Lugar de ser feliz!


Seja bem-vindo!

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Outubro, mês missionário

Por Paróquia São João Batista   Postado As  08:41   Sem Comentários


O mundo não conhece a Deus. As civilizações se desenvolvem, a tecnologia avança, o homem conquista grandes descobertas - mas o mundo ainda não conhece Deus.

Há aqueles que não o conhecem porque sempre viveram em um ambiente de crendices, superstições, idolatrias e buscas de filosofias que não são cristãs como o espiritismo que nega a ressurreição de Cristo e, por isso, incompatível com a fé cristã católica, sendo até antagônica. Estes precisam que um missionário lhes mostre, com palavras, meditações e ações, a existência de um Deus uno e trino – Pai, Filho e Espírito Santo – que nos ama e que quer ser amado por nós, principalmente através do amor aos nossos semelhantes.

Há aqueles que já foram informados sobre esse Pai amantíssimo, mas a ganância, a violência, o egoísmo não lhes deixam conhecer realmente o projeto de felicidade que Deus tem para nós. É preciso que alguém lhes abra os olhos e os faça enxergar e viver as maravilhas do céu, cujo caminho não é o mais fácil, mas, certamente, é o mais seguro.

Infelizmente, há também aqueles que conhecem a ternura e o amor de Deus, mas, por isso mesmo, se acham tão melhores do que os outros, que se assentam em sua altivez, esquecendo que a humildade, a simplicidade nos conservam mais perto do Pai e que o orgulho nos afasta d'Ele.

Para todos esses, urge que surjam missionários dispostos a mostrar ao mundo o Deus verdadeiro, que é amoroso, simples: que aplaude a humildade e o serviço espontâneo e desinteressado.

O mês de outubro é considerado no seio da Igreja Católico como o mês das missões para lembrar-nos de nos tornar missionários, levando a Palavra de Deus a todos que, de uma maneira ou de outra, não a conhecem realmente.

Padre Wagner Augusto Portugal (adaptação)

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Dois Senhores

Por Paróquia São João Batista   Postado As  14:49   Sem Comentários
Vivemos numa sociedade globalizada, em que o dinheiro parece mandar em tudo e é procurado a qualquer custo. Para muita gente, ter dinheiro significa poder e prestígio... Qual deve ser a atitude cristã diante das riquezas?     
  Em Lucas 16,1-13, Cristo convida a conseguir a verdadeira liberdade, servindo a Deus e não ao dinheiro. Ilustra com a Parábola do administrador infiel, que ao ser despedido, reduz o valor da dívida dos devedores para garantir futuros amigos.
À primeira vista, poderia dar a impressão de que Jesus elogia a desonestidade e a corrupção do administrador. Para compreender o ensinamento do Mestre, devemos nos situar no tempo.
Naquela época, os administradores deviam entregar ao empresário uma determinada quantia; o que conseguissem a mais ficava com eles. O que fez o administrador? Renunciou ao que lhe cabia nos negócios. Ele entendeu que, no futuro, mais do que dinheiro, precisava de amigos. Por isso, renunciou ao dinheiro, para conquistar amigos.
A "esperteza" do administrador revela a criatividade, que falta aos "filhos da luz". Devemos também usar essa "esperteza" para tornar sempre atual a mensagem de Cristo.

A Busca desenfreada pelo dinheiro continua...
O dinheiro é o deus de muita gente, que está disposta a tudo desde que faça crescer a conta bancária.
- Para ganhar mais dinheiro, há quem trabalha doze ou quinze horas por dia, num ritmo de escravo,
  e esquece de Deus, da família, dos amigos e até própria de saúde;  por dinheiro, há quem vende a sua dignidade, a sua consciência e renuncia a princípios em que acredita;  por dinheiro, há quem não tem escrúpulos em sacrificar a vida ou o nome dos seus irmãos; por dinheiro, há quem é injusto, explora os operários, se recusa a pagar um salário justo...  
Talvez nunca cheguemos a estes casos extremos; mas, até onde seríamos capazes de ir, por causa do dinheiro? A adoração ao "deus dinheiro" não é o caminho mais seguro para construir valores duradouros, geradores de vida e de felicidade.

Jesus não quer dizer que o dinheiro seja uma coisa desprezível e imoral, do qual devamos fugir a todo o custo.
O dinheiro é necessário para uma vida com qualidade e dignidade… Mas ele não pode se tornar uma obsessão, uma escravidão, pois não nos assegura (e muitas vezes até perturba) a conquista dos valores duradouros e da vida plena.

Jesus conclui com sentenças sobre o bom uso das riquezas:
- "Ninguém pode servir a dois senhores... a Deus e ao Dinheiro..."
  * Deus e o dinheiro representam mundos contraditórios... Os discípulos são convidados a fazer a sua escolha entre o Mundo do dinheiro (de egoísmo, interesses, exploração, injustiça)  e o Mundo do Amor (da doação, da partilha, da fraternidade).
Qual é a nossa atitude diante dos bens terrenos? Só Deus é o dono de tudo o que existe...
Nós somos apenas administradores... A qualquer momento, Cristo poderá também nos dizer:
"Presta conta da tua administração!"
Como estamos administrando? Já garantimos a nossa morada eterna?

                                    Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa (adaptação) 

domingo, 11 de setembro de 2016

Setembro, Mês da Bíblia

Por Paróquia São João Batista   Postado As  13:31   Sem Comentários

A Bíblia – Palavra de Deus – é o fruto da comunicação entre Deus que se revela e a pessoa que acolhe e responde à revelação. Por isso a Bíblia é formada por histórias de um povo, o Povo de Deus, que teve o dom de interpretar sua realidade à luz da presença de Deus e compreender que a vida é um projeto de amor que parte de Deus e volta para Ele. 

A partir do Concílio a Igreja começou a incentivar as famílias a terem a sua Bíblia em casa. Por isso, hoje já são poucas as famílias católicas que ainda não têm Bíblia. Se, por acaso alguém ainda não a possuir, pode aproveitar as promoções que as livrarias católicas fazem no mês de setembro para adquiri-la.

Ter a Bíblia em casa, não é suficiente para um cristão. É preciso também ler o que nela está escrito. E a leitura não pode ser feita da mesma forma como se lê um jornal ou um romance policial. A Bíblia deve ser lida em clima de oração e com o coração voltado para Deus, prestando atenção à mensagem que Ele nos quer passar.

Colocar em prática o que a Bíblia propõe é o grande desafio para os cristãos. Mahatma Gandhi, depois de ter lido a Bíblia se desiludiu profundamente com os cristãos que levavam uma vida em total desacordo com os ensinamentos de Jesus. Dizia ele: “Não conheço ninguém que tenha feito mais para a humanidade do que Jesus. O problema são vocês, cristãos, que não vivem o que a Bíblia ensina”.

Aproveitemos a graça do mês de setembro para criar maior familiaridade com a Palavra de Deus. Procuremos dar-lhe um lugar de destaque em nossas casas e tirar alguns minutos do dia para ler algum texto bíblico. Se tivermos oportunidade, participemos de círculos e estudos da Bíblia que várias paróquias estão nos oferecendo. Acima de tudo coloquemos em prática o que a Palavra de Deus nos propõe. A exemplo da mãe de Jesus, “que guardava tudo em seu coração”, guardemos a Palavra de Deus, meditando sobre aquilo que ela nos propõe.

O mês de setembro, para nós católicos do Brasil é o mês dedicado à Bíblia, isso desde 1971. Mas desde 1947, se comemora o Dia da Bíblia no último domingo de setembro. O mês de setembro foi escolhido como mês da Bíblia porque no dia 30 de setembro é dia de São Jerônimo (ele nasceu em 340 e faleceu em 420 dC). 

São Jerônimo foi um grande biblista e foi ele quem traduziu a Bíblia dos originais (hebraico e grego) para o latim, que naquela época era a língua falada no mundo e usada na liturgia da Igreja. Hoje a Bíblia é o único livro que está traduzido em praticamente todas as línguas do mundo e está em quase todas as casas, talvez nem fazemos idéia, mas a Bíblia é o livro mais vendido, distribuído e impresso em toda a história da humanidade.
FONTE: Website da CNBB

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Querido Padre Walter,

Por Paróquia São João Batista   Postado As  11:52   Sem Comentários

Passado o belíssimo momento de dedicação de nossa Matriz, o sentimento que toma conta do nosso coração é a gratidão. Enquanto nos preparamos para o doloroso abraço final de “até logo”, queremos expressar o quanto somos agradecidos pelo seu sim a Deus, à Igreja e aos irmãos. Já são 14 anos de ordenação sacerdotal, sendo 11 deles dedicados à mais nova paróquia de Viçosa. Hoje podemos ver que suas sementes cresceram e produziram frutos muitos doces. Obrigado por ter aceitado o desafio que começou quando Dom Luciano instalou a nova paróquia. Começava ali na Escola Padre Álvaro Corrêa Borges, que generosamente nos acolhia, uma história de entrelaçamento de muitas vidas, onde o pároco e o povo sonhavam o mesmo sonho e trabalhavam para realizá-lo.

Com o seu trabalho, o senhor mudou a geografia e a população de Viçosa. Muitas lições nos ensinou nas canções que compôs e que falavam de nós, de nossa realidade. Com o seu exemplo, aprendemos a lutar por nossos direitos, nossas pontes, nossas famílias, nossos jovens e crianças. Como foi bom participar das passeatas pelas ruas da cidade, quando nos mostrava que temos voz, forças e centenas de motivos para não esmorecer. Aprendemos que o reino de Deus se constrói com amor, mas também com lutas, já que o próprio Cristo não se calou diante das injustiças de seu tempo.

O senhor nos ensinou que não podemos desistir de anunciar e que somos discípulos e missionários do mesmo Cristo que há mais de 2.000 anos revolucionou o seu tempo e ainda hoje continua sendo tão atual. Jamais nos esqueceremos das agradáveis refeições partilhadas, dos encontros de formação e dos eventos em prol das construções. Foram momentos muito felizes, apesar de laboriosos. Como valeram a pena! Suas homilias, a cada semana, nos consolavam e, ao mesmo tempo, nos instigavam a sermos melhores.

Também não podemos esquecer-nos da amizade e do carinho dos irmãos e irmãs que trabalharam e celebraram conosco, mas agora já se encontram com Deus. Leve a certeza de que deixa rastros de Deus, que nunca serão apagados, em todas as nossas 14 comunidades. Que São João Batista abençoe o seu ministério, para que o saber adquirido nessas terras viçosas seja muito útil no cuidado das ovelhas da Cidade das Rosas.

Deus seja louvado pelo seu exemplo de pastor e por ter deixado tão belas recordações nestes tão corridos 11 anos que esteve conosco. Perdoe-nos pelas nossas limitações e falhas. Obrigado pela dedicação, trabalho e por não hesitar em gastar sua vida pelo reino de Deus.
Seja feliz e que Deus lhe pague por tudo. 
Paroquianos de São João Batista

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Família: escola do perdão e da vida....

Por Paróquia São João Batista   Postado As  16:07   Sem Comentários

Sabe qual é a melhor família que existe? A nossa! Por mais frágil e complicada que seja. Sabe qual é o pior inimigo da família real? A família ideal. É aquela “ideia” que carregamos acerca de um modelo ao qual queremos nos adequar, mas, definitivamente, não corresponde à nossa realidade.
Nem sempre o real corresponderá aos nossos ideais, e quase perenemente precisaremos, com leveza e maturidade, nos reconciliar com o real para podermos, a partir dele, construir nossa felicidade. A felicidade só será possível a partir da nossa verdade e realidade.
Como dizia Gonzaguinha: “A vida [...] é bonita, é bonita e é bonita”. E por mais que a vida nos apresente problemas e deformidades, ela sempre será um palco de belezas no qual precisaremos protagonizar nossa história.
Muitas vezes, é muito difícil conviver com nossos familiares. Todavia, precisamos amar e valorizar a família que Deus nos deu, independentemente de como são. Isso não é fácil, mas ninguém poderá construir uma vida verdadeiramente feliz sem ter a consciência tranquila pelo fato de ter lutado pelos seus e de não os ter abandonado em virtude de suas fraquezas.
Acho sábio e real o ditado que diz: “Quer conhecer alguém? É só observar como ele trata seus pais”, pois uma consciente e constante atitude de desamor com relação aos próprios pais revela uma séria e profunda deficiência no caráter e na forma de se relacionar. Nossos familiares são parte de nossas raízes. Negá-los seria negarmos a nós mesmos.
Na família aprendemos – por bem ou por mal – a repartir o que temos e o que somos, com a possibilidade de, constantemente, frequentar a escola do perdão. Assim aprenderemos a oferecer, aos outros e a nós mesmos, uma nova chance diante de cada circunstância ou erro cometido.
Pela família aprendemos a compreender a imensa fragilidade humana que envolve a todos, percebendo-nos também como seres fracos e constantemente necessitados de ajuda e atenção. A família é uma escola de vida e de construção da felicidade. Nela, o ser tem espaço para, de fato, “ser” e acontecer.
Padre Adriano Zandoná

Do livro Construindo a Felicidade

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Um coração sedento de amor

Por Paróquia São João Batista   Postado As  15:14   Sem Comentários

Na linguagem bíblica, o coração é a estrutura interior através da qual o homem se comunica com Deus e Deus com o homem.
Assim o homem bíblico pode ter umcoração de pedra ou um coração de carne, conforme reaja com frieza ou com abertura aos apelos divinos (Ez 36, 24-28).O coração não pode ser dissociado da pessoa, devido à unidade do eu.
Mormente do eu que faz do amor o objetivo de sua missão, do seu viver, de seu conviver, de seu modo de existir. Amar quer dizer coração. Se assim não for, se torna uma mentira. Que são mentiras do amor, senão atitudes e palavras entregues em nome do amor, mas dissociadas do coração, vazias de coração? Nada podemos exprimir de mais íntimo e mais vivo e mais enraizado no eu humano do que o coração.

Tradicionalmente, o mês de junho é dedicado a honrar o Coração de Jesus e o Coração de Maria. Conta-se que em certa ocasião encarregaram o pintor Führich de pintar uma imagem do Coração de Jesus. Mas ele declinou a incumbência por considerá-lo superior às suas forças. Precisaria, respondeu ele, tornar transparentes, de alguma forma, no rosto de Jesus os sentimentos do Coração Divino. Uma das imagens mais belas existentes no mundo está na igreja de Botafogo no Rio de Janeiro. É uma imagem eloquente e avassaladora. Cristo, com um olhar ígneo, retira do peito o próprio coração. E todo aquele que tiver olhos para ver, enxergará o amor divino nesse gesto tão humano.

Se existe uma marca do cristão que não pode ser questionada é o amor a Jesus Cristo, a opção de nosso coração pelo coração dele. Logo, só no coração de Jesus o nosso coração se sacia. Só no coração de Cristo encontra-se a fartura de Deus e a fome do homem. Só no coração de Jesus dá-se o encontro do amor de Deus com o amor do homem.

E como só Deus conhece os segredos do coração humano (SI 43,22), jamais nos frustraremos se buscarmos o amor de Deus nessa universidade de todos os cristãos que é o Coração de Cristo. Com muita propriedade, certa vez exprimiu a atriz Darlene Glória: “Em todo coração há um vazio impresso com o formato de Cristo, e só Cristo pode preencher.”
Doce coração de Jesus, sede a nossa salvação.

Juca

sábado, 30 de julho de 2016

Por que sigo a Cristo?

Por Paróquia São João Batista   Postado As  14:45   Sem Comentários

“Vós me procurais por causa dos pães; buscai-me não pelo alimento que perece. Mas pelo que dura para a vida eterna” (Jo 6, 26).
Sigo a Jesus Cristo porque creio que nele está a vida, sobretudo, a vida eterna. Sigo-o porque creio que é meu salvador, porque preciso da salvação que me oferece; sigo-o por causa do amor que, por meio dele, me vem do Pai; por causa do seu Espírito que age em mim e me conduz pela vida. Sigo-o, por fim, porque nele está o sentido do viver e porque o amo. Causa-me estranheza segui-lo por seus milagres, esperando que, com isso, os faça em minha vida. Milagres são sinais da autenticidade de sua missão como humano que se tornou. Milagres podem até acontecer, mas não podem ser meu objetivo em relação a Deus.

Esperar também me tornar próspero, bem sucedido em meus negócios e na vida, é reduzir a grandiosidade de seu amor por mim. Além do mais, milagres (acontecimentos extraordinários) são incomuns. A vida é feita do comum do viver, com seus altos e baixos, com possibilidade de doenças, dores, tristezas e desencontros. Não podemos atribuir a Deus os dissabores da vida, como se Ele se recusasse a nos oferecer milagres e prodígios para resolvê-los ou evitá-los.

A certeza que devemos ter é que Deus estará sempre conosco, nos amando, ajudando-nos a carregar nossos fardos, mas não nos tirará do mundo, que é marcado por muitas incertezas. Ele sempre ouvirá nossas orações, continuando o processo de salvação que iniciou em Cristo. Segui-lo na dependência de milagres e prosperidades será fonte segura de decepção. Mais cedo ou mais tarde, desanimará a pessoa que assim o faz, porque cansada de esperar, acabará caindo no indiferentismo religioso.

Somos peregrinos neste mundo; nossa morada definitiva não é aqui. Sigamos a Jesus com decisão, com fé viva, construindo com Ele a realidade presente, que pode ser melhorada, contando com Sua ajuda certeira, mas de olho no reino definitivo que nos espera e que deve ser o maior objetivo de nossa vida.

Pe. Walter Jorge

Voltar ao topo ↑






© 2013 Paróquia São João Batista, Viçosa-MG
Produzido por E.S WebDesigner