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quinta-feira, 14 de março de 2019

Semana Santa 2019 Paróquia de São João Batista - Viçosa, MG

Por Unknown   Postado As  06:54   Sem Comentários

Programação

Setenário das Dores - 07 de abril a 13 de abril
Missas e reflexão sobre as Dores de Nossa Senhora 


1ª dor: ‘A Profecia de Simeão’ (Lc 2, 25-35)
2ª dor: ‘A fuga para o Egito’ (Mt 2, 13-14)
3ª dor: ‘A perda do Menino Jesus’ (Lc 2, 41-48)
4ª dor: ‘O encontro a caminho do Calvário’ (Lc 23, 26-29)
5ª dor: ‘Maria ao pé da Cruz’ (Jo 19,25-27)
6ª dor: ‘Jesus é descido da Cruz’ (Lc 23, 50-53)
7ª dor: ‘Jesus é Sepultado’ (Jo 19, 38-42)



07/04 (domingo)           19h - Matriz de São João Batista
                                       19h  Comunidade de São José (Nobres)
08/04 (segunda-feira)   19h - Comunidade de São Francisco de Assis (Vau Açu / Marques)
                                       19h - Comunidade de São Pedro  (Duas Barras)
09/04 (terça-feira)        19h - Comunidade de Nossa Senhora Aparecida (Amoras)
                                       19h - Comunidade de São Geraldo (Piúna)
10/04 (quarta-feira)     19h - Comunidade São Judas Tadeu (Barrinha)
                                       19h - Comunidade do Sagrado Coração de Jesus (Pau de Cedro)
11/04 (quinta-feira)      19h - Comunidade de São Sebastião (Inácio Martins)
                                       19h - Comunidade de Nossa Senhora das Graças (Córrego São João)
12/04 (sexta-feira)        19h - Comunidade de Santa Terezinha (Vale do Sol)
                                       19h - Comunidade de Santo Expedito (Paiol)
13/04 (sábado)              19h - Comunidades Div. Espírito Santo (São José) e Santa Luzia (Boa Vista)
                             19h - Comunidade de São Geraldo – encerramento de todas as comunidades rurais  
                                      (Piúna)

Dia 15 de abril - Segunda-feira Santa

PARÓQUIA DE SÃO JOÃO BATISTA
18h – Missa na Igreja Matriz de São João Batista, seguida de Via Sacra até a Comunidade de São Sebastião (Inácio Martins) -  Trajeto: Av. São João Batista, BR482, Rua Honorina de Jesus, Av. Jacob Lopes de Castro, Rua Maria das Neves Amaral, Rua Francisco Vieira da Silva.
Confissões: Matriz de São João Batista - 14h às 16h e após a missa

Dia 16 de abril - Terça-feira Santa
PARÓQUIA DE SÃO JOÃO BATISTA
19h - Missa na Igreja Matriz de São João Batista, seguida da Procissão do Encontro e sermão (Trajeto: Av. São João Batista, Rua Maria de Castro Silva, Rua Manoelita, Rua Cônego Modesto Paiva, Rua Juventino Alencar, Rua Anita Chequer, Rua dos Passos, Rua Dr. Brito, Rua Dona Gertrudes, Rua Dr. Milton Bandeira e Travessa Tancredo Neves)
Confissões: Matriz de São João Batista - 9h às 11h e 14h às 16h

Dia 17 de abril - Quarta-feira Santa
PARÓQUIA DE SÃO JOÃO BATISTA
19h - Celebração Penitencial Matriz de São João Batista


Confissões: Matriz de São João Batista - 9h às 11h, 14h às 16h e após a celebração
TRÍDUO PASCAL
Dia 18 de abril - Quinta-feira Santa
PARÓQUIA DE SÃO JOÃO BATISTA
18h - Momento de Espiritualidade sobre o significado do Lava-Pés – Matriz de São João Batista
19h - Missa da Ceia do Senhor na Igreja Matriz de São João Batista. Em seguida, Vigília Eucarística até às 00h.
Confissões: Matriz de São João Batista - 9h às 11h, 14h às 16h e após a missa até às 21h30
Dia 19 de abril - Sexta-feira Santa
 (Jejum: 18 a 59 anos completos - abstinência de carne: 14 anos até o fim da vida)
PARÓQUIA DE SÃO JOÃO BATISTA
6h - Caminhada penitencial, saindo da Igreja Matriz de São João Batista em direção a Comunidade Nossa Senhora Aparecida (Portugueses) (Trajeto: Av. São João Batista, BR482, Rua Honorina de Jesus, Av. Jacob Lopes de Castro, R. São João, R. Dona Amélia, Sítio Ponte do Turvo)                                              
13h - Sermão das Sete Palavras na Igreja Matriz de São João Batista
15h - Ação Litúrgica - Celebração da Paixão do Senhor na Igreja Matriz de São João Batista
19h - Descendimento do Cristo da Cruz: Igreja Matriz de Nossa Senhora de Fátima
Dia 20 de abril - Sábado Santo - Vigília Pascal


PARÓQUIA DE SÃO JOÃO BATISTA
9h - Oração do Ofício Divino na Igreja Matriz de São João Batista
20h - Vigília Pascal - Igreja Matriz de São João Batista
Dia 21 de abril - Domingo da Ressurreição
PARÓQUIA DE SÃO JOÃO BATISTA
8h – Missa de Páscoa Comunidade do Sagrado Coração de Jesus – Pau de Cedro
15h - Missa de Páscoa na Igreja Matriz de São João Batista, em seguida Procissão da Ressurreição
     (Trajeto: Av. São João Batista, Rua Maria de Castro Silva, Rua José Reinaldo de Araújo, Av. São  
     João Batista) 
19h - Missa de Páscoa na Igreja Matriz

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Saudação da CNBB ao monsenhor Walter Jorge Pinto

Por Unknown   Postado As  04:46   1 Comentário
Estimado irmão, monsenhor Walter Jorge Pinto,
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) congratula-se pela escolha do Santo Padre, o Papa Francisco, de nomear-te bispo da diocese de União da Vitória, no estado do Paraná. Na alegria deste pastoreio a ti confiado, oferecemos nossas orações para que o Espírito Santo continue a te guiar na missão.

Quero unir-me também à jubilosa alegria de todo o povo de Deus da Diocese de União da Vitória, que recebe novo pastor. Agradeço ao padre Mário Fernando Glaab pelo empenho em auxiliar a Igreja neste período. Dedicada ao Sagrado Coração de Jesus, a diocese de União da Vitória está entregue ao coração do Bom Pastor, como nos recorda o Papa Francisco, ao ensinar que este não é apenas o coração que tem misericórdia de nós, mas é a própria misericórdia.

Durante a solenidade do Sagrado Coração de Jesus, em 2016, o Santo Padre indicou que somos ungidos para estar perto do povo concreto que Deus, através da Igreja, nos confiou. “Ninguém fica excluído do seu coração, da sua oração e do seu sorriso. Com olhar amoroso e coração de pai acolhe, inclui e, quando tem que corrigir, é sempre para aproximar; não despreza ninguém, estando pronto a sujar as mãos por todos. […] Com paciência, escuta os problemas e acompanha os passos das pessoas, concedendo o perdão divino com generosa compaixão.
Não ralha a quem deixa ou perde a estrada, mas está sempre pronto a reintegrar e a compor as contendas. É um homem que sabe incluir”.

Que sua ação missionária, amadurecida nas férteis terras da arquidiocese de Mariana (MG), continue a enriquecer a Igreja no centro sul paranaense.
Em Cristo,
Brasília-DF, 09 de janeiro de 2019.
Dom Leonardo Ulrich Steiner Bispo Auxiliar de Brasília Secretário-geral da CNBB

sábado, 5 de maio de 2018

Discípulos da Paz

Por Unknown   Postado As  06:45   Sem Comentários
Apesar de ser considerado um país abençoado, pacífico, o Brasil é um país extremamente violento. Os números assustam. Possuidor de 3% da população mundial, nosso país é responsável por quase 13% dos assassinatos que ocorrem em todo planeta. Em 2014 contabilizaram-se 59.627 mortes, sendo que em 58% dos casos as vítimas são os jovens.

Essas cifras revelam que no Brasil acontecem mais homicídios do que em diversos países em guerra. De modo geral, a violência não só transparece nas interações cotidianas. Ela permeia também as instituições sociais, o mundo da cultura, da política, economia, gerando exclusão e desigualdade social e produzindo modos de vida violentos. Atualmente, o público-alvo da violência no Brasil é o mais amplo possível. 

Entre as vítimas encontram-se negros, índios, migrantes, imigrantes, jovens, crianças, adolescentes, mulheres e homens, trabalhadores rurais, povos tradicionais, policiais. As causas deste fenômeno também são as mais diversas: racismo, xenofobia (violência racial); homicídios, tráfico de drogas (violência contra os jovens); abuso sexual, ataques verbais e físicos, pobreza (violência doméstica); exploração sexual e tráfico humano; disputa pela terra, água (violência contra os trabalhadores rurais e povos tradicionais); narcotráfico; intolerância e fanatismo religioso; corrupção e violência no trânsito. 

Enfim, a violência como sistema no Brasil não é um fato pontual. Ela nos remonta ao período colonial de nossa história onde se intensificou e perdura até hoje uma sociedade altamente hierarquizada baseada em relações de mando e subordinação. Diante desse quadro, cabe a nós enquanto discípulos-missionários de Jesus Cristo numa Igreja em saída lutarmos por uma sociedade mais justa, fraterna e solidária, onde todos nós sejamos na paz e no amor, irmãos uns dos outros. 

Diácono Daniel Júnior dos Santos
Colaborador da Paróquia São João Batista - Viçosa

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Pecado: Mal que Destrói a Vida

Por Unknown   Postado As  14:28   Sem Comentários

O pecado é algo tão deformante que nos faz gostar de porcaria como se fosse iguaria. Assim a pessoa imersa no pecado tem sua mente tão obscurecida que passa a amar o que a prejudica; o que pode até mesmo tornar sua vida um inferno. 
Ainda que, em alguns momentos de lucidez, perceba quão danosa é a situação em que vive, por ter desenvolvido apego e gosto por aquilo, julga uma perda imensa ter que deixá-lo. Triste é a situação do pecador! Sim! O pecado é a situação mais deplorável e danosa ao ser humano. Pior do que a pobreza, a doença ou a morte, o pecado nos atinge lá onde mora o que de mais precioso temos: nossa interioridade, nosso espírito. 

O pecado lança na escuridão nosso ser, mata a força de nossa vontade, apaga o brilho de nossa vida. E o mais grave é que ele nos afasta da presença de Deus, porque é treva, enquanto Deus é luz. Quaresma é tempo de conversão, é o grito de Deus à nossa surdez. Quantos de nós somos até pessoas de bem, bons cristãos, mas compactuamos com tanta estrutura geradora de morte? Sim. Romper com o pecado exige também romper com as estruturas que o perpetuam, bem como com suas consequências como a miséria, a fome e a violência.

Como pensar em conversão se assistimos e aplaudimos programas televisivos que apregoam o aborto, o sexo sem compromisso, a exploração do corpo e tantas outras desgraças? É tempo de mudança; tempo de desmascararmos o pecado por detrás de nossas atitudes e, definitivamente, dizer basta. Deus o quer, o mundo precisa e nós necessitamos! Ouçamos, então, a voz de Deus e voltemos para Ele nossos corações, através de uma sincera reconciliação. Lembrando que, para os pecados graves, se faz necessário a absolvição sacramental por meio de um ministro ordenado. Não existe confissão diretamente com Deus.

As palavras de Jesus, após a ressurreição foram claras: “aqueles a quem perdoardes os pecados vos serão perdoados (Jo 20,23). Nunca o Sacramento da Penitência foi tão necessário como em nossos dias. Esse Sacramento é essencial para robustecer os corações vacilantes, remir as almas pecadoras e afervorar os que procuram não perder o rumo da felicidade eterna. 
Juca

sábado, 3 de março de 2018

Seja bem vindo Diácono Daniel!

Por Unknown   Postado As  11:26   Sem Comentários
Sete homens escolhidos para o serviço do altar e da caridade foram ordenados diáconos na basílica de São José, em Barbacena, Região Pastoral Mariana Sul, dia 24 de fevereiro. A celebração foi presidida pelo arcebispo, Dom Geraldo Lyrio Rocha, e concelebrada pelo bispo de Leopoldina, Dom José Eudes, e o bispo auxiliar de Belo Horizonte, Dom Geovane Luís da Silva. O momento também contou com a participação de centena de padres, seminaristas, religiosos, familiares, amigos e muitos fiéis.

Os novos diáconos são: Daniel Fernandes Moreira (Senador Firmino), Daniel Júnior dos Santos (Barbacena), Fabiano Alves de Assis (Coimbra), Fabiano Milione Honório (Lamim), Harley Carlos de Carvalho Lima (Cristiano Otoni), Jackson de Sousa Braga (Itabirito) e Rosemar Marcos Condé (Senhora dos Remédios) são os novos diáconos da Igreja particular de Mariana. Dia 26 de fevereiro, Dom Geraldo Lyrio Rocha nomeou esses diáconos para realizar o trabalho pastoral em diferentes paróquias. Daniel Júnior dos Santos foi designado para a nossa paróquia. Segundo o site da Arquidiocese, desde criança, seu maior sonho sempre foi o de ser padre. Atuou como coroinha e participou dos encontros do SAV (Serviço de Animação Vocacional).

Em 2010, ingressou no curso Propedêutico do Seminário São José em Barbacena, depois no Seminário Maior São José em Mariana, onde cursou Filosofia (2011-2013) e Teologia (2014-2017). Realizou estágio pastoral em diversas comunidades e paróquias da Arquidiocese. Daniel, estamos muito felizes com a notícia de sua nomeação. Com o coração aquecido, aguardamos a sua chegada e oramos ao Pai para que você possa espalhar muitas sementes férteis por estas terras viçosas. Seja muito bem-vindo!

domingo, 14 de janeiro de 2018

Parceria: Questão de Sobrevivência e Salvação

Por Unknown   Postado As  12:36   Sem Comentários

No livro “Fábulas sobre a difícil arte de administrar”, José Roberto Machado conta-nos uma interessante história: “Era uma vez um campo de prisioneiros onde os presos eram divididos em grupos e cada grupo ocupava uma cela, onde eram acorrentados formando um círculo. No centro do círculo havia um grande caldeirão com uma suculenta sopa, único alimento que lhes era oferecido. Como os prisioneiros ficavam distantes do caldeirão, para se alimentarem usavam uma colher com um comprido cabo.
O inconveniente é que a colher alcançava a sopa, mas, por ser extremamente longa, não conseguia voltar e chegar até a boca dos prisioneiros. Desespero: eles não podiam se alimentar, apesar de a comida estar tão perto. O comandante do campo, certa vez foi fazer uma vistoria nas celas e observou que a maioria dos prisioneiros estava magra e faminta. Entretanto, em uma delas eles estavam fortes e bem alimentados.  Seria um milagre ou algum guarda estava libertando os presos na hora das refeições? Não era milagre.
Os prisioneiros dessa cela aprenderam na prática o significado da palavra parceria e passaram a alimentar quem estava a sua frente. Assim, todos enchiam a colher e todos comiam”.
O autor conclui: “Parceria é, antes de tudo, uma atitude; uma forma inteligente de oferecer para receber, com vantagens para todos. [...] Leva vantagem aquele que compreende que a melhor situação é a que beneficia a todos. Na matemática do mesquinho, quando um ganha, alguém perde. Na parceria, entretanto, todos ganham e a situação é sempre saudável e duradoura”.
Para sobreviver em sua situação extremamente difícil, os personagens dessa fábula não fizeram nada mais do que colocar em prática o Provérbio 11, 17 que diz: que “Quem faz o bem aos outros, a si mesmo o faz” ou Mateus 7, 12: “Em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam; pois esta é a Lei e os Profetas".
Essa história me lembra uma cerimônia de casamento quando o sacerdote perguntou a cada um dos noivos: “você está se casando para ser feliz?” Ao que ambos responderam “Sim, estou”, ele explicou: “Vocês devem se casar para fazer o outro feliz”. Fazendo assim, não há como o casamento dar errado. Cada um fará o melhor para agradar o outro. Mas se cada um se concentrar apenas na própria felicidade, a parceria está predestinada ao fracasso. 
Também em nossos serviços pastorais, só alcançaremos realização se trabalharmos para o bem-estar e crescimento comum. Se vamos à igreja para nos alimentar, sem nos preocuparmos se o outro também está crescendo na fé, o alimento não nos sustenta. Como diz minha mãe: “ninguém vai para o céu sozinho”, ou seja, a salvação é questão de parceria; professando a nossa fé em Jesus Cristo, vivendo a sua Palavra no amor e cuidado com o próximo teremos a recompensa divina.
Que no ano novo, possamos estabelecer parcerias efetivas que nos ajudem a viver bem e juntar tesouros no céu.  Feliz 2018!

Cida Zolnier

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

A arte da convivência

Por Unknown   Postado As  03:11   Sem Comentários
Mais valem dois do que um só, porque terão proveito do seu trabalho. Porque se caem, um levanta o outro; mas o que será de alguém que cai sem ter um companheiro para levantá-lo? (Eclesiastes 4,9-10)
Ninguém é uma ilha, ninguém vive só! Mas para isso precisamos aprender a ser estrategistas... e artistas!

Sabemos que a convivência é uma arte, talvez das mais difíceis. Viver com os outros não só é um desafio, mas também uma aprendizagem muito importante que nos possibilita conhecer a nós mesmos, conhecer nossas emoções, sentimentos, apegos e tudo aquilo que nos faz crescer (ou não) como pessoas que busca a maturidade diante da vida.

É na convivência com o outro que vamos aprendendo a compartilhar nossas conquistas e frustrações, bem como reconhecer a igualdade na diversidade, pois somos feitos à imagem e semelhança de Deus, mas cada um com suas peculiaridades. E para conseguir ter uma boa convivência com o outro, seja na família, no trabalho, na comunidade temos uma excelente orientação, uma estratégia de convivência ensinada pelo Nosso Mestre Jesus Cristo: “Tudo o que quereis que os outros vos façam, fazei vós a eles (Mt 7,12)


Jesus é quem deve ser sempre o nosso exemplo, é Dele que devemos sempre buscar o que é necessários para viver e conviver bem.

Nós podemos até ser muito “piedosos” rezando muito, fazendo penitências e cumprindo todos os preceitos, mas se não tivermos em nosso coração o desejo de amar ao próximo como a nós mesmos, porque esse é o mandamento, principalmente aqueles que moram com a gente na mesma casa, em nada vai adiantar o cumprimento desses preceitos.

Em nossas relações sempre haverão divergências, mas precisamos aprender a respeitar a opinião do outro, o modo de ser, mas contudo, precisamos ser coerentes em nossas atitudes e estar abertos para o bom conselho e saber o momento de mudar ou não essas atitudes diante das situações que nos apresentam.
Precisamos aprender a encontrar estratégias para conviver bem com as pessoas. Evitar discórdias. Precisamos aprender a respeitar o tempo do outro, como Jesus nos ensina, fazer para o outro o que queremos que ele nos faça.

No relacionamento com as pessoas precisamos aprender a entrar no coração delas, ouvir o que o outro tem a nos dizer sem fazer pré-julgamentos, ouvir com atenção, sem interromper o outro com palavras nem sempre acolhedoras, muitas vezes nos esquecemos que o silêncio também é importante na relação com o outro.

Que Deus nos ajude a seguir os ensinamentos de Jesus e aprender dele que ninguém é perfeito mas somos feitos à Sua imagem e semelhança e por isso, se quisermos, podemos fazer dos ambientes que frequentamos, lugares mais agradáveis, saudáveis onde a boa convivência seja uma constante e nos ajude a ser pessoas melhores. Fiquemos atentos a isso, se queremos agradar a Deus, devemos nos esforçar para tratar o outro como Jesus faria ou como você gostaria de ser tratado.

Silvana Rocha

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