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sábado, 30 de julho de 2016

Por que sigo a Cristo?

Por Paróquia São João Batista   Postado As  14:45   Sem Comentários

“Vós me procurais por causa dos pães; buscai-me não pelo alimento que perece. Mas pelo que dura para a vida eterna” (Jo 6, 26).
Sigo a Jesus Cristo porque creio que nele está a vida, sobretudo, a vida eterna. Sigo-o porque creio que é meu salvador, porque preciso da salvação que me oferece; sigo-o por causa do amor que, por meio dele, me vem do Pai; por causa do seu Espírito que age em mim e me conduz pela vida. Sigo-o, por fim, porque nele está o sentido do viver e porque o amo. Causa-me estranheza segui-lo por seus milagres, esperando que, com isso, os faça em minha vida. Milagres são sinais da autenticidade de sua missão como humano que se tornou. Milagres podem até acontecer, mas não podem ser meu objetivo em relação a Deus.

Esperar também me tornar próspero, bem sucedido em meus negócios e na vida, é reduzir a grandiosidade de seu amor por mim. Além do mais, milagres (acontecimentos extraordinários) são incomuns. A vida é feita do comum do viver, com seus altos e baixos, com possibilidade de doenças, dores, tristezas e desencontros. Não podemos atribuir a Deus os dissabores da vida, como se Ele se recusasse a nos oferecer milagres e prodígios para resolvê-los ou evitá-los.

A certeza que devemos ter é que Deus estará sempre conosco, nos amando, ajudando-nos a carregar nossos fardos, mas não nos tirará do mundo, que é marcado por muitas incertezas. Ele sempre ouvirá nossas orações, continuando o processo de salvação que iniciou em Cristo. Segui-lo na dependência de milagres e prosperidades será fonte segura de decepção. Mais cedo ou mais tarde, desanimará a pessoa que assim o faz, porque cansada de esperar, acabará caindo no indiferentismo religioso.

Somos peregrinos neste mundo; nossa morada definitiva não é aqui. Sigamos a Jesus com decisão, com fé viva, construindo com Ele a realidade presente, que pode ser melhorada, contando com Sua ajuda certeira, mas de olho no reino definitivo que nos espera e que deve ser o maior objetivo de nossa vida.

Pe. Walter Jorge

sábado, 16 de julho de 2016

Marta e Maria... Hospitalidade e o Acolhimento

Por Paróquia São João Batista   Postado As  14:24   Sem Comentários

A Liturgia nos convida a refletir sobre a Hospitalidade e o Acolhimento.
Toda vez que nos reunimos para celebrar a Eucaristia, o Senhor nos acolhe como hóspedes em sua casa e nos oferece a "melhor parte": a sua Palavra e o Pão da vida. Marta e Maria acolhem Jesus em sua casa. (Lc 10,38-42)
- MARTA preocupa-se com os trabalhos  para acolher bem o visitante em sua CASA.
- MARIA, pelo contrário, senta-se aos pés do Mestre  (posição típica de um discípulo diante do seu Mestre)  e acolhe a Palavra de Jesus em seu coração...
Duas formas sinceras de acolher... mas diante da reclamação de Marta, Jesus afirma que a atitude de Maria lhe era mais agradável, pois a escuta da sua palavra é o ponto de partida na caminhada da fé.

A Hospitalidade é um gesto sagrado desde o Antigo Testamento... Não é só abrir a porta da casa, mas é também abrir os ouvidos e o coração, para dar a nossa atenção àquele que veio ao nosso encontro.
Durante o diálogo, Maria permanece em silêncio, sinal de meditação e interiorização da Palavra de Deus.
Quem são as Martas e Marias, HOJE?

- Na Vida Prática: Você valoriza mais as pessoas, ou as coisas, os trabalhos, a casa, os negócios?
- Na Família... Você, Esposa, costuma acolher com carinho, com atenção e com sorriso o seu esposo que chega cansado do trabalho ou o seu filho que retorna da escola?
Você, Marido, mesmo cansado, escuta com interesse, sua esposa que deseja lhe contar como foi o dia? E você, Jovem, sabe dar a devida atenção a seus pais, que trabalham o dia todo por você?
- Na Comunidade...Você encontra tempo para "sentar aos pés de Jesus  e escutar a sua palavra"? Ou apenas se satisfaz em "fazer coisas"? Fato decisivo para ser "Discípulo" de Cristo, é estar disposto a escutar a sua Palavra...
- Na Sociedade... Você tem tempo para parar e escutar os que chegam até você, reconhecendo neles a voz de Cristo (ou a visita de Deus)? Ou apenas se contenta em oferecer "coisas"?
- Na Ação Pastoral... como servimos a Deus? O Evangelho nos mostra dois modos: como Marta... e como Maria... Damos o devido tempo entre Ação e Contemplação, Trabalho e Oração... Ação, sem escuta da Palavra de Deus, torna-se vazia... E Oração, sem ação, é estéril e alienante...

Que a nossa atitude não seja apenas a de Marta, nem apenas a de Maria... mas a de Marta e de Maria, juntas, se completando em nós... Cristo ainda hoje continua nos advertindo: "Marta, Marta..."
Cristo continua ainda hoje batendo à nossa porta.
Sua voz tem inúmeros timbres. Procuremos reconhecê-la e abrir a porta sem fazê-lo esperar.
Para acolher Jesus, devemos encontrar tempo para nos sentar a seus pés, escutá-lo e escutar os outros;
tempo para rezar; tempo para servir; um coração pronto e disponível.
- A Conferência de Aparecida fala em gastar mais tempo  para escutar as pessoas...
  O que poderíamos fazer nesse sentido? 
           

                        Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa (adaptação)

domingo, 3 de julho de 2016

"Tu és Pedro"

Por Paróquia São João Batista   Postado As  08:43   Sem Comentários

Celebramos  festa de dois Apóstolos marcantes da Igreja primitiva: São Pedro e São Paulo.
 - Diferentes: na vocação, no caráter, no estudo, na missão...
 - Unidos: no Amor e na Fé a Cristo e à Igreja...

- PEDRO, a rocha firme, conhece Cristo às margens do lago, o segue desde o começo durante toda a vida apostólica e em Cesaréia de Filipe o reconhece como o "Cristo, o Filho do Deus vivo.
- PAULO, o anunciador incansável, não o conheceu pessoalmente. Inicialmente até o perseguiu, porque anunciava um Deus diferente. Um dia, iluminado por uma luz do alto, compreendeu que Jesus era o Messias. A partir de então mudou radicalmente sua vida... Pedro e Paulo representam duas dimensões diferentes, mas complementares e viveram com alegria a comunhão na diversidade...

1. Quem é JESUS?
Na perspectiva dos "homens", Jesus é, apenas, um homem bom e justo, que escutou os apelos de Deus e se esforçou por ser um sinal vivo de Deus, como tantos outros homens antes dele. É muito, mas não é o suficiente.
Significa que os "homens" não entenderam a novidade do Messias, nem a profundidade do mistério de Jesus. Na opinião dos discípulos Jesus, vai muito além. Pedro resume o sentir da Comunidade na expressão: "Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo".
Para os membros da Comunidade, Jesus não é apenas o Messias esperado: é também o "Filho de Deus".
* Quem é Jesus para mim?
É uma pergunta fundamental para a vida cristã. Deve ecoar sempre em nossos ouvidos e em nosso coração. Não bastam as respostas da catequese ou dos tratados de teologia. Devemos interrogar o nosso coração e tentar perceber qual é o lugar que Cristo ocupa em nossa existência...
Devemos gastar a vida inteira confrontando e purificando nossa resposta, sempre de novo, no seguimento do Filho de Deus feito homem.

2. O que é a IGREJA?
O texto responde de forma clara: é a Comunidade dos discípulos que reconhecem Jesus como "o messias, o Filho de Deus". É uma comunidade organizada, onde existem pessoas que presidem e desempenham serviços.  A ela Cristo conferiu poderes de "ligar e desligar" e a garantia de que nem "as portas do inferno terão vez contra ela".
Jesus não fundou muitas igrejas...
A verdadeira IGREJA, fundada por CRISTO, foi confiada a Pedro e seus sucessores.
Por isso, celebramos também o DIA DO PAPA. O Papa é Sinal de unidade, aquele que confirma a fé de seus irmãos. O Papa continua sendo o chefe visível da Igreja na terra.
Sua missão é espinhosa, sobretudo hoje, pelas mudanças rápidas e violentas... pelas contestações dentro e fora da Igreja...
Demonstremos concretamente nosso amor para com ele, "rezando" para que Deus...
- lhe dê muita LUZ... para apontar sempre o melhor caminho para a Igreja...
- e muita FORÇA... para enfrentar com otimismo e alegria  as contestações do mundo moderno...
Relembrando o ardor missionário de Pedro e de Paulo, demonstramos o mesmo entusiasmo de "Discípulos e Missionários de Cristo"? Relembrando o Nascimento da Igreja, aceitamos uma Igreja REVELADA, fundada por Cristo, ou preferimos uma "igreja" mais cômoda, CRIADA pelos homens?
                                      Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa (adaptação) 

sábado, 25 de junho de 2016

A Caminho de Jerusalém

Por Paróquia São João Batista   Postado As  15:10   Sem Comentários
Ao longo da História, Deus sempre chamou pessoas para realizar seus planos.
1º Chamado: Um desconhecido se oferece para segui-lo.  A fama de Jesus o entusiasmava e satisfazia os próprios interesses...
   - A Resposta de Jesus foi desanimadora: "As raposas têm tocas... e as aves têm ninhos..."
    Não deve sonhar uma vida folgada. Não terá o conforto de uma morada.
    O Discípulo deve despojar-se totalmente das preocupações materiais...
    Diante dessas palavras de Jesus, é possível aceitar atividades na comunidade para obter vantagens e privilégios?

2º Chamado: Um desconhecido é convidado por Jesus a segui-lo. Ele aceita, mas pede para enterrar primeiro os pais. Jesus: "Deixa que os mortos enterrem os seus mortos mas tu, vai anunciar o Reino de Deus."
     O Discípulo deve desapegar-se  até dos deveres e obrigações, que impedem uma resposta imediata e radical ao reino.

3º Chamado: Um terceiro se apresenta a Jesus. E Jesus: "Segue-me". 
- Ele: "Eu te seguirei (no futuro...), mas..."  - Jesus: "Quem põe a mão no arado e olha para trás, não é apto para o reino de Deus."
O Discípulo deve ser LIVRE, sabendo se desapegar de tudo, até da família, para fazer do Reino a sua prioridade fundamental...
Os três aceitaram o convite, mas a decisão foi parcial...

Cristo exige de seus seguidores três qualidades:
- Disponibilidade pronta e total
- Desprendimento: renunciar seguranças humanas
- Perseverança: Não voltar atrás...

Deus ainda hoje continua chamando, propondo aos seus seguidores o "caminho" de Jerusalém.
É um caminho exigente, que implica a renúncia a nós mesmos, aos nossos interesses, ao nosso orgulho, e um compromisso com a cruz, com a entrega da vida, com o amor até às últimas conseqüências.
- Jesus desaprova atitudes de violência à oposição e à hostilidade do mundo,  embora a Igreja, muitas vezes, tem trilhado caminhos de fanatismo e intolerância...  

Dentro da comunidade, podemos ser chamados a um SERVIÇO, mandato... Não será Elias... nem Jesus Cristo a nos chamar... Deus poderá se servir de um fato, de uma necessidade, do convite de uma pessoa. (Para um Retiro... para um Movimento... para uma Pastoral...)
 Qual é a nossa resposta aos convites, aos chamados de Deus?  Será que ele pode contar de fato com cada um de nós?

                                             Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa (adaptação)

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Tu és o Cristo

Por Paróquia São João Batista   Postado As  13:54   Sem Comentários
Estamos reunidos em oração, porque somos "cristãos". Mas quem é Cristo para você?
A Palavra de Deus nos propõe a descobrir em Jesus o "Messias" de Deus, que realiza a libertação dos homens através do amor e do dom da vida, e convida cada "cristão" a fazer da própria vida um dom generoso aos irmãos.
Mas Jesus não volta atrás, pelo contrário, reafirma que o Caminho do Discípulo é o mesmo:
"Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz de cada dia, e siga-me".
Ele irá à frente para dar o exemplo: Será o primeiro a levar a cruz. Quem quiser ser seu discípulo, há de imitá-lo. E conclui: "Aquele que quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas quem a perder, por minha causa, esse se salvará".

- muitos o reconhecem como um grande Mestre que pregou o amor, a fraternidade, a paz, a justiça;
- o admiram pela atenção dada aos pobres e excluídos;
- o apreciam pela sua coragem, pela sua coerência, pela sua nobreza de espírito, pela sua fortaleza diante da morte...
- Mas continuam acreditando que os verdadeiros messias são outros: os políticos, os generais, os donos das multinacionais...

Quem é Jesus para nós?
A pergunta de Jesus é ainda atual. Não é apenas uma sondagem de opinião...
Não é suficiente saber o que os outros dizem... é fundamental o que diz a nossa experiência de fé, de esperança e de amor...
Cristo é alguém, que está no centro de nossa existência, cuja vida circula em nós e nos transforma, com quem dialogamos, com quem nos identificamos e a quem amamos?
- Estamos dispostos a segui-lo, também na cruz?
- Reconhecemos Cristo no irmão necessitado, sofredor...
   no MIGRANTE, cujo Dia Nacional hoje comemoramos?


                              Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa(adaptação)

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Se cada cristão fizer algo na messe ninguém ficará sobrecarregado

Por Paróquia São João Batista   Postado As  09:28   Sem Comentários

           Servir a Deus traz muitas alegrias, toma tempo, sim, mas o pouco que se dá a Ele é multiplicado demais! Porém, nem todo o mundo entende essa verdade. Quando a gente chama alguém para um serviço na Igreja, em boa parte das vezes a pessoa já vai logo falando que não tem tempo, que tem o marido, os filhos, a escola, ou que está desempregada. Enfim, coloca tantos empecilhos sem nem parar para analisar o convite.

As pessoas precisam desfazer o preconceito de que quem serve a Deus deixa de viver e se isola. Nada disso, quando nós servimos a Deus a nossa vida muda, mas para melhor. Servir ao Senhor é um ato de humildade, principalmente nos dias de hoje, em que todas as atitudes visam o lucro. O serviço a Deus é graça, e quem serve entende que tudo que se tem vem da gratuidade do Senhor, e nada mais justo que retribuir em ações que edificam a Sua Igreja. Não é moeda de troca, mas o serviço fiel ao Senhor nos mostra a fidelidade d'Ele para conosco, pois enquanto cuidamos das coisas d'Ele, vamos percebendo o cuidado d'Ele para com a nossa família e nossa vida.

Comece a reparar que, em geral, as pessoas que servem a Deus têm vários outros compromissos e dão conta do recado, enquanto que boa parte de quem está à toa ao seu redor nunca tem tempo para as coisas de Deus. Quem serve ao Altíssimo não é melhor que os outros, mas talvez faça escolhas mais direcionadas, tenha foco e, portanto, consiga aproveitar melhor as 24 horas do dia em atividades sadias e de resultado.
É claro que um bocado de discernimento é importante, pois também existem pessoas que pegam tudo que é serviço na Igreja de uma vez só; e, provavelmente, não vão dar conta de tudo.
Ressalto também que a opção pelo servir tem de vir do coração, não só porque alguém o chamou ou porque toda a família e o grupo de amigos fazem, senão você corre o risco de ficar “posando de gatão”, fazendo muitas coisas só para agradar os outros. Só Deus conhece seu coração e o quer feliz; se for para servir que seja de coração.

Admiro as pessoas com postura madura, que aceitam o que vão conseguir fazer e que se negam a assumir coisas para além do seu tempo. Somos humanos e é preciso maturidade para aceitar que ninguém é insubstituível e que outra pessoa poderá realizar aquilo que momentaneamente você precisou recusar. Não estou ignorando que a messe é grande e os operários, poucos (cf. Mt 9, 37). Mas se cada cristão assumir um pedacinho da messe ninguém ficará sobrecarregado.

Existe muito serviço na Igreja e espaço para todos que, de coração, desejam servir com humildade. Se você exerce ou já exerceu algum serviço na Igreja, sabe bem do que estou falando. E se está aí, olhando para o alto, sem nenhum serviço, converse com seu pároco, com os coordenadores, com os amigos e veja as possibilidades existentes em sua comunidade para que possa servir. Talvez, você esteja aí, como a viúva, só com uma "moedinha de tempo", é esse pouco tempo que pode salvar almas, a partir do seu "SIM" (cf. Mc 12, 41 - 44; Lc 21, 1-4).
 Baseado no texto de Mariella Silva de Oliveira(reedição)

domingo, 5 de junho de 2016

Família lugar do perdão!

Por Paróquia São João Batista   Postado As  14:38   Sem Comentários
Não existe família perfeita! Não temos pais perfeitos, não somos perfeitos, não nos casamos com uma pessoa perfeita nem temos filhos perfeitos. Temos queixas uns dos outros. Decepcionamos uns aos outros.
Por isso, não há casamento saudável nem família saudável sem o exercício do perdão. O perdão é vital para nossa saúde emocional e sobrevivência espiritual. Sem perdão a família se torna uma arena de conflitos e um reduto de mágoas.
Sem perdão a família adoece. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente e a alforria do coração. Quem não perdoa não tem paz na alma nem comunhão com Deus. A mágoa é um veneno que intoxica e mata. Guardar mágoa no coração é um gesto autodestrutivo. É autofagia. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente.
É por isso que a família precisa ser lugar de vida e não de morte; território de cura e não de adoecimento; palco de perdão e não de culpa. O perdão traz alegria onde a mágoa produziu tristeza; cura, onde a mágoa causou doença.

1. “E esta é a grande missão da família: arranjar lugar para Jesus que vem, receber Jesus na família, na pessoa dos filhos, do marido, da esposa, dos avós, porque Jesus está aí.” 

2. “Três palavras que devem existir sempre em casa: com licença, obrigado, desculpa. Com licença: para não se intrometer na vida dos cônjuges. Com licença, como te parece isto? Com licença, permite-me. Obrigado: agradecer ao cônjuge; obrigado por aquilo que fizeste por mim, obrigado por isto. A beleza da gratidão! E dado que todos nós erramos, há outra palavra um pouco difícil de pronunciar, mas necessária: desculpa.”

3. “Aquilo que mais pesa na vida é a falta de amor. Pesa não receber um sorriso, não ser benquisto. Pesam certos silêncios, às vezes mesmo em família, entre marido e esposa, entre pais e filhos, entre irmãos. Sem amor, a fadiga torna-se mais pesada, intolerável.”
 “A verdadeira alegria vem da harmonia profunda entre as pessoas, que todos experimentam no seu coração e que nos faz sentir a beleza de estar juntos, de apoiar-se mutuamente no caminho da vida”
Papa Francisco

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