalidade desta comunidade é acolher moças estudantes, que vêm para Viçosa, para  estudar  e  que  desejam  um  lugar  tranqüilo  e  silencioso para morar e progredir com seus estudos. 

Qualquer  dúvida e  para  maiores  esclarecimentos  sobre  a  hospedagem  na  bela Residência Santa Terezinha, entre em contato através do telefone (x) (31) 3891 1160.
Venham conhecer e fazer parte dessa residência:
Comunidade e Residência Santa Terezinha  

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

A Escola da morte

Por Paróquia São João Batista   Postado As  07:38   Sem Comentários

Tadeu nasceu em uma família pobre. Seus pais tinham que trabalhar o dia todo, pois ambos ganhavam muito pouco para sustentar a família, com outros quatro filhos. Entregue quase o dia todo ao cuidado da avó, também muito ocupada com tantos afazeres domésticos e sem a força necessária para educar o menino, Tadeu cresceu entregue às ruas. Das horas em que passava na escola pública, as que mais lhe interessavam eram a da merenda e a do recreio, aonde junto com outros meninos ia recebendo a “verdadeira” educação que mais tarde o dirigiria na vida.

Muita música funk nos celulares e o estilo “ostentação” dos garotos mais velhos deixavam-no maravilhado com o mundo que lhe ia sendo apresentando, e para ele, muito mais atraente do que aquele que a velha avó e as catequistas insistiam em afirmar ser o “mundo do bem”.

Carente de quase todo tipo de recurso, a escola não conseguia imprimir em seu espírito os necessários valores éticos e as noções mais básicas de cidadania desmoronavam frente à selvageria que destruía carteiras escolares, quadros negros e paredes. Os professores, mal remunerados e com a motivação quase inteiramente destruída pelo descaso governamental pela educação, não conseguiam fazer  sombra à triste “escola da vida” na qual Tadeu ia sendo “educado”.
Após a saída da aula, com rápida passagem em sua casa para almoçar na frente da TV, 

Tadeu, aos 11 anos ia conviver com a turma da esquina (pois o abandono do Estado não oferecia nenhum outro espaço), composta em sua maioria de adolescentes de várias idades, alguns já acima dos 18 anos. Ali, seu fascínio era total quando ouvia os mais velhos relatarem as aventuras do último final de semana, quando, com suas motos (algumas roubadas, outras compradas com dinheiro de pequenos tráficos ou pelos pais, sob ameaças ou coações de todo tipo), desafiavam a vida urbana, ensurdecendo as pessoas pela retirada dos escapamentos, em altas velocidades, às vezes correndo da polícia quando de algum pequeno furto ou da descoberta do ponto de drogas.

Tadeu ficava extasiado quando a conversa chegava ao seu clímax, quando os meninos relatavam (muitas vezes fantasiando, mas outras com relatos verdadeiros) as “pegações” nos bailes funks, tanto de meninas novinhas e até de algumas mulheres casadas, que se aproveitavam da disponibilidade dos meninos, que lhes permitiam realizar suas fantasias a baixo custo.

Embalado pelas conversas da esquina e pelo assédio vergonhoso da TV, incitando a todo tipo de consumo e também dos desvarios das novelas e filmes, Tadeu sonhava com a sua chegada a este mundo formado pelo brilho dos grossos cordões, das tatuagens que marcariam as aventuras vividas, da adrenalina das fugas nas perseguições da polícia, da violência do enfrentamento das gangues. Um dia, pensava, seria respeitado em sua comunidade, pois dominaria as “bocas de fumo”; teria o amor das menininhas e olharia com desprezo a sociedade que o desprezara ao longo de sua vida. Um dia, não teria que se sentir inferior aos “brancos” riquinhos que frequentavam as festas regadas a bebidas (e outras drogas) liberadas. Um dia, não teria que usar marcas famosas falsificadas e desfilaria num desses carrões que a tela da TV lhe mostrava de forma deslumbrante...

Do lado do caixão, com os olhos marejados, a avó de Tadeu sente o punhal da dor lhe atravessar o coração e o amargor da derrota de não ter conseguido imprimir os valores de sua fé àquele coração de apenas 16 anos, que agora não bate mais. Do outro lado, sua mãe num pranto entre desesperado e histérico, lhe fazer dizer coisas sem sentido, como uma enxurrada de palavras que não foram ditas pela falta de tempo ou de horizontes. Em torno, as poucas pessoas presentes conformadas com mais uma morte antes do tempo, contemplam uma cena que já lhes parece comum pelo número de repetições.

Tadeu foi morto como um inseto indesejado, cuja morte não se lamenta, apenas torna-se estatística no mapa da violência de nossas cidades. Sua morte e seu nome logo serão esquecidos; ficarão apenas cicatrizes profundas no seio de sua família. Em sua turma, cuja ausência foi notória no velório, outros meninos estão sendo preparados na escola da morte.

Pe. Walter

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Natal, Menino Jesus e o bom velhinho

Por Paróquia São João Batista   Postado As  07:49   Sem Comentários
Conta-nos São Mateus que o rei Herodes, ao saber que em Belém havia nascido um menino, tentou eliminá-lo já no berço, mas não conseguiu; o bom José tomou o menino e sua mãe e fugiu com eles para o Egito. Enquanto isso, Herodes espalhava terror e luto em Belém e arredores, com a ordem para que todos os meninos abaixo de 2 anos de idade fossem mortos (Mt 2).
São Nicolau, um bispo do 4º século nascido em Mira, na atual Turquia, e cujo sarcófago está conservado na catedral de Bari, no sul da Itália, compreendeu bem a festa do Natal: saía pelas ruas distribuindo presentes aos pobres, sobretudo às crianças. Queria, assim, compartilhar a festa e a alegria com todos, porque o Natal de Jesus era um imenso presente de Deus para a humanidade inteira!
Na Idade Média, São Francisco de Assis não se cansava de contemplar o “sublime mistério” do Natal: o Grande Deus veio a nós na simplicidade e na fragilidade de uma criança! Francisco, poeta e cantor da beleza, quis que a cena do Natal de Jesus, narrada nos Evangelhos, fosse percebida concretamente e “criou” o presépio, com a ambientação e os figurantes dos relatos bíblicos sobre o nascimento de Jesus. A tradição dos presépios no Natal espalhou-se rapidamente pelo mundo cristão.
Os tempos modernos deram-se conta de que o Natal tinha um apelo comercial muito bom e vendia bem! Natal virou coisa para comprar! E para promover melhor o seu consumo, foi criado um garoto-propaganda, chamado Papai Noel, o “bom velhinho”, de barbas brancas, botas, roupão vermelho e gorro de lã.
O Natal, então, se tornou a festa de Papai Noel. E o menino Jesus, onde ficou? Não era dele a festa? Presépio? Em seu lugar, uma árvore enfeitada de duendes, bruxas e bichinhos da Disney. Será que o “bom velhinho” – hô-hô-hô – está conseguindo o que Herodes não conseguiu com sua ira - eliminar o menino da cena?
Cardeal Odilo P. Scherer (Arcebispo de São Paulo)

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Sacramento da Crisma

Por Paróquia São João Batista   Postado As  10:43   Sem Comentários
A paróquia de São João Batista reafirma o que dizem as Orientações e Normas para os Sacramentos, veja parte das Orientações e Normas sobre o Sacramento da CRISMA:

“44. O sacramento da Crisma seja celebrado na própria Paróquia. Em caso
de transferência, requer-se motivo justo e autorização do Pároco.
45. Haja em cada paróquia uma equipe estável que, sob orientação do
Pároco coordene a preparação para a Crisma.
46. Na Arquidiocese de Mariana, a idade mínima para a celebração do
sacramento da Crisma é de 15 (quinze) anos completos. Contudo, mais do
que com a idade, a preocupação deve ser com a maturidade do(a)
crismando(a) na fé e com sua inserção na comunidade eclesial (cf. lei
complementar da CNBB cân. 891).
47. Em perigo de morte, todo Presbítero pode celebrar a Crisma em favor
de qualquer pessoa batizada, seja qual for sua idade.
48. Deve-se zelar para que as Crismas celebradas sejam devidamente registradas no Livro de Crismas a ser conservado no arquivo paroquial.”

Nenhuma paróquia da Arquidiocese de Mariana pode desobedecer as suas Orientações e Normas.

Visite a página e conheça mais sobre os Sacramentos:

sábado, 5 de dezembro de 2015

CONVITE

Por Paróquia São João Batista   Postado As  11:51   Sem Comentários


domingo, 29 de novembro de 2015

Advento, caminhada para o Natal do Senhor

Por Paróquia São João Batista   Postado As  08:43   Sem Comentários

Advento significa vinda, chegada! Advento é tempo de preparação para a vinda do Senhor, bem como a própria vinda na celebração, pela mudança de vida, a prática da justiça e da caridade.

Natal significa nascimento, nascimento de Jesus Cristo. É vinda de Jesus Cristo, vinda celebrada e atualizada na celebração do seu Natal. 
O nascimento de Jesus Cristo é o centro das festividades do Natal.
As celebrações do ciclo de Natal referem-se à vinda de Deus para morar entre os seres humanos. No centro de tudo está o Menino Deus envolto em faixas, e não o papai Noel com seus presentes nem a Ceia de Natal. Este seria o natal do comércio alimentado pelo consumo.

Natal é a festa da vida que nasce, a festa do maior presente que Deus concedeu à humanidade, seu Filho, Jesus Cristo. Na Vida que nasce a humanidade celebra o dom da vida de todos. A alegria pelo dom da vida se expressa bem através dos presentes e da Ceia de Natal. 
Contudo, a melhor maneira de celebrar o Natal do Senhor consiste em participar da Ceia do Senhor, a Eucaristia.
comemoração desta vinda do Senhor vem precedida de um tempo de preparação, o tempo do Advento.

No tempo do Advento e do Natal estão presentes as três vindas do Senhor: a vinda na carne, a vinda hoje no mistério e a vinda última gloriosa. Comemorando sua vinda no passado, Ele vem agora no presente e esta vinda no presente é um passo à frente ao encontro de sua vinda na glória.
Ele veio preparar a humanidade para a chegada do Messias. No segundo domingo do Advento, entra em cena João Batista, pedindo mudança de vida, a prática da justiça e da caridade. Ele prepara o povo de Deus para acolher o Messias Salvador. No quarto domingo do Advento, Maria, a mulher grávida de Deus, nos toma pela mão para, com ela, preparar o presépio vivo dos nossos corações, onde ela deseja colocar o seu Filho que vai nascer.

Assim, no Tempo do Advento os cristãos realizam uma caminhada de preparação, na mudança de vida, na prática da justiça e da caridade, em direção ao Natal do Senhor. O Senhor veio, o Senhor virá na glória. Importa, porém que ele venha aos corações humanos cada dia e, de modo especial, na comemoração de sua vinda na história, nas festas da manifestação do Senhor. Assim será Natal!

Por: Frei Alberto Beckhäuser, OFM

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