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domingo, 18 de outubro de 2015

Ai de mim, se eu não evangelizar!» (1 Cor 9, 16)

Por Paróquia São João Batista   Postado As  13:59   Sem Comentários


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No mês de outubro, a Igreja intensifica as atividades para despertar a consciência e a vida Missionária. Hoje, promove também a coleta mundial para as Missões, para atividades de promoção humana e evangelização, sobretudo onde as necessidades materiais são mais urgentes.

As Leituras bíblicas e a Mensagem do Papa motivam essa realidade:

A 1a Leitura apresenta o "Servo de Javé". (Is 53,10-11)

Isaías apresenta o Messias como uma pessoa insignificante e desprezada pelos homens, através do qual se revela a vida e a salvação de Deus. O Messias não será um rei de grande poder, mas um humilde "servo sofredor". Cristo, o grande Missionário do Pai, "não veio para ser servido, mas PARA SERVIR".  

Na 2ª Leitura, Paulo afirma que Cristo foi para nós um grande Sacerdote, mediador entre Deus e os homens, que resgatou com sua morte na cruz e continua intercedendo por nós junto ao Pai. (He 4,14-16)

No Evangelho, Jesus educa para a Missão os seus apóstolos, ainda impregnados pelos falsos conceitos de grandeza da época. (Mc 10,35-45)

- Jesus continua sua caminhada para Jerusalém e, na sua catequese, faz o 3º Anúncio da Paixão.
- Dois discípulos íntimos de Jesus lhe fazem uma pergunta estranha: "Mestre, faça que nos sentemos um à tua direita e  outro à tua esquerda, na tua glória".
- Os demais Apóstolos reagem indignados, pois todos eles tinham as mesmas pretensões.
- A resposta de Jesus foi taxativa: "Não sabeis o que pedis…"

* A procura dos primeiros lugares pelos dois irmãos, e a indignação dos outros dez apóstolos
revelam muito bem a mentalidade dos discípulos, que alimentavam sonhos pessoais de grandeza, de ambição e de poder.  Jesus convida os discípulos a não se deixarem levar por sonhos de ambição, de grandeza, de poder e domínio, mas a fazerem de sua vida um dom de amor e de "serviço".
- E Jesus apresenta seu exemplo: "O Filho do homem não veio para ser servido, mas para SERVIR e dar a sua vida em resgate de muitos.


Mensagem do Papa: (Resumo)
Neste ano de 2015, o Dia Mundial das Missões tem como pano de fundo o Ano da Vida Consagrada, que serve de estímulo para a sua oração e reflexão. Na verdade, entre a vida consagrada e a missão subsiste uma forte ligação, porque, se todo o batizado é chamado a dar testemunho do Senhor Jesus, anunciando a fé que recebeu em dom, isto vale de modo particular para a pessoa consagrada.
  
O seguimento de Jesus, que motivou a aparição da vida consagrada na Igreja, é reposta à chamada para se tomar a cruz e segui-lo, imitar a sua dedicação ao Pai e os seus gestos de serviço e amor, perder a vida a fim de a reencontrar. A dimensão missionária, que pertence à própria natureza da Igreja, é intrínseca também a cada forma de vida consagrada, e não pode ser transcurada sem deixar um vazio que desfigura o carisma.

Quem segue Cristo não pode deixar de tornar-se missionário, e sabe que Jesus «caminha com ele, fala com ele, respira com ele, trabalha com ele. Sente Jesus vivo com ele, no meio da tarefa missionária» (EG 266). A missão é uma paixão por Jesus Cristo e, ao mesmo tempo, uma paixão pelas pessoas.
Quando nos detemos em oração diante de Jesus crucificado, reconhecemos a grandeza do seu amor, que nos dignifica e sustenta e, simultaneamente, apercebemo-nos de que aquele amor, saído do seu coração transpassado, estende-se a todo o povo de Deus e à humanidade inteira; e sentimos também que Ele quer servir-Se de nós para chegar cada vez mais perto do seu povo amado e de todos aqueles que O procuram de coração sincero.

Hoje, a missão enfrenta o desafio de respeitar a necessidade que todos os povos têm de recomeçar das próprias raízes e salvaguardar os valores das respectivas culturas.
Dentro desta dinâmica complexa, ponhamo-nos a questão: «Quem são os destinatários privilegiados do anúncio evangélico?”.» A resposta é clara; encontramo-la no próprio Evangelho:
os pobres, os humildes e os doentes, aqueles que muitas vezes são desprezados e esquecidos, aqueles que não te podem retribuir (Lc 14, 13-14).

Queridos irmãos e irmãs, a paixão do missionário é o Evangelho. São Paulo podia afirmar: «Ai de mim, se eu não evangelizar!» (1 Cor 9, 16).
O Evangelho é fonte de alegria, liberdade e salvação para cada homem. Ciente deste dom, a Igreja não se cansa de anunciar a todos «O que existia desde o princípio, O que ouvimos, O que vimos com os nossos olhos» (1 Jo 1, 1).

A missão dos servidores da Palavra, bispos, sacerdotes, religiosos e leigos, é colocar a todos, sem excluir ninguém, em relação pessoal com Cristo. No campo imenso da atividade missionária da Igreja, cada batizado é chamado a viver o melhor possível o seu compromisso, segundo a sua situação pessoal.
Uma resposta generosa a esta vocação universal pode ser oferecida pelos consagrados e consagradas através duma vida intensa de oração e união com o Senhor e com o seu sacrifício redentor.


                                              Pe, Antônio Geraldo Dalla Costa -18.10.2015

Sobre o autor

Paróquia de São João Batista - Viçosa - MG

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